ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Mães & Filhos

Para os mini-cariocas – oficiais ou não!

16 de junho de 2016

Talvez nem seja novidade, mas só reparei nesta quinta-feira (16.06) um quiosque muito fofo no aeroporto Santos Dumont. Na área de embarque, bem em frente ao portão 5 – que era o do meu voo para São Paulo hoje – a Bebê Carioca tem uma infinidade de bodies e camisetinhas com estampas inspiradas em autênticos mini-cariocas. Não resisti e comprei uma pra minha carioquinha paulistana. Em tempo: a coleção para os meninos é ainda mais fofa!

bebê carioca para mini-cariocas

p.s. vi no site oficial que a marca tem lojas também em Ipanema, Copacabana e Tijuca. Os bodies vão até tamanho 12 meses e as camisetas, 6 anos.

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Lifestyle

Moda mãe e filha: a coleção fofa de Letícia Gonzaga

19 de abril de 2016

A dica vai para as mamães de meninas que amam uma fofura na hora de vesti-las – redundância?! Passeando ontem pelo instagram, morri de amores pelas fotos publicadas pela brasiliense Duda Maia: segurando sua bebê Allegra, a PR vestia looks em parzinho. O look parzinho em questão era este vestido com a estampa mais linda e alegre do mundo. Trata-se de uma criação do Ateliê Letícia Gonzaga, também de Brasília (Duda é RP da marca, por sinal), em uma recém-lançada linha kids.

Interessou? Dá pra ver estas imagens e mais sobre a coleção no instagram @atelie_leticiagonzaga!

Duda Maia para Ateliê Letícia Gonzaga

Detalhe moda mãe e filha

imagens: instagram Ateliê Letícia Gonzaga

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Mães & Filhos

Dez fatos que aprendi sobre o processo de desfralde

19 de abril de 2016

Quando MH ainda era bebê e as fraldas não tinham nem perspectiva de sair de cena por aqui, tive uma reunião com uma diretora de pré-escola que, entre vários outros ensinamentos úteis, me disse que a hora certa para o desfralde era fundamental no processo. Nem antes nem depois. Nem “na mesma hora de toda a turminha” nem quando atingir determinada idade no calendário. Cada caso, um caso… E que respeitar esse tempo único de cada criança era não apenas o segredo do sucesso para o processo, mas uma maneira de evitar até alguns problemas futuros. Guardei essa informação pra mim. Junto com um tanto de outras crenças que me faziam ter certeza de que tirar a fralda de uma criança até então condicionada a ela seria das coisas mais difíceis e complexas da maternidade, com direito a muito tempo de vazamentos e acidentes!

MH dois anos
MH aos recém-completados dois anos, no processo do desfralde diurno em 2015

1) Fique atenta ao seu filho; ele realmente sinaliza quando a fralda precisa ser abandonada! A hora certa faz toda a diferença, não se apresse.

Perto de completar dois anos, MH começou a se incomodar com a fralda e a despertar o desejo de “usar calcinha de mocinha”. Era hora de começar o desfralde diurno…

2) Converse e explique tintim por tintim para o pequeno sobre como vai funcionar. Que ele deve pedir para ir ao banheiro quando sentir vontade. No começo, não confie 100% na capacidade deste aviso e lembre-se de levá-lo até a privada de hora em hora.

3) Compre um adaptador sanitário que deixe a privada apropriada para o tamanho da criança. Evita a insegurança inicial de usar e é mais vida real do que o tal piniquinho – que não dá pra ser levado na bolsa, por isso não é um costume ideal de se introduzir!

Surpreendentemente esta etapa inicial entrou na programação de MH muito rápido. Foram poucas ocorrências de vazamento e logo ela estava adaptada a esta nova rotina, de uma forma que me faz ter certeza de que aprendemos novos hábitos rapidamente mesmo.

4) Comemore com a criança os avanços, os avisos na hora certa, a evolução de cada passinho do processo; jamais lamente os acidentes, diga apenas que avise na próxima vez e não coloque lente de aumento no negativo!

5) Uma vez retirada a fralda, não volte atrás ou confundirá a cabecinha da criança. Tirou, tirou!

MH seguia usando a fralda apenas na hora de dormir e, para essa, eu ainda não tinha previsão de retirada. Nem pressa! Por ter certeza de que seria um processo mais complexo – por ter supostamente que acordar MH múltiplas vezes no meio da madrugada, o que desperta seu nada bom humor ao ser despertada! – e por entender que mais acidentes e mais transtonos por acidente aconteceriam (molhar cama, trocar lençóis…), eu poderia adiar por muito tempo! Neste meio tempo, houve apenas um período de regressão, nas férias de dezembro, quando estávamos no Rio. Não sei se por sair do ambiente dela, pela mudança de rotina ou por ambos, foram vários vazamentos seguidos (sempre em casa), mesmo levando em conta que ela já estava desfraldada por mais de um semestre. Mas passado esse período, tudo entrou nos eixos novamente.

6) Respeite eventuais desandadas no processo, tenha paciência e volte a estaca zero, comemorando os acertos.

Com tanto tempo separando o desfralde diurno do noturno, eu já comecei a perceber que ela pedia para não colocar mais fralda na hora de dormir. Em janeiro ou fevereiro, conversei com ela e expliquei que, para que ela dormisse de calcinha (como pedia), a fralda deveria começar a acordar sequinha. E que, para isso, teríamos que ir ao banheiro no meio da madrugada se necessário. A vontade dela era tamanha que eu conto nos dedos de uma mão as vezes em que a levei para fazer xixi de madrugada (em raras vezes ela pediu). Com uma ou outra exceção, a fralda passou a acordar 100% seca com cada vez mais frequência. Esse período deve ter levado pouco mais de um mês e eu me preparava para dar o próximo passo. Pretendia antes comprar este produto que ajuda no período de desfralde, indicado por uma amiga com filha da mesma idade, pois como MH vem para minha cama antes de amanhecer, eu temia ter dois colchões “batizados” por noite!

7) Para decidir a hora da mudança, acredite no seu sexto sentido feminino!

Numa bela noite em março, na hora de colocá-la pra dormir, sei lá por que decidi que ela não colocaria fralda. Eu ainda não tinha comprado o tal produto-salvação de acidentes e fui com tudo num impulso quase irracional, furando a fila do meu próprio planejamento inicial. Confiei na sorte, nas fraldas que acordavam quase sempre secas, mas, principalmente, no meu sexto-sentido – porque MH dificilmente aceita sair da cama no meio da madrugada e são quase doze horas entre o horário que eu a coloco pra dormir e o despertar. Surpresa! Ela acordou na manhã seguinte não apenas sequinha, mas também feliz da vida comemorando o fato de que “agora não uso mais fralda, não sou mais bebê!”.

8) Às vezes é válido deixar o excesso de planejamento e controle dar lugar à mudança propriamente dita! O cérebro humano é fantástico e se adapta aos novos hábitos.

9) Deixar um tempo razoável entre os desfraldes diurno e noturno pode ajudar a deixar a criança mais preparada – e até mais na expectativa positiva – para esta etapa final. Além de garantir que ela estará mais apta para controlar a vontade de ir ao banheiro.

Cada caso é um caso e não é porque alguns desfraldes – diurnos ou noturnos – precisam de mais tempo para adaptação que eles deixam de acontecer no ritmo exato daquela criança. Mas eu sinto que, no meu caso, sofri por antecipação achando que seria muito mais complicado e o simples fato de esperar pelas horas certas foi suficiente. Já estamos há pouco mais de um mês sem fraldas por aqui e nunca houve acidente na parte da noite. Ela vai ao banheiro antes de ir para a cama, eventualmente solicita para ir novamente depois do leite e já acorda pedindo para fazer xixi. Mais uma etapa concluída por aqui; minha bebê é uma mocinha…!

10) Uma criança deixa de ser um bebê muito rápido! E nada sinaliza mais essa transição do que desmontar o trocador! 😮 

MH quase três anos
mocinha, prestes a completar três anos, com o desfralde completo concluído em 2016!

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