ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Lifestyle

O curso que deveria ser obrigatório no mundo!

16 de abril de 2012

Comentei por alto nesse post sobre o curso You in Action, programa criado por duas profissionais de coaching – vou voltar a falar mais sobre o coaching individual em breve, mas para quem ainda não conhece o termo, segue uma pequena descrição do site do Raia Coaching, criado por Ana Raia, por sinal uma das criadoras do You in Action.

Estou participando da terceira turma e, embora ainda esteja no 4º módulo (são 10 no total), já recomendo, sem medo de errar, o curso como uma opção fundamental para todo mundo que precisa ou quer dar um reboot na vida, na carreira, nas próprias escolhas. Pra quem quer conseguir, como diz a descrição do curso, o trio equilíbrio-tempo-qualidade (e alguém não quer?!). Brinco que esse processo, que acontece em grupos de cerca de 30 mulheres das mais diversas faixas etárias e experiências de vida, deveria ser OBRIGATÓRIO para viver em sociedade! Mexe muito, muito mesmo com a gente, com as nossas crenças, com a nossa forma de enxergar a (nossa própria) vida e até com o nosso relacionamento com as pessoas a nossa volta. Mas é o tipo de vivência que me faltam palavras pra descrever – e olha que é difícil me deixar sem palavras! –, só quem participa entende exatamente como é importante, como é um investimento pra sua vida toda.

O motivo deste post é que Ana Raia e Ale Sanchez, minhas mais novas gurus inspiradoras e responsáveis por todo o desenvolvimento desse programa, abriram as inscrições para a quarta turma – que, atendendo a pedidos, desta vez acontecerá no turno da noite, sempre às quartas-feiras. A título de curiosidade, aproveito pra acrescentar minha experiência pessoal: fui assistir a uma palestra de apresentação sobre o curso sem nenhuma intenção pessoal (a ideia era ver se a pauta era importante para uma matéria), com um propósito pontual, e nos dias seguintes não consegui parar de pensar no que tinha ouvido ali. Foi essa a deixa de que era hora de eu fazer minha própria matrícula. A cada aula, me sinto mais realizada e sinto, em muitos momentos, como os temas lá tratados estão em total sintonia com o que prego nos textos aqui no It – quando elas falaram sobre a importância de se colocar as metas no papel dias depois de eu ter publicado o post sobre metas e planilhas, foi sincronia total e absoluta (apenas uma delas!). E tenho sentido tantas mudanças, tenho feito tantas pequenas revoluções internas, que minhas amigas já até brincam que estão com medo desse meu curso…

Enfim, para quem é de São Paulo e tem a oportunidade de participar, dou meu aval de olhos fechados! Mais informações sobre o programa e sobre as inscrições, no site oficial.

You in Action

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Lifestyle

Ainda sobre baixas e desapegos…

9 de abril de 2012

Quem acompanha o It e a fanpage do Facebook sabe como ando a freak das baixas e desapegos de exageros: já se foram quase dez sacolas grandes de roupas, cerca de mil CDs (porque no meu tempo não existia iTunes e eu sempre fui muito musical!) – depois de devidamente passados pro computador, claro –, uma parte da minha coleção de mais de 15 anos de revistas e outras coisinhas sem muita utilidade. Renovar é preciso, abrir espaço na vida pra entrar coisas boas, idem. Ao menos, é uma ideia na qual acredito.

Mas hoje a dica é mais específica para quem quer entrar na maravilhosa onda das baixas. Sabe quais são as primeiras peças que devem rodar? Aquelas que entraram na sua vida por mãos que, por algum motivo e em algum momento, deixaram de ser bem-vindas. Pra ser mais clara: a regata que ganhou da conhecida que se mostrou uma sanguessuga de caráter duvidoso, o vaso de flores que foi presente de casamento de alguém que não foi legal quando você esperava, o acessório que saiu de uma gaveta que (Tk God!) não faz mais parte do seu dia. Essas coisas, que vieram com energias que você prefere não mais ter em sua vida, devem ser as primeiras a rodar.

Uma vez, uma grande amiga compartilhou no Facebook o conselho de sua sábia avó velhinha, que tinha na ponta da língua sua receita para viver muitos e muitos anos: “Não faça inimizades”. Eu concordo, não quero ter inimigos, mas isso não faz com que, vez por outra, eu não prefira fazer umas baixas humanas também (e, de quebra, as baixas do que veio junto com esses humanos!). É renovador, exatamente como todos os descarregos desapegos costumam ser!

Baixa no closet

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Lifestyle

A liberdade de dizer não (& fazer escolhas)

4 de abril de 2012

Quem me segue no Instagram viu que postei hoje por lá sobre um curso que estou fazendo há três semanas que, desde já, começa a revolucionar minha vida – mais pra frente vou contar e recomendar pra todos aqui, com absoluta certeza. Basicamente falando, ele é ministrado por duas profissionais de coaching (também voltarei a falar sobre esse tema tão útil no desenvolvimento pessoal e profissional em breve) e trata de temas que afligem a todos nós: tempo, equilíbrio e qualidade. Segue a linha de alguns posts do It que depois que escrevo penso “mas isso não é óbvio? não serei xingada por sugerir coisas tão básicas?”, mas que, no fundo, todos precisamos ouvir de fora, com exemplos, com embasamento, com seriedade.

Um dos focos da aula de hoje foi o NÃO, essa palavrinha tão dura, tão difícil, tão delicada e que, por tantas e tantas vezes, nos coloca em maus lençóis e mal- entendidos. Mas o que ela tem de polêmica ela tem de necessária. E juntanto a teoria da aula com meu próprio exemplo, posso afirmar que não dizemos tantos nãos especialmente por culpa de nós mesmos: medo de desagradar, vontade de evitar o conflito e, principalmente, uma necessidade (muitas vezes subliminar) de agradar aos outros e ao que os outros esperam da gente. É a vontade de dar orgulho pro pai, pra mãe, pro marido – como se no fundo eles não quisessem mesmo a nossa genuína felicidade, quer orgulho maior?! É meio como que o “parecer feliz” se tornasse mais importante do que o “ser feliz de fato” – já escrevi sobre isso muitos anos atrás, em meu e-book (capítulo 4).

Tudo isso é só pra propor um exercício a cada um que acompanha meus textos: pare, pense, avalie. Veja o que está fazendo, o que está escolhendo e se, por ventura, precisa sacrificar algum valor pra isso. Tema menos o não. Se bem falado e executado (e isso Ana Raia e Ale Sanchez ensinam no curso You in Action, que eu vou recomendar em breve!), ele pode ser libertador não apenas para quem fala, mas também para quem ouve. Ser feliz é a única obrigação, o resto é bônus!

You in Action

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