ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Lifestyle

A febre dos livros de colorir para adultos

6 de abril de 2015

Cena 1: começo a ver em fotos no instagram de brasileiras e gringas livrinhos coloridos ao lado de caixas de lápis de cor, no estilo “pinte você mesma”. Penso “legal, mas não teria paciência”. Cena 2: uma leitora me manda o link do tal livro-sensação, que eu então descubro que se chama Jardim Secreto, e diz que achou a minha cara. Respondo “achei o máximo, mas sou muito ansiosa pra conseguir esta tarefa”. Cena 3: assistindo ao programa Em Pauta, da GloboNews, ouço que o tal Jardim Secreto já vendeu mais de um milhão de cópias no mundo todo. Taí, começo a ter vontade de experimentar e… descubro que ele está esgotado em todas as livrarias. Tentei, na semana passada, em várias delas e nada. E o que acontece quando uma mulher percebe que algo bonitinho está esgotado? Ela passa a desejar profundamente!

livro de colorir

Essa introdução foi para explicar por que me rendi e comprei um Jardim Secreto para chamar de meu – sim, depois da epopeia da procura, consegui, com a ajuda de uma amiga, encontrar na carioca Travessa {comprei online neste link, com 20% de desconto}.
UPDATE: o livro esgotou também no site da Travessa. Pesquisei e encontrei-o aqui em versão pré-venda na Saraiva (envio prometido para o dia 15.04). Já na Livraria Cultura, há neste link estoque do Floresta Encantada, uma espécie de continuação, que leva a assinatura da mesma artista.

Jardim Secreto

Deve chegar por aqui amanhã ou depois e eu já separei minhas caixas de lápis de cor abandonadas desde os tempos da faculdade de moda {vocês sabiam que fiz moda durante um ano em 2001?! Entrei e saí sem conseguir desenhar um vestido, mas os lápis de cor eram minha razão de estar ali!}. A promessa do livro-sensação é que a atividade de colorir ajuda a combater o estresse e a ansiedade. Se eu conseguir colocá-lo à frente da procrastinação tecnológica na minha lista de afazeres, já valeu o preço!

lápis de cor
{caixa de lápis de cor, Caran d’Ache}

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Lifestyle

Por que eu não recomendo o Invisalign

19 de agosto de 2014

Posts com conotação negativa não costumam aparecer por aqui. Me arrisco a dizer que, em toda minha história na internet, conto nos dedos de uma mão – e com sobra de dedos – a quantidade de vezes em que escrevi uma não-recomendação de um produto ou serviço. Não porque sou boazinha, imparcial ou sem opinião: a questão sempre foi que prefiro falar do que gosto e omitir a existência do que não aprovo. No entanto, há exceções que às vezes preciso publicar. E é o caso do Invisalign, que eu havia citado positivamente há exatamente um ano. É esta citação que me obriga a voltar no assunto, pois não acho certo dar meu aval para algo que, no fim das contas, não entregou o resultado previsto e prometido. Me precipitei em avaliar antes do término do tratamento e aprendi a lição. Mas, até por ser algo que requer um investimento considerável, acredito que seja importante dizer o que nem todo mundo diz: não dá certo pra todos.

sorriso

Houve melhorias consideráveis no meu sorriso? Sim, muitas, sem dúvida. O que era um quase-complexo pessoal pra mim hoje já não me causa incômodo estético. Me entregaram o resultado previsto no programinha que supostamente acompanha os movimentos reais feitos pelo aparelho? Não, não e não. O tratamento em si, que terminou há um ano, deixou desalinhamentos não previstos no programa. Até aí, me fora passado que é algo normal e que é exatamente pra isso que existe a chamada “fase de refinamento”. Pois bem, na reta final da fase de refinamento, mais uma vez, a previsão do programa de computador está incompatível com o resultado real. E se uma incompatibilidade de resultados pode ser esperada, duas já se mostram um problema. Quem me garante que em uma terceira tentativa de correção o sorriso vai acompanhar o que a Invisalign prevê em computador? Perdi a confiança…

Eu acho muito importante mostrar esse lado B. Sei que pra muitas pessoas dá certo, mas existem outras que, como eu, têm essa resposta. E avaliar tudo isso antes de se decidir por este aparelho, que é um inve$timento, é importante – hoje eu estou em um momento da minha carreira em que usar um aparelho fixo seria muito mais desagradável do que há três anos (enquanto eu estava curtindo minha gravidez e sendo mãe em tempo integral, ele, o aparelho fixo, teria sido, sim, uma alternativa super possível – e que teria me custado um décimo do que gastei provavelmente!).

Ainda não sei que fim vai levar meu tratamento. Admito que estou tão esgotada deste corredor eterno que não acaba nunca que já me questiono se vou (tentar) terminar, tentar solucionar. Primeiro porque não confio mais 100% no que é apresentado pelo computador. Segundo porque já gastei mais tempo, dinheiro e energia do que gostaria. Terceiro porque a reversão de expectativa já é maior do que o desejo de ter o resultado ideal proposto. Eu gostaria de ter lido um lado B às maravilhas da tecnologia do Invisalign antes. Para uma amiga, deu super certo. Mas nem tudo que dá certo pra x pessoas vai funcionar para todo mundo. E hoje, com três anos de consultório de ortodontista no currículo, eu sei que, por melhor e mais avançada que esteja a tecnologia, ela ainda não supera completamente o que é apenas controlado pelo ser humano (caso de um aparelho dentário convencional).

p.s. achei prudente acrescentar duas informações: escolhi um dentista premiadíssimo pela própria Invisalign do Brasil (pois sei que hoje já há genéricos, o que nem de longe foi meu caso) e sempre fui ULTRA disciplinada com o tratamento. Estes dois pontos colaboram para minha teoria de que o Invisalign não tem a precisão que anuncia ter em suas mídias e materiais de divulgação.

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Lifestyle

Ansiedade máxima: como lidar?!

27 de abril de 2014

Dias atrás comecei a ler um novo livro e, já nas páginas iniciais, tive (e segui!) o impulso de marcar um trecho e instagramá-lo. Na mesma hora, vinha à minha mente a frase “mídia social errada, Alessandra!”, pois é fato que o instagram é muito mais para imagens do que para textos. Mas, surpreendentemente, a foto em questão logo reuniu várias curtidas, vários comentários – perdendo em popularidade apenas para os cliques de MH, o que é compreensível, porque ela é muito fofa! (#MãeCoruja) Brincadeiras à parte, o que fez com que a reprodução do tal parágrafo tocasse tanta gente?

trecho livro Ansiedade

O livro em questão era Ansiedade (clique no link para ver e/ou comprar o seu!), do psiquiatra Augusto Cury, que página pós-página mostra como a maior parte da população mundial sofre os efeitos da síndrome do pensamento acelerado. Que apresenta os fatores externos que nos levaram a esta realidade. Que ilustra quais são os sintomas e efeitos de tal situação – espero que mostre também algumas dicas para frear este processo, mas ainda estou na metade da leitura! Como ainda não me curei da tal ansiedade, quis fazer este post já agora, antes mesmo de terminar o livro, com algumas dicas pessoais do que estou tentando trazer para minha vida, baseada nas inspirações que vieram com a publicação…

livro Ansiedade

QUER CONTROLAR SUA ANSIEDADE?!

* Reduzir mídias sociais é preciso!
A gente nem percebe, mas vive, hoje, em um looping de nomes em inglês que perturbam nossa paz: posts, likes, tags, mentions… Por looping, entenda: posta no instagram, vai ler a timeline do Facebook, volta no instagram pra ver os likes, é interrompido pela notificação de uma mention no Twitter, vai comentar no grupo do Facebook e… começa tudo de novo! Não tem como ter tantos perfis, tantas mídias, tanta atividade, tanta liberdade para estar neles a qualquer momento e querer manter a sanidade. Abrir mão de algumas coisas (deletei meu perfil pessoal no FB, Deus conserve essa decisão!) e estipular limites para outras vai fazer com que se sinta mais leve.

* Listas fracionadas – e realistas
Colocar as pendências no papel sempre ajuda a controlar a ansiedade. Ou quase sempre! Se a lista fica gigante e a quantidade de tarefas, impossível de concluir, é provável que o pensamento fique mais acelerado – no meu caso, essa é a receita ideal para eu não conseguir fazer nada, o excesso me paralisa! Separe as listas em várias listas menores, divida as tarefas dia a dia (por nível de urgência e importância) e torne seu objetivo mais realista.

* Foco monotemático, por favor
Taí uma característica especialmente feminina que é maravilhosa e terrível ao mesmo tempo: somos multitarefas, conseguimos assistir filme, lixar unha, postar no blog, responder e-mails e ler revista ao mesmo tempo. Mas, sem perceber, essa realidade múltipla não nos deixa estar inteiras em nada – e, de quebra, alimenta com força a tal ansiedade. Com a ajuda das listas fracionadas do tópico anterior, viva uma coisa por vez, na medida do possível. Nada de se preocupar, em uma mesma tarde, com o trabalho importante pra desenvolver, a festinha das crianças pra organizar, os voos para agendar, a academia para retomar e a pilha de e-mails para responder. Foco monotemático aumenta a produtividade e reduz a aceleração negativa do pensamento!

E você?! Qual sua dica anti-ansiedade?! O que funcionou pra você?! Receitas são muito bem-vindas nos comentários!

p.s. criei mais um blog aqui dentro dos blogs! Os textos da tag Primeira Pessoa que não se encaixam em nenhum dos cinco temas principais agora estarão em alegarattoni.com.br/PrimeiraPessoa!

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