ALE GARATTONI

Mãe da Maria Helena, profissional de branding e apaixonada por moda e beleza! Meu blog é o espaço "hora do recreio" no qual divido dicas, inspirações, apostas no universo das it girls e minha vida primeira pessoa na maternidade.

To Grávida

O que eu espero da minha filha única…

22 de junho de 2016

Em 2014, escrevi aqui um texto sobre o que eu quero para minha filha. Ela tinha só um ano e meio na época, mas nada mudou sobre o que desejo. E não vai mudar, eu sei, pois ética, compreensão e gratidão são valores completamente atemporais. Mas hoje, enquanto trabalhava com ela brincando ao fundo, me dei conta de que também tenho expectativas. Lado a lado aos melhores desejos, eu também espero…

MH 1 ano

No momento citado em que eu a observava, ela brincava em uma roda de bonecas. Colocou a Bebel, a Barbie e a Tinker Bell em uma espécie de círculo, ligou uma caixinha de música e travou aquele papo maravilhoso criado pela imaginação do mundo do faz de conta que os bem pequenos têm. Uma brincadeira típica de filha única e isso eu sei, porque também fui uma! Lembrei de ter lido uma vez que os que não têm irmãos acabam se tornando mais criativos, segundo indicava uma pesquisa. O que faz sentido, já que a diversão individual exige bolar os dois lados de um diálogo, né?! E eu espero que MH saiba tirar o melhor da vida de única filha: que faça os melhores amigos, que desenvolva sua melhor criativade, que saiba valorizar a importância da boa solidão. Porque a gente só consegue ser feliz com outros quando lida bem com a própria companhia.

Eu também espero que minha filha saiba lidar com os mimos e excessos comuns a quem não aprende a dividir ainda na infância dentro de casa. Que entenda logo cedo que a vida real é menos generosa que a disposição interminável das avós, que aceite que o mundo lá fora nem sempre diz os mesmos améns e que não fique jamais sem limites reais – de educação, de bom-senso, de adequação.

Ale e MH 3 anos

Por fim, espero que MH conheça muito bem a sutil, porém fundamental diferença entre ser mimada e ser mal-acostumada; entre ter auto-estima desenvolvida e arrogância adquirida; entre ser única filha e ser a única em torno de cujo umbigo o mundo todo giraria. Porque amor sem limites nunca é ruim, o que não vale é ultrapassar a divisa do espaço alheio!

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To Grávida

Para os mini-cariocas – oficiais ou não!

16 de junho de 2016

Talvez nem seja novidade, mas só reparei nesta quinta-feira (16.06) um quiosque muito fofo no aeroporto Santos Dumont. Na área de embarque, bem em frente ao portão 5 – que era o do meu voo para São Paulo hoje – a Bebê Carioca tem uma infinidade de bodies e camisetinhas com estampas inspiradas em autênticos mini-cariocas. Não resisti e comprei uma pra minha carioquinha paulistana. Em tempo: a coleção para os meninos é ainda mais fofa!

bebê carioca para mini-cariocas

p.s. vi no site oficial que a marca tem lojas também em Ipanema, Copacabana e Tijuca. Os bodies vão até tamanho 12 meses e as camisetas, 6 anos.

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To Grávida

A {minha} criança de três anos

4 de maio de 2016

Um dos maiores clichês entre as mães é aquela série de frases a respeito da passagem relâmpago do tempo: “cadê meu bebê?”, “anteontem estava na minha barriga”, “está crescendo tão depressa!” e outras falas semelhantes. Mas, meu Deus, eu não consigo pensar em nada TÃO rápido como esse ano entre o segundo e o terceiro aniversário – e, se os próximos seguem nesse ritmo, não me contem; me deixem viver na minha ignorância abençoada!

MH RN

Nesta terça-feira (3.05), MH completou três aninhos e eu tenho certeza absoluta de que não houve doze meses separando esta data do aniversário de dois anos dela, quando comemoramos no Rio com a família carioca. Mas, na contramão da minha impressão de efeito passagem do tempo de novela, existe algo que comprova, sim, que muita coisa aconteceu no mundo (e na minha vida): a evolução da minha pequenininha.

Uma mudança na MH que de 3.05.15 pra cá perdeu os últimos traços de bebê e se tornou uma menininha; que deixou para trás os tempos em que falava frases curtas e se tornou uma matraca que forma sentenças que eu não faço ideia de onde surgiram; que não usa mais fralda e já pode passear como um ser humano qualquer, sem levar uma bolsinha de itens a tiracolo.

MH 1 ano

Minha filha já é companhia, já tem emoções (meu Deus do céu, que não consigo imaginar nada mais maravilhoso do que um suspirante “eu te amo, mamãe, você é minha melhor amiga”), já entende tudo que falamos, já pergunta o porquê do porquê e já conta o que ouviu em todo lugar – um perigo, é nessa fase que surgem aquelas saias-justas que os pequenos, com sua ingenuidade espontânea sem muitos filtros, nos podem fazer passar! Com absoluta certeza este ano entre o segundo e o terceiro aniversários é o que mais muda um ser humano.

Na madrugada do aniversário dela, quase não consegui dormir. Sei lá se é um efeito causado pela madrugada do dia 3 de maio de 2013, quando virei a noite em trabalho de parto na maternidade, até ela chegar às cinco da manhã. Mas eu fiquei horas olhando ela dormir… e entendendo com uma clareza irracional o que é um grande amor de verdade!

MH 3 anos

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