ALE GARATTONI

Mãe da Maria Helena, profissional de branding e apaixonada por moda e beleza! Meu blog é o espaço "hora do recreio" no qual divido dicas, inspirações, apostas no universo das it girls e minha vida primeira pessoa na maternidade.

Lifestyle

Conheça Elaine Welteroth, nova diretora da Teen Vogue

8 de junho de 2016

Substituir nomes icônicos do mercado editorial americano: essa parece a missão oficial de Elaine Welteroth, promovida ao posto de Diretora de Redação da Teen Vogue no mês passado. A vaga era ocupada desde a criação da revista, em 2003, por Amy Astley, considerada pupila e sucessora de Anna Wintour. Amy, segundo consta, assumiu a direção da Architectural Digest com o objetivo de aumentar a base digital da publicação, algo que faz com muito talento. Voltando a Elaine, esta não é a primeira vez que ela encontra o desafio de herdar postos antes ocupados por nomes fortes e carismáticos. Sua chegada na Teen Vogue, quatro anos atrás, foi para comandar a cadeira de diretora de beleza deixada por Eva Chen – um dos nomes mais populares das mídias sociais, hoje à frente do departamento de moda do Instagram, como você leu aqui no ano passado.

Elaine Welteroth

BIO
Elaine estudou comunicação na Universidade da Califórnia, em Sacramento, antes de atravessar os Estados Unidos rumo à costa leste para se estabelecer em Nova York. Já em Manhattan, mora hoje em um apartamento no West Village e, aos 29 anos, é a Diretora de Redação mais jovem na história de mais de cem anos da Condé Nast. Antes de chegar a Teen Vogue em 2012, passou um ano no posto de editora de beleza da Glamour, título que faz parte da mesma empresa.

Elaine Welteroth

DICAS DE CARREIRA
Na época em que assumiu o posto deixado por Eva Chen, Elaine contou ao site Fashionista que recebeu preciosos conselhos de sua antecessora famosa: “Eva me disse para encontrar minha própria fórmula. Me encorajou a dizer sim a jantares, galas e importantes eventos do mercado mesmo que isso me fizesse ficar no escritório até mais tarde”, contou. “Mas que eu também tivesse tempo para o pilates!”

Elaine Welteroth

MODA & BELEZA
Apesar do currículo até então mais focado no universo da beauté, os looks da jornalista são cheios de personalidade e chamam atenção dos fotógrafos de street style. Botinhas, saias midi, cores e estampas fazem parte do closet nada-básico, recheado de acessórios Chanel, MiuMiu e Manolo Blahnik – segundo registrou o site The Coveteur.

Elaine Welteroth

ONLINE 24/7
Quase um ano atrás, quando deu entrevista para o The Coveteur, contava estar obcecada pelo Snapchat, rede social à qual ela tinha aderido meses antes. “Eu poderia usar Snap o dia inteiro. Estou sempre convertendo as pessoas e ensinando a elas como funciona o aplicativo!”, explicou. Os “antigos” Twitter e Instagram – sempre com o username @ElaineWelteroth – também fazem parte de sua rotina super online.

Elaine Welteroth

Elaine Welteroth

imagens: The Coveteur, Fashionista, Refinery29

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Primeira Pessoa

Do que – materialmente – a gente precisa para ser feliz?

5 de junho de 2016

Estou há uma semana mexida com a matéria da jornalista Melissa Januzzi (de quem, aliás, eu já era fã pelo ótimo trabalho!) na edição de junho da revista Vogue. Em uma sinopse bem resumida, a carioca estava em casa quando seu apartamento começou a pegar fogo; Melissa só teve tempo de descer correndo, ainda descalça. Só um tempo depois se deu conta de que a perda era tamanha – o imóvel foi inteiramente consumido pelas chamas – que ela não tinha mais sequer um par de sapatos. Adianto (não é spoiler, está na chamada!) que o fim da história é feliz e fala de resiliência, reconstrução e… a relação com bens materiais.

Gosto muito de tirar onda de desapegada e de dizer que não há nada material em minha casa sem o qual eu não viveria. Nada aparentemente naquele rol de “o que eu salvaria de um incêndio”. Inclusive sou phd em desapegos e semestralmente faço baixas consideráveis em meu armário para doação. No ano passado, tomada pelo espírito de Marie Kondo, coloquei a casa abaixo, mandando embora tudo que não parecesse indispensável. Mas quando li a matéria de Melissa, me flagrei angustiada pensando na situação.

De repente 30

Foi quando me dei conta de que não sou 100% desapegada: posso não ser apegada a um item específico, mas quando o contexto tira todos de uma só vez a coisa muda de figura. Terminei a leitura do texto aplaudindo mentalmente a autora e me sentindo inspirada por seu exemplo de resiliência. Mas os dias que vieram depois me trouxeram reflexões – diga-se de passagem que estas reflexões são bem parecidas com a de muitas pessoas que conheço, que, mesmo sem seguirem a princípio uma filosofia de vida sustentável já se propõem a querer viver com menos e/ou a vender/doar acúmulos e peças que estão fora de uso.

De que a gente precisa para ser feliz? De quanto? Qual o limite, qual o básico necessário, qual o supérfluo? Já faz tempo que tenho comprado muito menos, me dei conta de que neste ano todinho adquiri três peças de roupa. E não passei vontade nem exatamente me privei, eu de fato não senti desejo de nada. E meu armário pode ser bem enxuto, mas ainda há MUITA coisa parada aqui dentro. Aquela peça na qual você inve$tiu mais, o item ainda com etiqueta que você ainda acha lindíssimo; a calça de couro maravilhosa (e cara!) que vestia como uma luva antes de você emagrecer e descer dois manequins, o sapato obra-de-arte que te deixa com aquele 1m90 de altura que você nunca vai assumir. Eles vão, baixa após baixa, ano após ano, ficando no fundo do acervo, já que abrir mão de um acessório é também abrir mão da história que ele eventualmente conta. Isso me incomoda.

cabides
Cabides via Shutterstock

Entre referências e reflexões sobre o tema, li este post da Barbara Resende, do blog Living Gazette. Ela narra como passou dois anos se desapegando de peças e como isso criou até um hábito de querer ver mais itens indo embora para outras mãos. A blogueira criou até uma lojinha online num site que pareceu bem bacana (aliás, achei super boa sacada e admito que fiquei com vontade de copiar a ideia, rompendo meu auto-bloqueio financeiro de vender coisas), o que por um minuto me lembrou do começo da Nasty Gal da super-empreendedora Sophia Amoruso. Até brinquei de relacionar o que eu colocaria à venda, só listando o que não sai de dentro do meu armário. Por ora, estou pensando em seguir a dica da Barbara de por tudo numa mala e deixar ali “marinando” até tomar coragem de vez. A verdade é que cada vez mais vejo que a sensação de ter menos pode ser até viciante. Tal e qual foi a mania de adquirir mais e mais em outras fases da vida…

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Lifestyle

Radar de moda: você conhece a novaiorquina La Ligne?

31 de maio de 2016

Duas ex-voguettes americanas na criação, clássicos com modelagem impecável e um quê a mais, peças sempre em cores neutras e estampas de listras, campanhas estreladas por tops como Lily Aldridge e Joan Smalls: está é mais ou menos a fórmula exata da La Ligne, marca novaiorquina da qual ainda vamos ouvir falar muito. O lançamento foi há menos de dois meses, no começo de abril, quando as fundadoras Meredith Melling e Valerie Boster – ex-editoras na Vogue que se juntaram a Molly Howard, ex-diretora da marca Rag & Bone – receberam para um jantar em Manhattan e passaram a integrar as prateleiras virtuais do Net-a-Porter.

La Ligne fundadoras

A proposta das criações de Meredith e Valerie – que saíram da equipe de Anna Wintour em 2013 e há dois anos têm também uma sociedade em uma empresa de consultoria de marcas de moda – é baseada em… listras! Em entrevista para o Business of Fashion, elas contaram que sempre foram obcecadas por essa representação gráfica “atemporal, democrática e universal”. Acrescente à experiência de moda das sócias um excelente branding, que vai do posicionamento à concepção visual, passando por campanhas super bem produzidas.

LaLigne

Camisetas, camisas, calças de alfaiataria e chemises estão entre os itens da coleção, que tem preços entre US$ 85 e US$ 550. A La Ligne se divide ainda em duas linhas: The Essentials tem peças atemporais e fixas e The Edition, com duas coleções lançadas ao ano. Em todas, as listras características aparecerão de alguma forma.

La Ligne

La Ligne

La Ligne

Para conhecer todos os detalhes e peças disponíveis, acesse o site oficial da La Ligne!

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