ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Lifestyle

Os Insta-Stories que me inspiram nesta fase vida leve

8 de agosto de 2017

Como reencontrei minha marca pessoal com o autoconhecimento” é o título da minha nova pocket-palestra, tema do workshop Planeje 2018 que desejo montar (torçam pra dar certo, tá tão legal o projeto!) e frase que consegue finalmente encaixar em um mesmo cenário muitas das coisas que fiz nos últimos dez anos – as it girls inspiradoras, o poder do branding pessoal e a leveza de uma vida com propósito estão bem mais ligados entre si do que eu mesma supunha até então. E os vídeos do Insta-Stories, quem diria, foram uma baita fonte de referências neste processo.

Já tinha postado aqui sobre como o {quase finado} Snapchat me ajudara na época em que, meio pra baixo, eu me animava com a energia de Martha Graeff. Um pouco depois, dividi também quais os outros perfis que eu amava acompanhar nesta rede. Mais recentemente, compartilhei pessoas que me inspiram nesta atual fase super voltada para o autoconhecimento. E daí veio a ideia para este post-lista, que mistura algumas já citadas a outras que são sempre minhas arrobas companheiras diárias, na escada da academia ou na cama antes de dormir. Voltadas ou não diretamente a assuntos de vida leve, essas dez mulheres*, cada uma a seu modo, me trazem inspiração na rede!

insta Stories
imagem via instagram @Investisa

Invertisa: sério, é um privilégio poder acompanhar os vídeos da astróloga Isabella Mezzadri a cada mudança de lua. Com uma didática impecável, ela explica tintim por tintim como os astros influenciam nossa energia, nosso humor e até nossa criatividade. E super conectada a temas como propósito e autoconhecimento, é fonte extra de referências também neste sentido.

MelissaWoodHealth: já perdi a conta de quantas vezes tenho citado a health coach de Nova York aqui nos meus posts, mas ela é oficialmente minha primeira parada digital do dia. Amo seu bom-humor 24/7, amo suas dicas variadas, amo seu conceito de vida baseada em 3 Ms – meditation, movement e mindful eating (meditação, exercícios físicos e alimentação consciente).

AnaLuMasi: entre as muitas mães blogueiras, esta é a que mais me inspira! Mãe de três meninas, a Ana tem um jeito leve e pé no chão de levar a vida – e a maternidade. E é com esse seu jeitinho de mostrar a vida como ela é, sem fazer tipo nem usar o batido estereótipo de “to aqui descabelada para mostrar como é ser mãe na verdade” (ostentando pra cima ou pra baixo, como se só os extremos nos representassem), que ela nos mostra como a virtude sempre estará no meio termo. Ahh, como eu amo gente leve!

TecaToscano: foi com ela que aprendi sobre a importância de evoluir simultanemente nos quatro níveis – material, mental, emocional, espiritual. E é com seus vídeos mostrando na prática como isso funciona que me inspiro a seguir me conectando todos os dias com minha real essência. Bônus: sua bebê-buda é um upgrade de fofura a cada take!

Paulinha.RsOliveira: sócia de Teca no Wings, movimento que atua na evolução nos quatro níveis, ela compartilha sobre seus muitos estudos e fontes de referência. Como faz uma pós em medicina integrativa, tem um rico repertório sobre esta abordagem que trata simultanemente corpo, mente e espírito.

insta Stories

AnnaCarolinaBassi: o insta de Carol, à primeira vista, pode parecer não ter a ver com os mais voltados ao autoconhecimento. O foco, afinal, é nas suas criações de moda e em seu lifestyle a la it girls. Mas tudo depende do seu olhar! Autêntica e leve (como amo quem não perde longos tracinhos de Stories reclamando de algo!), ela passa ser o tipo de pessoa que realmente se dedica a alcançar o que deseja sem medir esforços – o que é sempre inspirador. Sem falar que ver as imagens lindas de suas roupas, viagens e cantinhos de decoração sempre alimenta a alma também, sabia?!

DeTavares: já tinha postado aqui sobre o uso inteligente que Denise havia dado ao Snapchat como ferramenta de seu trabalho como consultora de imagem. Pois ela migrou para o Stories e, ainda que com menos frequência do que antes, segue com sua marca-registrada de mostrar os próprios looks compartilhando informações de moda. Sou suspeita porque amo/me identifico muito com suas roupas, mas seu bom gosto é sempre um bônus para cada vídeo.

YogaLifestyleBr: a May já esteve no meu post de Snaps favoritos no ano passado. Mas quando ela começa a “palestrar” sobre ansiedade, ego, meditação, crenças limitantes, ciúme ou qualquer outro tema tão contemporâneo como estes e enche o Stories de tracinhos… ahh, como eu fico feliz! É para parar tudo, assistir e terminar muito, muito inspirada.

JujuNorremose: tente assistir aos Stories da musa-fit e não correr para a academia – seja pelo corpão-inspiração ou, principalmente, pelo tom prazeroso que ela imprime à atividade física! Ela passa uma energia positiva e sempre bem-humorada, divide dicas ótimas para quem quer inserir a malhação na rotina e, de quebra, tem um jeitinho fofo com sotaque mineirinho de quem parece ser muito gente boa.

ConsueloBlocker: outra que já estava na lista de Snaps favoritos, mas, pra mim, ninguém usa TÃO bem a ferramenta de vídeos instantâneos como a Consuelo. Ela nos permite viajar pelo mundo, conhecer sobre arte ou culinária, ouvir sobre assuntos contemporâneos ou ver inspirações de moda de uma maneira como se realmente fizéssemos parte de seu círculo próximo. E o que é linda e elegante?!

insta Stories

Uma coisa é fato: como antecipei ontem no instagram @amobranding, uma marca pessoal é um conjunto quase-infinito de fatores e tem muita, muita influência de nosso propósito, nossos dons & talentos, nosso potencial de autoconhecimento. A gente só consegue comunicar nossa imagem quando tudo isso está em perfeita conjunção, digo por experiência própria. Busque entrar em contato com a sua essência – não há outro modo de alcançar a coerência e a consistência que o branding exige!

* Vou atrás das minhas bússolas inspiradoras para uma entrevista nesta nova tag, o que acham?!

p.s. Martha Graeff, se um dia ler esse post, atenda ao meu pedido: volte a postar mais vídeos, como nos tempos do Snap – o mundo precisa da sua energia sempre positiva, bem-humorada e linda!

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Lifestyle

Quinze mudanças de rotina que melhoram a vida!

1 de agosto de 2017

Início de agosto é sempre tempo de balanço geral por aqui, já que dia 4 é meu aniversário – e leonina que é leonina sempre dá um jeito de ir avisando antes assim como quem não quer nada! E neste ano, a semana tem um gosto especial, já que estou prestes a completar dois meses de férias nas quais apostei na introspecção, investi na informação e aproveitei para me conhecer mais e fazer alguns ajustes de percurso.

Estou em pleno #Desafio21Dias {nove já foram!}, no qual trago ainda o hábito do exercício físico e da escrita diária – tarefa pró-propósito domando qualquer armadilha do ego! – e com isso vejo como a gente pode, sim, reconstruir rotinas, basta querer. Ainda estou longe de ser a minha musa do suco verde, que acorda meditando e passa o dia gargalhando, mas graças a muito repertório e inspirações posso dizer que certas mudanças me trouxeram mais leveza, plenitude e felicidade. E aqui compartilho quinze delas!

vida leve
imagem: Girassóis via Shutterstock

DELETAR A CONTA DO WHATSAPP: a primeira foi talvez a mais radical, especialmente por eu ser uma pessoa que não gosta de falar ao telefone. Na primeira semana, apaguei só o aplicativo do celular, mas isso ainda permitia que as pessoas me visualizassem e enviassem mensagens que eu não receberia – e só a imaginação de quantas janelinhas pulariam quando eu reinstalasse me aumentou a ansiedade. Apaguei então minha conta de vez. É provável que eu volte a ter depois que terminarem minhas férias, mas, olha, ganhei um tempo útil muito valioso e, não, não sinto ne-nhu-ma falta desta rede. Continuo acessível para quem realmente precisa falar comigo, o que encerrei foi aquele contínuo senso de urgência do app, que já nos faz acordar com 15 pessoas na sua mesinha de cabeceira!

TIRAR COCA-COLA DA GELADEIRA DE CASA: essa mudança (mais difícil pra mim, com certeza!) tem um sentido mais amplo – o de mostrar que a gente pode e deve mexer nos hábitos diários. Eu não estou proibida de beber refrigerante e sigo tomando na rua, o que eu quis atingir aqui foi a mania de ter essa como a minha água!

BEBER MUITA ÁGUA: a mudança acima levou a esta, que é sempre o primeiro clichê repetido quando se pede dicas de beleza/saúde/estilo de vida. Mas, olha, nem dá para listar todos os benefícios que a gente sente na pele (até literalmente!) quando segue este hábito.

CONTAR ATÉ DEZ – OU EVITAR A REATIVIDADE: sempre, sempre vai valer a pena evitar atrito. E em 99,99% das vezes ele, o atrito, desaparece com o simples hábito de respirar antes de falar.

CEDER MAIS, EM NOME DA PAZ: é libertador perceber e entender que a gente não precisa responder tudo e todos. Não é para se ferir, apenas para eleger os (muitos) momentos em que a leveza vale muito mais do que ter razão.

ELEGER BÚSSOLAS INSPIRADORAS PARA SEGUIR: chance de procrastinação à parte, as mídias sociais são maravilhosas se a gente souber usar com (auto)responsabilidade. O tanto de dica que a gente pode ter sobre qualquer assunto que esteja nos interessando no momento em um passeio pelo Stories, nossa, é uma delícia. Basta editar o que anda acompanhando.

EDITAR QUE CONTEÚDO VAI CONSUMIR: me chame de alienada, mas eu não vou passar o dia recrutando a energia densa que vem com as notícias trágicas. Vida leve tem a ver com um pouco de ignorância – no sentido de ignorar o que não (te) acrescenta.

COMER COMIDA DE VERDADE: já contei lá no instagram @alegarattoni que minha mudança de hábitos tem mais a ver com acrescentar o que é bom do que com proibir o menos saudável. Assim, minha meta é cada vez mais incluir bons alimentos na rotina. 

BUSCAR QUALIDADE NAS “GULOSEIMAS”: até acredito que dá pra ser feliz só a base de grãos saudáveis e suco verde, mas eu não pretendo chegar a este nível! Mas estou reeducando meu paladar – se é pra ter prazer de comer um off-comida que seja com o que vale, como por exemplo um BOM chocolate e não um desses de padaria que é mais açúcar colorida do que qualquer outra coisa! E paladar/organismo mudam rápido. Me surpreendi quando dias atrás comi um pacote de jujubas (meu ponto fraco) e passei super mal.

DIETA PLANT-BASED À NOITE: não sei se um dia cortarei proteína animal, definitivamente não cheguei nesse estágio evolutivo! Mas já percebi que seguir a alimentação à base de plantas na parte da noite me faz acordar com muito mais energia no dia seguinte.

SE APROXIMAR DE QUEM TE ENSINA: na mesma linha das escolhas alimentares, este tópico tem mais a ver com acrescentar do que cortar. Várias pessoas do meu convívio mais próximo não têm nenhum interesse em muitos destes temas que hoje fazem meu coração bater – autoconhecimento, evolução plena, meditação, modelo mental de crescimento… Mas na paralela tenho me aproximado de várias que estão em sintonia com esse meu momento.

LER MUITOS LIVROS: a leitura tem, pra mim, até um certo poder curativo. E é nela que busco apoio para cada nova fase e para cada mergulho rumo ao autoconhecimento.

BUSCAR FONTES DE AUTOCONHECIMENTO: acredito de verdade que se conhecer é o único caminho para uma vida leve. Cada um, cada um, e nunca uma mesma fórmula vai atender a todo mundo – você só saberá a que funciona pra você se… se conhecer! Aqui, vale desde uma palestra TED na internet até um workshop com pessoas que te inspiram (e, na minha opinião, neste quesito, o presencial tem peso dois no efeito).

CUIDAR DOS CINCO SENTIDOS: numa dessas sincronicidades energéticas, dias depois de fazer este post sobre dicas para alegrar os sentidos, li uma crônica da Marcia de Luca (amo!) na revista Claudia de julho falando da importância de pensar nos cheiros, sons e imagens dos quais nos cercamos. Um homespray, fotos de pessoas que você ama, músicas que te deixam feliz, cerque-se disso na sua rotina!

MEDITAR: ainda sou nível pré-principiante, mais esforçada do que bem-sucedida na ação, mas sei que já já isso será mais natural pra mim. Eu amo que a orelha do livro 10% Mais Feliz diz que a meditação tem um problema de marketing, pois os principais representantes falam como se estivessem sempre acompanhados por uma flauta – imagem que acabava afastando uma maioria que não se identificava com o estereótipo em questão. Sinto que isso já começa a mudar e torço para que em breve as crianças aprendam a esvaziar a cabeça já na idade pré-escolar.

Novos hábitos, basta dar o primeiro passo. Porque antes de cuidar do corpo, da pele e dos cabelos, a gente precisa monitorar a própria energia, a própria essência. E que venha agosto, meu mês do coração!

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Lifestyle

O que aprendi com os documentários sobre alimentação

26 de julho de 2017

É bastante provável que você já tenha assistido a algum dos documentários sobre alimentação que estão disponíveis no Netflix. Tudo indica que ao menos já te recomendaram alguma das teorias ali apresentadas. Certamente já ouviu alguém falando sobre algum deles. A verdade é que o tema da comida consciente está cada vez mais em pauta e até quem menos entendia/se interessava pelo assunto começa a se influenciar e/ou a ter mais curiosidade.

Este post não é para recomendar nem analisar nenhum em específico. Mas pode servir como ponto de partida para quem ainda não teve contato com o tema. Durante uma semana, fiz um intensivão e assisti a vários deles. Alguns, que tinham um tom mais radical e falavam muito sobre doenças, não consegui ver até o fim, pois não me identifiquei (e sou hipocondríaca assustada, admito!). Mas Food Matters, Fed Up e Food Choices me trouxeram lições muito valiosas. Ressalto que todo o meu aprendizado é fruto da minha própria interpretação e, digamos, curadoria do que fora apresentado – porque se você quiser absorver todos na íntegra vai ficar confuso, já que em alguns pontos eles têm pontos de vista opostos. Saber filtrar e eleger o que de fato é prioritário para você é fundamental.

O que é inegável e unânime? Açúcar é o grande vilão da atualidade, a alimentação plant based (baseada em vegetais, legumes, frutas e grãos) é a chave e comer “comida de verdade” (não-industrializados) sempre será a melhor escolha.

Eis o que aprendi assistindo aos documentários sobre alimentação…

documentários sobre alimentação
imagem: alimentos naturais via Shutterstock

1) Busque a alimentação plant based: pelo menos 51% do que você come deve ser comida natural, não processada.

2) Ao contrário do que se acredita, uma alimentação natural é mais barata do que uma baseada em industrializados – mas obviamente a indústria trabalha duro para nos convencer que não, afinal, ela não é lucrativa.

3) O melhor “detox” para o corpo? Água, muita água. Ela limpa tudo.

4) Exemplos alimentares passam de geração para geração – por isso, ser responsável em seus hábitos é ainda mais importante se você tem filhos.

5) 80% dos alimentos industrializados à venda têm açúcar na composição (muitas vezes disfarçado em forma de frutose, xarope de milho…). Fugir deste péssimo ingrediente não é uma questão de apenas cortar os doces.

6) Adoçantes e todo tipo de açúcar fake também provocam as reações hormonais que geram produção de insulina – em linguagem leiga, fazem ter mais fome, mais desejo…

7) Uma pesquisa assustadora: 43 ratos viciados em açúcar e em cocaína podiam escolher entre estes dois vícios – 40 foram rumo ao potinho de água com açúcar!

8) A força de vontade não basta frente a um vício. Não é racional, nosso cérebro está sequestrado.

9) Existe um jogo feio de interesses por trás da questão alimentar, que envolve grandes indústrias, a imprensa e o governo. Para saber mais sobre isso, assista ao doc Fed Up (Netflix).

10) O refrigerante é o cigarro do século 21.

11) Ovos comerciais (não-orgânicos) vêm de frangos comerciais: você definitivamente não comeria se soubesse como são criados – este deve ser um dos primeiros alimentos para se optar pelo consumo orgânico.

12) Claro que os alimentos orgânicos são melhores do que os não-orgânicos, mas a grande maioria das pessoas não pode fazer esta troca integralmente. Isso não deve ser fator impeditivo para a alimentação plant-based. Como diz o doc Food Choices, “não se deixe intimidar pelos pesticidas, excesso de foco nesta questão é desnecessário”.

Por fim, novos hábitos mudam o paladar (e os desejos). Dê o pontapé inicial, insira alimentos, sabores e receitas diferentes em sua alimentação. Por aqui, tenho estado mais focada em acrescentar (o bom) do que proibir (o ruim). E fica bem mais fácil virar a chavinha dessa forma! No mais, informe-se, busque referências, faça suas interpretações e escolhas. Lembre-se sempre que é uma responsabilidade pessoal optar pelo mais saudável – não deixe que a indústria esteja à frente desta decisão.

documentários sobre alimentação

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