ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Lifestyle

MH em NY: um {resumido} diário de viagem

22 de setembro de 2014

Como contei no primeiro post sobre minha pequena em NY, sou mega planejada em viagens e já embarquei com um rascunho das programações dia a dia. Mas ainda que o roteiro fosse light, ele sofreu cortes e mais cortes: primeiro porque eu logo percebi que o light para adultos ainda pode ser pesado para um bebê de um ano; segundo porque (ideais à parte, realidade ativada!) aprendi que a melhor maneira de escolher o restaurante para o almoço era entrando no primeiro que aparecesse na minha frente na hora do soninho diurno dela – e isso significou desde uma cantininha italiana 100% desconhecida no Upper West até um sanduíche no Pret-a-Manger, passando por uma feliz chance de comer meu risotto favorito no Fig&Olive (único que de fato fazia parte dos meus planos iniciais!). Acho que o grande segredo de sucesso de viajar com uma criança tão pequena é exatamente se desapegar de planos ou expectativas prévias, deixando um quê de surpresa te guiar. Deixei de ir a lugares que amo, mas, ainda assim, posso dizer que foi a vez em que fui mais feliz em Nova York!
{p.s. o diário de viagem abaixo tem apenas os highlights do que eu lembro e/ou acho bacana recomendar!}

Uniqlo NYC

QUINTA-FEIRA, DIA 11.09
Desembarcamos em Nova York no meio da manhã e seguimos, em táxi normal, para o hotel. A ideia inicial era descansar até a tarde, mas MH estava tão empolgada (e, ao contrário dos papais, descansada depois de dormir o voo inteiro!) que uma hora depois estávamos na rua. Passamos numa At&t pertinho do hotel para colocar os chips americanos no celular (já contei sobre essa dica aqui e neste link você vê os planos atuais disponíveis). De lá, fomos andando pela quinta avenida – parada na Nike da rua 57, especialmente para a pequena – até a Catedral St. Patrick, quase sempre minha primeira parada na cidade. Pertinho dali, passei na nova filial da SunglassHutenorme, melhor lugar para encontrar qualquer modelo de óculos – e comprei o Rayban espelhado pink com o qual cis-mei! Antes de voltar para o hotel, paramos no supermercado WholeFoods que fica no subsolo do shopping da Columbus Circle – nunca tinha entrado, achei uma ótima opção para um dia chuvoso, com lojas como Sephora e GAP, além de uma filial da Moleskine Store e do supermercado em questão. No WholeFoods, o paraíso da galera-saudável e também das criancinhas que só gostam de comer frutas (oi, MH!), dá pra comprar qualquer fruta fresquinha cortada em pedacinhos, além de sucos e biscoitinhos mais naturais. Como não sobrariam forças para pensar em jantar neste primeiro dia, aproveitamos e, lá mesmo, compramos comida japonesa pra viagem, super ok! Voltamos atravessando o Central Park, que é sempre uma ótima pedida de boas-vindas.

Taxi FAO Shwarz

SEXTA-FEIRA, DIA 12.09
Descansadíssimos depois de uma noite dos sonhos na melhor cama do mundo, nós três começamos o dia no zoo do Central Park (obs. não tenho o hábito de tomar café da manhã, mas rompi o mito do “não consigo comer logo que acordo” por conta do Sant Ambroeus, café famosinho com várias filiais que tinha um coffee bar na porta do meu hotel – o croissant coberto de açúcar entrou pra minha lista dos “tem-que-comer” de NY. #EikeDesejo). Depois do parque, paradas na Apple (paraíso do papai) e na Fao Shwarz (paraíso de MH). Eu nem sou muito fã de pelúcias pra MH, mas as de lá são tão lindas que é irresistível levar pelo menos uma pra casa. Momento-descanso no hotel e, no meio da tarde, resolvi levar Maria Helena até o… Times Square. Sim, sou meio maluca (nem eu me entendo naquela confusão), mas eu queria que ela conhecesse a ToysRUs, loja de brinquedos bem legal e enorme que fica ali no meio do zunzunzum. Me empolguei além da conta no andar BabiesRUs (vale muito a pena fazer comprinhas ali) e ela foi da empolgação total à irritação máxima, óbvio. Saindo dali, só nos restou entrar no primeiro táxi que conseguimos e voltar pro hotel. Room service salvou o jantar!

Central Park Zoo

SÁBADO, DIA 13.09
A previsão do tempo no aplicativo do Weather Chanel (baixe já!) era perfeita e, já contando com a chuva, programamos um “dia indoor”. De manhã, o Museu da Criança, no Upper West, foi a alegria da minha MH. Há atividades interativas com luzinhas, giz, bolas e versões miniatura de ônibus, supermercado… Há mais diversão para crianças de três, quatro anos, mas ainda assim minha pequena aproveitou bastante. De lá, parei numa Barnes&Noble quase ao lado e demos uma volta pela região – nunca tinha andado por aquele pedaço do Upper West e amei, super gostoso, tranquilo, residencial e família, com muitos carrinhos de bebê por todos os lados. Na hora do almoço, entramos em uma cantininha chamada La Vela (depois de impressionantemente termos nosso carrinho de bebê barrado em outro italiano que graças a Deus esqueci até o nome!). Comemos bem, atendimento super correto e ambiente kids friendly exatamente como queríamos, com crianças bem-vindas em várias mesas. Pausa para descanso no hotel, timing perfeito para a chuva mais forte no meio da tarde. Lá pelas cinco horas, andamos pelo Upper East até a Giggle, loja de bebês na Madison com rua 74 que é muito legal. A ideia era comprar a capa de chuva para o carrinho e, como lá não tinha, a vendedora nos indicou a Buy Buy Baby, que eu inicialmente não pretendia ir. Ainda bem que fui! A loja não é tão grande como as de Miami nem mesmo como a BabiesRUs, mas dá pra encontrar muita coisa legal para os pequenos. Vale a visita. Bônus: a Buy Buy Baby, que fica dentro de uma Bed Bath & Beyond, oferece o serviço de entregar as compras em casa (ou no hotel!) no mesmo dia, sem custo, basta pedir no caixa. Ideia dos sonhos que deveria virar rotina em todas as lojas de NY.

Children's Museum

DOMINGO, DIA 14.09
O dia amanheceu muito maravilhoso. E o que se faz num domingo ensolarado em Nova York? Central Park, claro! Começamos pelo carrossel e seguimos depois para a Bethesda Fountain, área famosérrima (e linda!) que é sempre cenário de filmes e vira e mexe aparecia em Gossip Girl. Encontramos com a tia Jo (do F-Utilidades) e passamos a manhã inteira por ali. Excelente pedida para os pequenos, MH amou. (dica bônus: use o aplicativo do Central Park para localizar os pontos dentro do parque. Eu nunca consegui achar nada direito antes do surgimento dessa tecnologia maravilhosa!) Na hora do almoço, fui finalmente conhecer a comentada Plaza Food Hall, área de alimentação no subsolo do hotel Plaza, logo em frente ao parque. Tem várias opções gostosas, vale para um almoço rápido. Tarde de compras, porque ninguém é de ferro!

Bethseda Fountain

SEGUNDA, DIA 15.09
Nossa, passou muito rápido! Último dia inteiro na cidade e tentamos, sem sucesso, ir ao Top of the Rock, observatório que eu amo no topo do Rockefeller Center. Pela segunda vez nesta semana, a espera era de mais de duas horas e acabamos desistindo mesmo. Fui conhecer a famosa loja American Girl e, de fato, é um paraíso – não só para as pequenininhas! Embora as bonecas sejam recomendadas a partir de três anos (e embora MH tenha curtindo mais os carrinhos de bebê em miniatura!), não resisti em comprar sua primeira American Baby com direito a biquíni igual para boneca e menina! O almoço finalmente conseguiu ser em um “tem-que-comer” da minha lista de desejos, no Fig&Olive de Midtown. À tarde, enquanto o papai foi a BH (loja de eletrônicos e equipamentos de fotografia que eu tenho fobia e não entro mais por nada!), eu e MH descansamos um pouco no hotel e encerramos o dia no Central Parkincluindo o ótimo playground na altura da rua 67 leste – como legítimas new-yorkers!

Central Park Playground

obs. to escrevendo posts cada vez mais gigantescos pra testar quem é que consegue ler até o fim. Brincadeira, acho que esse encerra os “textos de Itu” sobre a viagem. A partir de agora, dicas mais curtinhas e objetivas! 😛

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Lifestyle

MH em NY: minha experiência de viagem internacional com uma bebê

19 de setembro de 2014

Quando coloco algo de verdade na cabeça, é difícil me fazer mudar de ideia ou tirar o foco total do objetivo. Foi assim que decidi que levaria MH para conhecer Nova York depois do meu aniversário, quando ela tivesse passado a marca dos 15 meses de idade. Meu marido não era nem um pouco fã da ideia, tinha certeza que seria um perrengue desnecessário. Minha mãe? Chegou a dizer que “essa viagem é uma maluquice”, usando um termo menos gentil no lugar de maluquice. Claro que todos tinham boas intenções, mas é fato que conseguiram me deixar insegura e até me fazer pensar em desistir algumas vezes ao longo dos três meses que separaram as reservas do embarque desta minha viagem internacional com uma bebê.

Fui alertada – pela minha família (a parte contra!) e por outras mães – que MH poderia ficar doente lá (e, como ela emendou dois meses de gripes e febres logo que entrou na escolinha em maio, essa possibilidade quase me apavorou a ponto de desistir). Que havia chances de não dormir no voo e/ou de chorar por conta de dor de ouvido causada pela pressão. Que os pais não aproveitavam nada. Que a criança não veria graça nem teria lembranças da experiência. Que o voo da ida até era tranquilo, mas o da volta… Juro que a intenção aqui não é praticar maternidade-ostentação, mas tudo correu muito, muito bem. Nenhum dos alertas acima se confirmou. Aproveitamos muito – ela principalmente! Acho que, lá no fundo, eu já sentia que não teria como eu ter colocado no mundo um ser que não amasse viajar e que não se apaixonasse por Nova York.

Meu intuito é compartilhar tudo sobre isso de modo a encorajar mais mães e pais. Dá trabalho? Claro. É diferente de viajar sem criança? Muito. Cada caso é um caso e adversidades podem de fato surgir? Sem dúvida. Mas, ainda que MH jamais tenha lembranças dessa experiência, eu vou guardar pra sempre a emoção que foi rever minha cidade favorita pelos olhinhos curiosos e empolgados da minha pequena. Valeu a pena, ô, se valeu!
{alerta post gigante, sabe-se lá se alguém vai ler até o fim!}

MH park

O AVIÃO
Crianças de menos de dois anos podem viajar no colo, sem pagar passagem (pagam apenas cerca de 10% do bilhete neste caso). A minha opção foi comprar a chamada “econômica confort” da Delta – se não me engano gastei cerca de 500 dólares para esse mini-upgrade ida-volta para duas pessoas. Reservei os assentos da primeira fileira central deixando a cadeira do meio vazia. A probabilidade daquele lugar ser ocupado era mínima, já que dificilmente alguém pagaria extra para sentar numa cadeira do meio, certo? De fato, os meus voos estavam super lotados, mas as cadeiras centrais da confort ficaram vazias. Com isso, tinha um lugar pra MH, mas admito que pouco foi usado pela própria. O espaço na frente da cadeira era excelente (eu, que tenho 1m76, podia esticar 100% minha perna), mas ela não deita como uma executiva e, por ser a primeira fila, não levanta os braços. Com isso, para MH dormir, só mesmo nos nossos colos. Nos revezamos e, embora não seja a coisa mais agradável do mundo, foi bem tranquilo. O mais importante é lembrar que passa rápido e o final compensa qualquer esforço. Ela mamou na hora da decolagem e, antes de atingirmos a altitude final, ela já estava dormindo. Acordou quando acenderam as luzes para o café da manhã. No voo da volta, tinha acabado de pegar no sono pós-mamada quando acenderam as luzes pro jantar e ela despertou – levemente irritada. Bastou apagarem novamente as luzes para que, com a ajuda de mais meia-mamadeira, ela finalmente dormisse tranquila até o Brasil.

NA MALA DE MÃO
Eu sempre gostei de viajar leve e quase nunca levei mala de mão. Mas uma criança pede uma preparação a mais. Levei, como sugerido, trocas de roupa pra mim e pro meu marido e duas trocas de roupa para a própria. Acrescentei uma versão reduzida da mini-farmacinha que estava na mala despachada. Nem toquei em nada! Na minha bolsa, levei mamadeiras com água (líquidos neste caso são liberados em todos os aeroportos), potinhos com pó do leite e a bolsa de trocas dela (lá comprei um trocador portátil que já carrega todo o necessário pra uma troca, maravilhoso!). E o santo iPad para emergências, que foi muito bem-vindo no voo de ida quando ela acordou uma hora antes do pouso.

TRANSPORTE
Sempre fui mega-fã de transporte público em Nova York, sempre usei muito metrô e ônibus por lá e sempre morri de medo dos taxistas locais – usava mais à noite e/ou quando exagerava muito nas sacolas. Com essa combinação, tinha dúvidas, muitas dúvidas de como me locomoveria por lá. No fim das contas, elegi o táxi como meio de transporte número dois – nossos pés e um ótimo carrinho para MH foram o número um! Não sei se houve um re-treinamento com taxistas ou se dei muita sorte, mas 100% dos carros que peguei foram super solícitos, educados, atenciosos e até desciam para colocar-tirar o carrinho na mala. Tentei usar o tal Uber (que tem a opção “family”, com cadeirinha de bebê), mas não tive sucesso. Na primeira vez, chegando no aeroporto, ainda estava sem celular (e só o wifi não é suficiente para chamar o carro pelo aplicativo). Na segunda, não havia carros family disponíveis. Na terceira, a mensagem de texto necessária para a confirmação demorou uma hora pra chegar e eu já estava no destino. Não experimentei transporte público, pois com carrinho e criança fiquei insegura de encarar.

MH transporte

ALIMENTAÇÃO
Nem pretendia abordar esse tópico, pois não é minha especialidade – MH é MUITO ruim para comer, mesmo aqui. Mas atendendo a perguntas, vou explicar resumidamente. Minha filha vive basicamente de fórmula e frutas! O pediatra nos orienta a jamais substituir refeições: não almoçou, vai ter que esperar até o lanche. E, na prática, o que acontece é que, com raras exceções, ela tem se sustentado com as três mamadas diárias. O único alimento que ela aceita com mais frequência é fruta. O que fiz em NY? Tinha sempre frutas frescas (no supermercado Whole Foods há todas cortadinhas em potes práticos pra vender) e biscoitinhos mais saudáveis à mão. Até tentava oferecer comidas – nos próprios restaurantes onde íamos –, mas entendi que aqueles seis dias não eram para dar continuidade à minha tentativa eterna de educação alimentar. Nas férias, tudo bem ela se alimentar com o que gosta. É apenas a MINHA forma de pensar, sem querer levantar bandeiras, ok?! Mas, no geral, acho – apenas acho! – que querer levar a disciplina máxima do dia a dia pras férias é tarefa quase impossível. E que o melhor da rigidez é poder flexibilizar um pouco de vez em quando!

PROGRAMAÇÃO
Sou super planejada em viagem: levo lista de programações, de compras, de lugares, de tudo! Desta vez, já montei um roteiro mais light do que o nosso habitual, com paradas estratégicas para descanso no meio do dia – eu e meu marido não costumávamos parar por um minuto antes de MH. Ainda assim, tive que cortar inúmeros planos. No segundo dia, empolgada com a aceitação da minha pequena ao frenesi novaiorquino, estiquei a corda além do que devia e, quando me dei conta, estava com ela no fim da tarde em plena confusão do Times Square. Foi a única vez que ela reclamou (é minha filha mesmo, não é muito chegada àquela região!) e reclamou bastante! Passado o perrengue de conseguir um táxi às seis da tarde de uma sexta-feira, tudo se ajeitou, mas eu resolvi pegar mais leve. E achei melhor trocar o carrossel do Brooklyn pelo do Central Park e a ida ao SoHo por passei-os mais próximos do hotel. Aproveitei o fato de estar em um hotel bem próximo do parque para fazer deste um passeio quase diário. E não abri mão de ir ao hotel todos os dias no meio da tarde para recarregar a bateria.

MH zoo

ROTINA?!
Mais uma vez digo: flexibilizar a rotina é importante para o sucesso de uma viagem. Assim sendo, tudo bem dormir às 8h30 em vez de às 8h, por exemplo. Claro que, como é super regradinha, ela mesma acabava seguindo seus horários – o cochilo diurno, que é entre meio-dia e duas da tarde por aqui, seguia padrões bem parecidos (e a gente aproveitava para almoçar com calma no restaurante mais próximo daquele momento!). Ter um carrinho bom, que reclina bem e tem uma capota que “fecha” mais a criança, ajudou bastante!

MH carrinho

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Lifestyle

Dicas, links e informações úteis para viagem com bebês

28 de agosto de 2014

Estudiosa – e semi-virginiana – que sou, fiz uma bela pesquisa ao planejar a primeira viagem internacional da MH. Internet (e Google!) adentro, é possível encontrar todos os tipos de respostas e muitas experiências reais escritas em primeira pessoa – o blog da Adriana Miller, uma viajante convicta, segura e mãe de uma loirinha muito fofa, é ótima referência. Para não ser (muito) repetitiva, vou reunir aqui apenas um top 5 objetivo do que eu tinha dúvida. Na medida para pesquisas rápidas…

bebe a bordo

1) A regra dos líquidos (normalmente proibidos em embalagens acima de 100ml em voos internacionais) se flexibiliza se há pequenos viajantes. Mamadeiras, pó para fórmula (aqueles potinhos com divisórias para três medidas de pó são ótima pedida), água, leite materno e remédios líquidos podem ser levados a bordo desde que em quantidade compatível com a duração do voo
{consulte sempre o site da companhia aérea e dos aeroportos por onde passará}

2) Importantíssimo: o passaporte brasileiro atual não tem filiação (alguém me explica por quê?!), então, além dele, você precisa levar certidão de nascimento ou carteira de identidade da criança.

3) É possível solicitar alimentação especial para o bebê/criança na companhia aérea. Mas acho prudente levar também seus próprios quitutes para emergências – claro que prefiro que MH se alimente bem, mas dez horas de voo não são o melhor momento para explicar pra uma criança de um ano que ele deve comer sopa de legumes e não biscoito maizena!

4) Agora um parênteses super pessoal: vejo muitos posts recomendando levar “a casa” na mala de mão. Sei que viajar com criança requer mais bagagem (eu era do tipo que nem mala de mão levava!), mas acho que dá, sim, para conter exageros. Um milhão de brinquedos, um milhão de trocas de roupa e um milhão de remédios podem dar uma sensação de segurança (e se ela for indispensável pra você se sentir bem, vá em frente!), mas têm grandes chances de serem mais peso do que real necessidade. Talvez eu me arrependa de não ter ouvido esse conselho, mas não pretendo exagerar no acervo, não.
{iPad salva-pátria, cobertor, duas trocas, fraldas, lencinhos, protetor descartável, biscoitinhos, mamadeiras com pó de fórmula, Tylenol, rinossoro e termômetro: não devo ir muito além disso!}

5) Coloquei ontem na minha página no Facebook este bilhete fofo inspirado em três casos gringos que eu havia lido. Pretendo colocá-lo em saquinhos transparentes acompanhado de chocolates e distribui-lo para as fileiras mais próximas. Eu já fui uma não-mãe e sei que uma criança pode incomodar quem não tem nada a ver com aquela história – até escrevi sobre isso no começo da minha gravidez. Enfim, acho que não custa demonstrar que, ainda que eu não consiga garantir a paz, me importo com quem está em volta.

bilhete avião

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