ALE GARATTONI

Mãe da Maria Helena, profissional de branding e apaixonada por moda e beleza! Meu blog é o espaço "hora do recreio" no qual divido dicas, inspirações, apostas no universo das it girls e minha vida primeira pessoa na maternidade.

Lifestyle

Moda mãe e filha: a coleção fofa de Letícia Gonzaga

19 de abril de 2016

A dica vai para as mamães de meninas que amam uma fofura na hora de vesti-las – redundância?! Passeando ontem pelo instagram, morri de amores pelas fotos publicadas pela brasiliense Duda Maia: segurando sua bebê Allegra, a PR vestia looks em parzinho. O look parzinho em questão era este vestido com a estampa mais linda e alegre do mundo. Trata-se de uma criação do Ateliê Letícia Gonzaga, também de Brasília (Duda é RP da marca, por sinal), em uma recém-lançada linha kids.

Interessou? Dá pra ver estas imagens e mais sobre a coleção no instagram @atelie_leticiagonzaga!

Duda Maia para Ateliê Letícia Gonzaga

Detalhe moda mãe e filha

imagens: instagram Ateliê Letícia Gonzaga

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To Grávida

Dez fatos que aprendi sobre o processo de desfralde

19 de abril de 2016

Quando MH ainda era bebê e as fraldas não tinham nem perspectiva de sair de cena por aqui, tive uma reunião com uma diretora de pré-escola que, entre vários outros ensinamentos úteis, me disse que a hora certa para o desfralde era fundamental no processo. Nem antes nem depois. Nem “na mesma hora de toda a turminha” nem quando atingir determinada idade no calendário. Cada caso, um caso… E que respeitar esse tempo único de cada criança era não apenas o segredo do sucesso para o processo, mas uma maneira de evitar até alguns problemas futuros. Guardei essa informação pra mim. Junto com um tanto de outras crenças que me faziam ter certeza de que tirar a fralda de uma criança até então condicionada a ela seria das coisas mais difíceis e complexas da maternidade, com direito a muito tempo de vazamentos e acidentes!

MH dois anos
MH aos recém-completados dois anos, no processo do desfralde diurno em 2015

1) Fique atenta ao seu filho; ele realmente sinaliza quando a fralda precisa ser abandonada! A hora certa faz toda a diferença, não se apresse.

Perto de completar dois anos, MH começou a se incomodar com a fralda e a despertar o desejo de “usar calcinha de mocinha”. Era hora de começar o desfralde diurno…

2) Converse e explique tintim por tintim para o pequeno sobre como vai funcionar. Que ele deve pedir para ir ao banheiro quando sentir vontade. No começo, não confie 100% na capacidade deste aviso e lembre-se de levá-lo até a privada de hora em hora.

3) Compre um adaptador sanitário que deixe a privada apropriada para o tamanho da criança. Evita a insegurança inicial de usar e é mais vida real do que o tal piniquinho – que não dá pra ser levado na bolsa, por isso não é um costume ideal de se introduzir!

Surpreendentemente esta etapa inicial entrou na programação de MH muito rápido. Foram poucas ocorrências de vazamento e logo ela estava adaptada a esta nova rotina, de uma forma que me faz ter certeza de que aprendemos novos hábitos rapidamente mesmo.

4) Comemore com a criança os avanços, os avisos na hora certa, a evolução de cada passinho do processo; jamais lamente os acidentes, diga apenas que avise na próxima vez e não coloque lente de aumento no negativo!

5) Uma vez retirada a fralda, não volte atrás ou confundirá a cabecinha da criança. Tirou, tirou!

MH seguia usando a fralda apenas na hora de dormir e, para essa, eu ainda não tinha previsão de retirada. Nem pressa! Por ter certeza de que seria um processo mais complexo – por ter supostamente que acordar MH múltiplas vezes no meio da madrugada, o que desperta seu nada bom humor ao ser despertada! – e por entender que mais acidentes e mais transtonos por acidente aconteceriam (molhar cama, trocar lençóis…), eu poderia adiar por muito tempo! Neste meio tempo, houve apenas um período de regressão, nas férias de dezembro, quando estávamos no Rio. Não sei se por sair do ambiente dela, pela mudança de rotina ou por ambos, foram vários vazamentos seguidos (sempre em casa), mesmo levando em conta que ela já estava desfraldada por mais de um semestre. Mas passado esse período, tudo entrou nos eixos novamente.

6) Respeite eventuais desandadas no processo, tenha paciência e volte a estaca zero, comemorando os acertos.

Com tanto tempo separando o desfralde diurno do noturno, eu já comecei a perceber que ela pedia para não colocar mais fralda na hora de dormir. Em janeiro ou fevereiro, conversei com ela e expliquei que, para que ela dormisse de calcinha (como pedia), a fralda deveria começar a acordar sequinha. E que, para isso, teríamos que ir ao banheiro no meio da madrugada se necessário. A vontade dela era tamanha que eu conto nos dedos de uma mão as vezes em que a levei para fazer xixi de madrugada (em raras vezes ela pediu). Com uma ou outra exceção, a fralda passou a acordar 100% seca com cada vez mais frequência. Esse período deve ter levado pouco mais de um mês e eu me preparava para dar o próximo passo. Pretendia antes comprar este produto que ajuda no período de desfralde, indicado por uma amiga com filha da mesma idade, pois como MH vem para minha cama antes de amanhecer, eu temia ter dois colchões “batizados” por noite!

7) Para decidir a hora da mudança, acredite no seu sexto sentido feminino!

Numa bela noite em março, na hora de colocá-la pra dormir, sei lá por que decidi que ela não colocaria fralda. Eu ainda não tinha comprado o tal produto-salvação de acidentes e fui com tudo num impulso quase irracional, furando a fila do meu próprio planejamento inicial. Confiei na sorte, nas fraldas que acordavam quase sempre secas, mas, principalmente, no meu sexto-sentido – porque MH dificilmente aceita sair da cama no meio da madrugada e são quase doze horas entre o horário que eu a coloco pra dormir e o despertar. Surpresa! Ela acordou na manhã seguinte não apenas sequinha, mas também feliz da vida comemorando o fato de que “agora não uso mais fralda, não sou mais bebê!”.

8) Às vezes é válido deixar o excesso de planejamento e controle dar lugar à mudança propriamente dita! O cérebro humano é fantástico e se adapta aos novos hábitos.

9) Deixar um tempo razoável entre os desfraldes diurno e noturno pode ajudar a deixar a criança mais preparada – e até mais na expectativa positiva – para esta etapa final. Além de garantir que ela estará mais apta para controlar a vontade de ir ao banheiro.

Cada caso é um caso e não é porque alguns desfraldes – diurnos ou noturnos – precisam de mais tempo para adaptação que eles deixam de acontecer no ritmo exato daquela criança. Mas eu sinto que, no meu caso, sofri por antecipação achando que seria muito mais complicado e o simples fato de esperar pelas horas certas foi suficiente. Já estamos há pouco mais de um mês sem fraldas por aqui e nunca houve acidente na parte da noite. Ela vai ao banheiro antes de ir para a cama, eventualmente solicita para ir novamente depois do leite e já acorda pedindo para fazer xixi. Mais uma etapa concluída por aqui; minha bebê é uma mocinha…!

10) Uma criança deixa de ser um bebê muito rápido! E nada sinaliza mais essa transição do que desmontar o trocador! 😮 

MH quase três anos
mocinha, prestes a completar três anos, com o desfralde completo concluído em 2016!

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To Grávida

Mamãe, conta aí: Miriam Wu

27 de outubro de 2015

Conheci a Miriam numa época em que eu era uma grávida 100% perdida, sem saber o que comprar para o enxoval da minha filha – já contei várias vezes aqui, eu não tinha a menor noção de nada sobre esse universo bebês e crianças. Ela, com sua consultoria Tips For Mommy, me ajudou a montar uma lista pé no chão, sem exageros, mas com todas as funcionalidades atendidas.

A Mi mora em Miami há vários anos com o marido e as duas filhas, Victoria (4) e Sofia (2). É de lá que toca seu concierge de maternidade, acompanhando futuras mamães nas compras e decisões, e que comanda casa, família, crianças e rotina. Nosso papo é sobre maternidade, criar filhos em outro país e dicas de Miami para crianças. Conta aí, Miriam…

Miriam Wu

* O que toda mãe sabe, mas não conta (e a gente só descobre depois de dar à luz)?
Ixi, tantas coisas…! Na realidade, eu até acho que elas tentam nos contar algo, mas nós só conseguimos assimilar a informação quando de fato nos tornamos uma. A maternidade é algo muito particular. É uma relação íntima que envolve somente a mãe e o filho, na qual os dois vão se afinando até o encontro do compasso perfeito de um ideal estabelecido por este relacionamento. Por isso é díficil citar uma ‘verdade única’ que deva ser dito ou avisada a alguém, pois cada maternidade é diferente uma da outra. Mas, para citar uma, eu arriscaria dizer que se existe uma coisa (que eu acredito que deva ser de uma forma GERAL) que talvez uma mãe não diga é que não existirá um só dia que ela não se preocupará com o seu filho. E que esta preocupação irá lhe acompanhar até o fim da sua vida. Sabe aquela tranquilidade de deitar na cama e não pensar em mais nada? Esqueça! Ela simplesmente acaba no dia em que você dá à luz e se torna uma mãe.

* Se você fosse garota-propaganda de um produto baby, qual seria?
Ai…. são tantos produtos que eu gosto muito. Eu sempre tenho os meus favoritos para cada fase da criança – são muitos! Para os récem-nascidos, os cueiros da marca Aden & Anais são excelentes. Outro produto que eu adoro, sou fã e uso muito até hoje com as meninas, são as meias-sapatilhas da marca brasileira Puket. Elas são super lindinhas, muito confortáveis e são ótimas para proteger os pezinhos. A linha atende desde bebês até crianças maiores. Super recomendo até como uma opção de presentinho, não tem quem não goste!

* O que você faz quando quer se desligar um pouco da vida corrida de mãe?!
Amo assistir a filmes. Se não consigo ir ao cinema, faço uma sessão-pipoca em casa e está tudo certo! Já está garantido o meu momento relax.

* O que (em você) te surpreendeu depois que virou mãe?!
Tantas coisas… É impressionante a nossa capacidade de mudar!  Com a chegada da maternidade, percebi que sou mais forte, segura e determinada – muito mais do que um dia eu poderia imaginar na vida que eu fosse ser! Me surpreendo com a maturidade, serenidade que a maternidade trouxe para eu tomar decisões e fazer as escolhas por mim e para a minha família. Também me surpreendi com o aumento do nível de tolerância e paciência. E, muitas vezes, me pego admirada com a minha capacidade de conseguir fazer e administrar tantas coisas diferentes ao mesmo tempo (e, definitivamente, depois desta minha resposta… acabo de constatar que a modéstia também parece ter ido embora depois da maternidade).

* Principalmente agora com o Brasil em crise, muitas pessoas dizem ter o desejo de mudar para os Estados Unidos. Qual é o lado B, que nem todo mundo conhece, de criar os filhos em Miami?
Não encontro muitos pontos negativos em se criar filhos por aqui, mas o que pesa mesmo em você estar longe é o não-convivio diário ou frequente com os seus familiares. É ter que aprender a criar seus filhos, sabendo que eles não poderão desfrutar do colo gostoso dos avós todos os fins de semana, é saber que não poderemos estar sempre juntos daqueles que amamos em todas as datas ou ocasiões especiais… É criar seus filhos ensinando a conviver diariamente com a saudade! 

* Qual a melhor programação para os pequenos em Miami?
Miami é uma cidade super kids-friendly, existe uma variedade imensa de programas para fazer com as crianças, tanto indoor quanto outdoor. Eu sempre opto em fazer programas ar livre com as meninas – Miami é uma cidade linda e não aproveitar a natureza que ela oferece seria até uma ofensa a ela. Seguem algumas dicas:
– Ir a Hammock Park, que fica localizado em Coral Gables: o parque é formado por uma piscina natural com a água do mar, que se renova a cada maré e o pôr do sol é de tirar o fôlego.
– Visitar o Metro Zoo ou o Safari de Palm Beach (que fica um pouco mais longe): as crianças ficam fascinadas com os animais e ainda têm a oportunidade de poder alimentar alguns deles.
– Ir ao parque de South Point, em Miami Beach, e aproveitar para fazer um picnic na grama, jogar bola, ou simplesmente caminhar até a praia e por ali ficar!

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