ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Lifestyle

Dez coisas para fazer em NY antes de crescer – dicas para os pequenos

8 de dezembro de 2014

Desde que MH ainda estava na minha barriga, eu sabia que a primeira viagem dela teria que ser para Nova York. Quando ela completou um ano e eu comecei a planejar as tais férias, muita gente me dizia que era loucura: “ela é muito pequena ainda”, “não vai aproveitar nada”, “em NY não tem programação para a idade dela” e coisas do gênero eram as frases mais faladas por 90% das pessoas que sabiam da minha intenção. Resolvi ser teimosa e experimentar pessoalmente, ainda que mesmo os vários guias Manhattan para kids que comprei apontassem exclusivamente sugestões para crianças de pelo menos três ou quatro anos. Em setembro, quando minha filha estava com quinze meses, desembarcamos para uma semana na cidade. O veredito?! Valeu muito a pena e ela curtiu DE-MAIS! Já fiz alguns posts da programação de MH em NY, mas, para quem gosta de listas mais objetivas e diretas, eis um top 10 que merece a atenção dos {bem!} pequenininhos (com a curadoria do índice de felicidade da minha pitutu!)…

NY para crianças

* Zoo, Central Park: é super pequeno, tem poucos animais e, para crianças maiores, pode até ser meio entediante. Mas os bem pequenininhos amam e a área é super amigável para eles. Não deixe de ir na parte “fazendinha” que fica em frente ao zoo principal, com entrada independente, mas válida com um mesmo ticket.

* Bethesda Fountain, Central Park: o parque é enorme e só ele teria programações diferentes para dias e dias dos pequenininhos. Mas nossa área favorita foi esta, que fica repleta de crianças e cachorros aos domingos.

* Playgrounds públicos: é provável que você nunca tenha prestado atenção na enorme quantidade de ótimos playgrounds públicos espalhados por Manhattan, ainda que já tenha ido milhões de vezes para a cidade (eu também nunca tinha visto!). Alguns têm áreas com atividades com água, muitos têm tanques de areia e todos têm aqueles balanços fofos que vemos nos filmes – a alegria da minha MH!

* Museu da Criança: foi uma das programações favoritas de MH. Tem atividades lúdicas e educativas e garante boas horinhas de distração em um dia chuvoso.

* FAO Schwarz: a loja de brinquedos mais famosa do mundo é também a mais preparada para receber mini-clientes. Dos funcionários vestidos de soldadinho de chumbo às demonstrações ao vivo de brinquedos, tudo faz os olhos dos pequenos brilharem – e os dos pais brilham por tabela!

Porque em férias muito boas a gente esquece de instagramar, esquece até de tirar fotos! Mas em resumo tem alguém alucinada por NY desde cedo! #TaNoSangue! #NaoSabePraOndeOlha #MHaBordo #nywithkids

A video posted by ale garattoni (@alegarattoni) on

{video publicado no meu instagram @alegarattoni}

* Toys‘R’Us: gigantesca, tem até uma roda gigante logo na entrada. Faz valer a ida até a área do Times Square – e enquanto a criança se diverte com o papai, a mamãe pode se abastecer com itens ótimos e super baratos na Babies ‘R’Us!

* Disney Store, Times Square: se já está ali na área, estique até este “aperitivo de Disney”!

* Barnes & Noble, 5ª Avenida (entre 45 e 46st): amo livrarias e acho que minha pequena irá pelo mesmo caminho. Esta filial tem uma área bacana para os livrinhos infantis e até uma programação de contação de histórias – confira os horários no site.

* Battery Park: área deliciosa – e com uma vista linda –, é point dos mini-novairquinos (e tem também daqueles playgrounds ótimos já citados).

* Carrossel do Dumbo: não chegamos a ir ao Brooklyn nesta viagem (quis poupar a pequena de passeios mais distantes), mas o carrossel é um clássico e a área do Dumbo, uma delícia para os miudinhos!

EXTRA: TROCADORES PARA BEBÊS
Se você viaja com bebê que ainda usa fralda, é provável que tenha a mesma preocupação que eu tinha: onde trocar a criança durante o dia?! Ainda que eu tenha programado várias paradas estratégicas no hotel, foi necessário experimentar trocadores públicos. Lojas infantis (o da FAO Schwarz é excelente!), GAPs e museus são super bem preparados para receber seus pequenos visitantes!

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Lifestyle

Cinco dicas úteis para quem embarca com pequenos a tiracolo

3 de outubro de 2014

Momento-confissão-sincera: estava com um pouco de medo do que seria minha primeira viagem internacional com bebê. Retificando, estava apavorada! De um lado, a preocupação de algo ser ruim para minha pequena; de outro, meu eterno e incontrolável pânico de incomodar os outros. Tudo isso arrematado pela percepção de que, em se tratando de uma bebê de um ano, a situação era imprevisível e, sob muitos aspectos, totalmente fora do meu controle – ahh, como é difícil lidar com o que eu não posso controlar!

Pensei (algumas vezes!) em desistir, pensei em como quem não quer nada sugerir uma troca de Nova York para a Bahia, pensei que talvez fosse prudente esperar MH fazer uns quatro anos. Mas tentei não racionalizar tanto e… fui! E foi maravilhoso, com muitos acertos, uma dose generosa da sorte e a colaboração da minha mini-viajante. Mas também houve erros, escolhas não tão perfeitas e alguns bons aprendizados, que levarei para as próximas viagens e também para as linhas deste post-conselho!

viagem internacional com bebê

ANTES DE VOAR
Chegue cedo no aeroporto. Se você já tem esse hábito (como eu sempre tive!), chegue ainda mais cedo do que o que você sempre considerou cedo. Nada piora mais a ansiedade – sua e da criança – do que fazer qualquer coisa correndo. Ter tempo de sentar e organizar os pensamentos entre check-in, sala de embarque e entrada no avião é sempre uma boa pedida. Lembre-se que a prioridade para crianças de até dois anos é uma lei brasileira – a gente fala, fala e fala dos aeroportos nacionais, mas encarei a maior fila DA VIDA (naquele esquema vai-e-vem tipo fila da Disney) na entrada da sala de embarque do JFK. E não tem impaciência infantil que garanta preferência! Conte também que as longas distâncias que se percorre dentro de um aeroporto tendem a ficar mais longas com carrinho, criança e todo o aparato…

A HORA DO VOO
Na hora de escolher meu voo, achei que o ideal seria um bem no horário em que MH costuma dormir. Errei de leve! A movimentação de luzes e jantar sendo servido que acontece logo depois da decolagem pode irritar a criança, especialmente se ela já estiver naquele horário-limite de sono. Ideal, ideal mesmo, é uma decolagem uma hora antes, de modo que ela possa pegar no sono quando as luzes finalmente se apagam.

CESTA BÁSICA
Maria Helena toma uma fórmula chamada Enfagrow e meu pediatra disse que eu encontraria fácil por lá. A sorte da vida foi meu marido ter decidido colocar uma lata grande na mala despachada – eu queria levar apenas o necessário para o voo até lá. Quando o leite estava chegando ao fim, começamos a procurá-lo por todas as farmácias de NY. E nada de encontrar! Quando finalmente conseguimos, MH reprovou. Não apenas um, mas dois diferentes que conseguimos comprar. Como minha filha não é muito chegada em se alimentar, nada poderia ser pior do que rejeitar as mamadas. Por fim, nossa lata deu a medida e-xa-ta até o voo da volta. Mas poderia ter sido um perrengue! Acho que preciso jogar na Sena depois dessa…

ACESSÓRIO DE MÃE
Bolsa de mãe viajante precisa ter alça longa para usar transpassada. A gente levanta, abaixa, corre, pega criança no colo… A facilidade de não ter uma bolsa caindo pelos ombros é muito, muito bem-vinda.

O DESTINO IDEAL
Minha escolha por Nova York foi (quase!) casual. Ok, eu tinha meus motivos ­– e minha paixão pessoal atiçando a saudade –, mas eu não tinha levado em conta questões racionais que me fizeram concluir como acertei na decisão. Já no primeiro dia da viagem, comecei a cortar uma boa parte da programação inicial, de modo a deixá-la mais leve para o ritmo da pequenininha. Ok que eu morri de dó de não atravessar a Brooklyn Bridge e morri de desejo de não comer meu milho no Café Habana, mas não existia aquela ansiedade do “tenho-que-ir” que talvez existisse em um lugar novo e ainda desconhecido. Abrir mão de programações (e saber colocá-las num ranking de prioridades) certamente foi facilitado pelo fato de que estávamos em uma cidade que eu já conhecia bem. O “território conhecido” também ajuda a garantir segurança extra, excelente pedida neste esquema de viagem.

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Lifestyle

Meu novo hotel favorito em Nova York

26 de setembro de 2014

Desde a primeira vez que fui a Nova York, quase nunca repeti hotel – o que me garante uma quantidade considerável de experiências ótimas, boas e razoáveis por lá (graças a Deus nunca tive nenhuma roubada completa com minhas escolhas). Já fiquei em hotel grande de cadeia americana, já fiquei em hotel charmosinho “boutique style“, já jurei amor eterno e emendei três estadias no NY Palace. Inclusive só não fiquei nele nas últimas idas (incluindo esta) porque, durante o verão, as diárias de seus bons quartos ficam quase proibitivas para meu orçamento não-ilimitado. Mas, enfim, que bom que eu fui experimentar outros ares…

Loews Regency NY

Fechei esta viagem com mais de três meses de antecedência, muito, muito tempo para meus padrões ansiosos. De quebra, peguei a mania do meu amigo Viajante Aleatório de reservar vários hotéis diferentes até me decidir de fato por um. E foi a minha quarta opção de reserva que acabou levando não apenas minha escolha final, mas também meu coração! O Loews Regency despontou na liderança quando comecei a ver a quase-unanimidade de reviews muito positivos no Trip Advisor (estatísticas nunca, nunca mentem). O fato dele ter passado um ano fechado para renovação também chamou minha atenção – acho um absurdo hotéis que fazem suas reformas com hóspedes em férias nos demais andares, ninguém nesse mundo merece acordar com britadeiras em seus dias de relax. Instalações novinhas, localização impecável e um quê kids friendly? Bingo, era a combinação que eu pedia, vamos para o Loews.

Loews Lobby

Se a expectativa era alta, só posso dizer que ela foi atendida com folga. Dos porteiros ao pessoal da recepção, nosso check-in foi pra lá de receptivo, com direito a early check-in antes do meio-dia (logo que chegamos, nem precisamos pedir) e ursinho “i love NY” de presente para minha baby. O quarto tem um tamanho bom – ótimo, se consideramos o padrão NY –, as instalações novinhas são um feito quase inédito na cidade e a cama é daquelas que nos fazem ter vontade de nunca voltar pra casa (e olha que minha cama de casa foi tipo um inve$timento, heim?! #oversharing). Mas o top do top é o serviço impecável, rápido e irrepreensível. Sim, eu valorizo um bom serviço, especialmente quando estou de férias. As diárias não são exatamente baratinhas (nunca são em NY), mas, talvez por conta da antecedência, eu consegui tarifas bem na média do que costumo pagar. E valeu ca-da centavo! Eis o meu novo hotel favorito em Nova York…

Loews Regency Luxury King

O MELHOR DO LOEWS…
* A localização na Park Avenue com rua 61 é imbatível: lojas da Lexington (Sephora, GAP, Bloomingdale’s…) de um lado, lojas da Madison (Barneys, Tod’s…) de outro, sem precisar dar muitos passos. Central Park em menos de cinco minutos e a quinta avenida logo adiante. Dá pra fazer muita coisa a pé!
* Funcionários de bem com a vida: na minha penúltima viagem pra NY, há dois anos, fiquei naquele terror de Park Lane e, juro, quase todos os funcionários pareciam saídos do estereótipo do novaiorquino dos anos 90 que é sempre arrogante e de má vontade. O Loews era o extremo oposto disso.
* Quarto super confortável, limpo e, raridade em Manhattan, novo em folha (reinaugurou em janeiro desde ano) – com direito à TV “dentro” do espelho do banheiro, muito instagramada e bastante útil para assistir as Kardashians na hora do banho!
* O wifi é gratuito também nos quartos – para até três dispositivos. Eu sempre achei muito antipático hotéis que cobram uma fortuna pelo wifi quando a gente já está pagando uma diária nada barata.
Dica bônus: peça um andar alto. Optei pelo terceiro andar e, em alguns momentos, o barulho da rua 61 incomodava um pouco. Nada grave, mas um quarto mais longe da rua certamente será mais silencioso e agradável.

Loews Regency

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