ALE GARATTONI

Mãe da Maria Helena, profissional de branding e apaixonada por moda e beleza! Meu blog é o espaço "hora do recreio" no qual divido dicas, inspirações, apostas no universo das it girls e minha vida primeira pessoa na maternidade.

Lifestyle

O que você vai aprender em 2017? Ótimos cursos em SP!

6 de fevereiro de 2017

Neste clima de comecinho de ano e preparação de lista de metas da temporada, é sempre ótima pedida incluir algum(ns) curso(s). E a seleção deste post tem opções para todos os gostos e perfis. Eis três programas super recomendados em São Paulo – de palestras para mães a workshops de coaching, passando por encontros de atualidades & geopolítica, um destes será ideal para seu momento!

cursos em sp
imagem sala de aula via Shutterstock

A FILOSOFIA DO COACHING PARA MULHERES NA PRÁTICA
Valores & habilidades, resistência a mudanças, crenças limitantes, auto-estima e até excelência são temas abordados na filosofia do coaching com o objetivo de fazer com que cada pessoa consiga ter uma vida mais produtiva – e feliz – quando alinhada com seu real propósito. E é unindo embasamento teórico e muito dinamismo prático (aquele que vem com verdade, paixão e alma!) que a coach Thais Roque Potomati vai deixar estes temas mais próximos da sua realidade neste ano. Para quem acompanha a programação da AG Branding, Thais foi uma das incríveis palestrantes do workshop AG Branding Planeje 2016 há pouco mais de um ano! Os módulos acontecem uma vez por mês em um espaço em Pinheiros e cada um sai por R$ 332. Detalhes e inscrições, aqui.

Thais Roque

BAGAGEM E REPERTÓRIO CONTEMPORÂNEO
Um dos programas mais elogiados entre a turma que sabe das coisas, as palestras do M.Inq (@m.inq no instagram) são encontros quinzenais separados em quatro temas independentes, todos comandados pelos maiores especialistas de cada área: filosofia & história; geopolítica & atualidades; cabala e arte contemporânea. Se você quer saber conversar sobre tudo que acontece e entender cada novo movimento do mundo, está aí a receita! Os programas variam de 6 a 17 encontros cada e acontecem ao longo deste 1º semestre, sempre na hora do almoço, no cinema do shopping Cidade Jardim. Para a programação completa, informações sobre valores e inscrições, envie um e-mail para m.inq@icloud.com.

M-Inq

PARA MÃES, EDUCADORAS & MÃES EDUCADORAS
Educar não é trabalho para preguiçoso”: esse é o ótimo lema do novo programa de palestras que o Pausa para Prosa organiza com a psicóloga e consultora educacional Rosely Sayão – uma das maiores referências em educação no país. Em quatro encontros mensais no Lounge do shopping JK Iguatemi, a especialista fala sobre ética, cumplicidade, família e tradição em papos práticos e voltados para o dia a dia, foco deste evento que há anos reúne mães de crianças e adolescentes em São Paulo. O investimento para o programa completo é de R$ 1.000, que podem ser pagos em até três parcelas ou à vista com 5% de desconto. Detalhes e inscrições estão disponíveis no e-mail pausaparaprosa@pausaparaprosa.com.

pausa para prosa

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Lifestyle

Você já conhece a proposta de uma escola de vida?

20 de abril de 2016

Lembro de ter lido – e curtido – a proposta da The School of Life quando ela estava para aterrissar em São Paulo, mas depois acabei perdendo mais notícias sobre isso. Daí que, há dois meses, saindo de um curso com encontros mensais, vi que eu estava numa casa exatamente ao lado da tal escola. Como sincronicidade sempre acontece em cadeia, pouco tempo depois um livro com o selo The School of Life me foi passado como “tarefa de casa”. E me encantei novamente com a proposta – na descrição do site oficial, um espaço “dedicado a desenvolver inteligência emocional com cursos, programas e serviços voltados para como viver bem e sabiamente”. Ainda não experimentei nenhum programa deles, mas pelas definições me parece algo similar à filosofia do coaching, pela qual sou encantada.

school of life

Acompanhando a página no Facebook, tenho visto vários cursos bacanas: criatividade, relacionamentos, meditação, escrita e equilíbrio estão entre os temas das aulas, que acontecem em São Paulo e no Rio. Para ver o calendário completo, clique aqui. Se alguém já tiver experimentado me conta?!

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Primeira Pessoa

O que é – e por que – ter um blog em 2016

30 de março de 2016

Eu já tive cinco blogs, contando com o atual. Seis, levando em conta que o ItGirls foi, voltou e foi de novo. Muita gente deve achar que mudo muito de opinião. Há quem deva me julgar instável e não, eles não estão sem razão para tal. Mas isso é muito mais efeito de uma crença que nos é imputada desde que nascemos, de que somos os mesmos do dia zero ao juízo final. E ninguém é. Eu não sou, nunca serei, credo. Eu mudo de opinião, de vontade, de profissão e, na minha humilde opinião, o que vale é que tudo seja infinito enquanto dure. Carreiras, relacionamentos, ideias, que elas me preencham e me façam apaixonada durante suas vigências. Até que, então, possam dar lugar aos próximos das respectivas filas.

dica blog

Aí o mundo muda. Aí a comida preferida, de tão consumida, passa a nos causar enjoo só de sentir o cheiro, quem nunca passou por isso? Aí aquela quase-certeza se desconstrói quando a gente adquire mais repertório na vida. Aí dá vontade de começar do zero em algo que traga mais desafios do que certezas. Zona de conforto, nunca entendi por que essa expressão leva esse nome, já que para mim essa marola inofensiva e previsível não tem nada de confortável. Mas cada um cada um…

Comecei a rascunhar esse texto depois de me deparar com a chamada de uma matéria do YouPix, que diz exatamente algo sobre o que tenho conversado há tempos com amigas próximas que também blogam. As eras na internet mudam mais rápido do que em qualquer outro universo (culpa da fibra ótica, quem usou a discada é que sabe!). E agora é a hora e a vez do real. Do humano. Do opinativo e do primeira pessoa. Da identificação.

frase YouPix

Em 2007 – quase vida passada se tivermos um bom 4G como parâmetro –, eu comecei um blog que se chamava ItGirls e mostrava a vida de meninas que tinham estilos de vida que nunca seriam os nossos, a maioria que escrevia e consumia aquele conteúdo. Aquilo fazia um super sentido. Era a força do aspiracional, do recreio que divertia só por inspirar e mostrar o belo. O inatingível. Esse blog saiu de cena no auge e claro que eu tive momentos em que quase acreditei nos que me chamavam de doida, por deixar pra trás algo tão forte. Quer saber? Aquele mesmo blog, se feito daquela exata maneira, em terceira pessoa, com vínculo próximo de zero com a autora, não seria nada representativo hoje. Para os desejos de consumo de informação de hoje.

Algumas pessoas pegaram a onda do aspiracional e se tornaram, elas próprias, personalidades que inspiram e engajam. O fizeram por mérito, por carisma, por timing, tudo junto. Mas mesmo elas, com suas vidas distantes da realidade da maioria, são relevantes porque mostram o que são em primeira pessoa. E mesmo elas, com todos os milhões de pessoas que as acompanham fielmente, já começam a dividir a preferência da plateia com outros perfis TÃO antônimos – Jout Jout no YouTube e Thaynara no Snapchat, só para citar os mais fortes e recentes fenômenos.

Ruth Manus

A verdade é que quem me acompanha já percebeu que sem muito alarde eu adaptei pela enésima vez (enésima e não última, porque eu sou assim!) a pegada editorial do meu blog. Ela tem seguido o que eu mais tenho gostado de ler, ou seja, textos super pessoais sobre o que penso, o que testo, o que consumo de informação, o que gosto, onde vou – o blog que mais amo hoje é o Tem a Ver Comigo, que é exatamente um diário normal de uma pessoa normal com uma vida normal que divide dicas tão aleatórias como um livro, um lugar, um serviço.

É o que eu tenho chamado intimamente de “blogando como se fosse 2006”. Depois que nossos wwws ganharam as redes sociais como concorrentes, os looks e imagens bonitas não precisaram de nada além de um instagram. As notícias? Se resolvem em 140 caracteres de um tweet. Tá visto, tá suficiente. O que resta a um blog? A primeira pessoa real. O compartilhamento de algo que vai ser útil na prática também para quem lê. A identificação. O espectador não quer mais ser um mero receptador de conteúdo, ele quer ser parte da conversa.

E essa percepção de momento me inspirou também a quebrar um auto-bloqueio profissional…

Sempre havia me impedido de oferecer cursos ou serviços específicos para blogueiros porque temia a expectativa de entrega de algo que não existe {como a fórmula para criar a próxima Thássia, que muitas aguardaram e tentaram mesmo}. Mas hoje, encantada e inspirada por esse novo momento de blogar, sei que a ferramenta blog tem mil e uma utilidades. E é para quem quer criar uma voz, se posicionar dentro de um nicho e se valer de técnicas reais para fazer bem feito que eu vou estrear a mentoria Dica-Blog. Não é para quem quer acumular dez milhões de seguidores nem para quem quer disseminar o lifestyle esteticamente perfeito inatingível, mas certamente vai divertir, agradar e ser útil para quem quer se comunicar e usar o poder da rede para conquistar coisas incríveis, na vida ou na carreira!
{sobre a Mentoria Dica-Blog, conto mais até o fim de semana, aqui, no Facebook e no instagram @agbranding, combinado?! Só aproveitei a deixa para linkar uma coisa a outra.}

Carol Ruhman

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