ALE GARATTONI

Mãe da Maria Helena, profissional de branding e apaixonada por moda e beleza! Meu blog é o espaço "hora do recreio" no qual divido inspirações, apostas no universo das it girls e minha vida primeira pessoa na maternidade.

To Grávida

Apaixonante: as mini it girls cariocas do instagram

13 de setembro de 2016

O alerta “você também vai se apaixonar” vem direto do Rio! Sim, porque se, vira e mexe, eu digo que a combinação de crianças fofas e cenários de Nova York é imbatível no instagram, preciso ser justa e reconhecer que a capital carioca também faz muito bonito nesse quesito de emoldurar mini it girls.

Marias da Chris

A duplinha de hoje vai ganhar seu coração – no caso de você ainda não fazer parte dos quase oito mil seguidores. Maria Beatriz e Maria Gabriela, ou simplesmente as Marias da Chris, são irmãs carioquinhas lindas, com idades super próximas (2 e 3 anos) e muito, muito queridas. A mãe, Chris Buffara, tem compartilhado momentos das meninas no Instagram @mariasdachris e no YouTube e eu não vejo possibilidade de não ficar viciada em assistir.

instagram Marias da Chris

Momento campeão de fofura?! O dia em que Bia descobriu que todos vão envelhecer. O que é esse sotaquinho carioca, por favor, to apaixonada!
{Bia, faz um intensivão com minha paulistinha?}

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To Grávida

Mães mimadas não mimam filhos, não!

3 de agosto de 2016

Dia desses pulou no feed do meu Facebook um post que falava de uma nova geração de pais que mimam filhos. E é preciso reconhecer que o texto fala verdades, claro que fala. Cita exemplos de criações nas quais a criança é o centro da casa, do universo em que vive. Cita casos reais de pais que deixam a decisão da (não)rotina na mão do pequeno. Cita comportamentos exagerados de falta de limites e excesso de distrações em tempo integral que, sim, todos já vimos na vida real. O texto seria integralmente verdadeiro, não fosse por um importantíssimo porém.

Para um pai mimado, a vontade do filho não precisa ter limites. (…) Uma educação de mimados para mimados”, diz um trecho que aponta que tal criação é fruto de uma repetição de hábito. Que sugere que é uma herança em cadeia. Que supõe que quem mima hoje é o que recebeu o mimo igual na infância. E aí, com o máximo respeito à autora, eu preciso dizer que faltou conhecimento real da causa: pais e mães realmente mimados jamais vão mimar seus filhos.

O adulto mimado já descobriu que a vida real é bem diferente daquela que ele tinha no seu quarto cheio de brinquedos. Já se deparou com o mercado profissional, tão menos disposto a se dobrar a suas vontades. Já perdeu amigos, oportunidades e amores porque ele não era assim tão indispensável como sua criação na infância sugeriu. A mãe que foi foco de mimos aprendeu que a vida ensina as lições duras que faltaram em sua cartilha familiar. O pai que foi poupado das adversidades se depara com elas no susto, sem nenhum tipo de preparação ou aviso prévio. Eles conhecem na pele a falta que um não bem dado faz mais adiante…

Pais mimados não mimam filhos. Eles sabem que a conta chega lá na frente e não querem que a história se repita. Um pai e uma mãe sempre pouparão seus pequenos no que estiver a seu alcance e, nesse caso, preservam o futuro justamente por permitir que crianças entrem em contato com o não, com a frustração, com o limite. Tantas e quantas vezes forem necessárias.

E, assim, ele será o menos sujeito a reproduzir tudo isso com os filhos. Posso garantir com toda convicção. Palavra de uma mãe mimada e, hoje, quase militar na educação, rotina e criação infantis!

MH princesa bela
Filha, você é minha princesa só enquanto a hora da brincadeira durar…!

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To Grávida

Mães, é inevitável: vocês serão julgadas!

11 de julho de 2016

Não precisei de mais do que algumas semanas (ou teriam sido dias?) para entender que o universo da maternidade é embalado em julgamentos. Em inevitáveis julgamentos. Não há como fugir deles. Mães julgam mães. Não-mães julgam (mais ainda) mães. Homens julgam mães. Aquelas que tiveram filhos há muito tempo, nossa, como julgam. E as que nem pretendem ter filhos um dia também trazem seus julgamentos do “se fosse comigo” na ponta da língua. E quer saber? Não é por mal. Eu já julguei, você já julgou. A gente julga por ter valores diferentes, a gente julga por instinto, a gente julga porque às vezes nem percebe que está julgando. E não é sobre um ataque a nosso lado julgador que fala este post.

Você será julgada se marcar a cesárea; se esperar todo o tempo pelo parto normal; se mudar de ideia na sala de parto; se não abrir mão de ter o tipo de parto que planejava independente de qualquer circunstância. Você será julgada se escolher parir em casa, na água; no hospital com doula; com a presença apenas de renomados obstetras.

Você será julgada se não amamentar; se amamentar pouco tempo; se tiver problemas para amamentar e desistir; se tiver problemas e insistir; será julgada se amamentar até os três anos da criança. Com o filho maiorzinho, será julgada se liberar brigadeiro; também será julgada se proibir açúcar e industrializados sem espaço para negociação. E não, não são apenas os extremos que causam julgamento: bastará o biscoito no fim de semana para receber os dedos apontados.

Você será muito julgada se não for pessoalmente levar o filho na sala de aula. Mas também será se fizer o tipo “mãe de porta de escola”. Será julgada pela professora, pelas outras mães. Em qualquer uma das opções, será!

Você será julgada se parar de trabalhar para ficar com a criança em tempo integral; se decidir dedicar sua vida, temporaria ou definitivamente, ao papel de mãe. Mas também será julgada se precisar trabalhar ou, pior ainda, se trabalhar sem “precisar”. Será incrivelmente julgada se disser que trabalha porque gosta. E terá julgamentos se perder uma promoção profissional em nome da maternidade ou se perder um acontecimento do filho em nome da carreira.

Horas demais, horas de menos. Disciplina demais, rigidez de menos. Criação com apego, incentivo a autonomia, cama compartilhada, nana nenê, não há decisão que te blinde. Você será julgada e não há nada que possa fazer contra este fato, é bom que entenda e aceite.

Por isso, na impossibilidade de agradar a todos, agrade a você. A seus valores, a suas crenças, a seus instintos e, sobretudo, a seu filho. Porque se você for a melhor mãe que pode e sabe ser, você será feliz. E nada faz tão bem a uma criança como estar em um ambiente de felicidade!

ale e mh

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