ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Lifestyle

Para se (re)animar em cinco passos

2 de fevereiro de 2016

Alguém mais por aqui teve uma certa dificuldade em engrenar neste novo ano?! Aconteceu comigo e com pelo menos umas duas ou três pessoas próximas, uma (falta de) energia paralisante que prolongou o modo pausa para férias além do esperado. Pode ter sido mercúrio retrógrado ao longo de praticamente todo o mês de janeiro, sei lá. Mas é fato que eu comecei 2016 procrastinando, menos animada, com dias mais cinzentos…

Pelo menos no meu caso, sinto uma urgência em reduzir o tempo online no celular – que aumenta a ansiedade, pode reparar –, retomar certa rotina e engatar a primeira (geralmente o difícil é começar). Mas nos tais dias mais paralisados, eu segui uma listinha (re)animadora de cinco passos. E acho que deu certo!

Aurora Boreal
imagem Aurora Boreal via weheartit

FILMINHO FELIZ
Eu nem uso mais o Snapchat (muita rede social, senhor!), mas sigo assistindo Martha Graeff nesta mídia. E ela levanta qualquer baixo-astral com sua energia sempre positiva, juro! Nos dias em que eu estava menos animada já começava meu dia com ela.

INSPIRE & EXPIRE
Meu objetivo ainda é aprender a meditar e, talvez, a tentar começar a correr – para experimentar os benefícios da tal endorfina de corrida que já transformou um monte de gente ao meu redor. Mas enquanto sigo acelerada demais pra primeira e sedentária demais para a segunda, me reanimo respirando! Parece bobo, mas na correria e na ansiedade a gente esquece de inspirar e expirar como deve.

TICANDO A LISTA
Quanto mais a gente procrastina mais difícil é realizar as pendências. Fazer uma lista de todas e olhar pra uma por vez, trabalhando-a como se ela fosse a única, ajuda a ir ticando todas. E tem sensação melhor do que passar lumicolor em linha por linha?! {em tempo: esvaziar a caixa de entrada do e-mail garante três litros de energia!}

QUAL A META?
Você já planejou suas próximas metas? Saber para onde se vai ajuda a montar o percurso. E traz mais pique para a caminhada! Planeje, planeje no caderninho mesmo, por escrito.

SONHOS VISUAIS
Para escrever, criar ou trabalhar em qualquer coisa eu preciso ler. Mas quando estou muito preguiçosa e paralisada, até os livros e revistas podem ficar mais pesados. Sair vendo e colecionando apenas imagens lindas ajuda a inspirar. Minha dica? Montar uma pasta secreta “Sonhos” no seu Pinterest (já me segue por lá?!) e jogar nela tudo que você quer ser, fazer, ter…

Para ler ao som de… A Sky Full of Stars, do Coldplay – porque música sempre reenergiza e as que nos fazem cantar e dançar junto animam muito a alma!

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Lifestyle

31 dias no Rio: dicas de nutrição para um verão mais saudável

5 de novembro de 2015

{o especial carioca, que rolou durante o mês de outubro no blog, segue por mais alguns dias com alguns posts extras!}

Não tem jeito: verão no Rio (mais especificamente nas praias cariocas) nos inspira a querer cuidar mais do corpo. Cidades à beira-mar, em geral, despertam esse desejo de buscar melhor alimentação, exercícios, eventualmente até tratamentos – tudo em nome de um, digamos, maior conforto na hora de vestir o biquíni {e atire a primeira água de coco quem nunca se pegou pensando nisso às vésperas de encarar a areia!}.

De olho nesse desejo pré-verão, fomos direto à fonte. Um papo com Isabel Jereissati – uma das melhores nutricionistas cariocas – trouxe dicas de nutrição valiosas para quem quer reduzir o consumo de alimentos industrializados para uma alimentação mais natural. “Pode ser uma mudança brusca de início, mas vai garantir uma melhora na qualidade de vida e no funcionamento do organismo.”, garante Bel.

Isabel Jereissati

Para desapegar dos alimentos industrializados, Bel recomendou algumas trocas saudáveis…

* Troque o refrigerante por… água aromatizada
Para quem não consegue abrir mão de uma bebida adocicada, a água aromatizada pode enganar o desejo por refrigerantes. Combine água natural (ou com gás) com frutas da sua escolha. Deixe a criatividade rolar, aposte em morango, kiwi, laranja, limão siciliano.

* Troque o açúcar branco por… mel
Ambos alimentos são calóricos, mas a questão principal é o benefício proporcionado no organismo. O consumo excessivo do açúcar gera o aumento da insulina, um hormônio altamente inflamatório. Já o mel é rico em propriedades terapêuticas, tratando até gripes e resfriados. Também é fonte de minerais, antioxidantes e probióticos.

* Troque as balas e pirulitos por… uvas/blueberries congeladas
Refrescantes, as frutinhas geladas podem ser boas substitutas dos docinhos nada saudáveis.

* Troque o sorvete por… smoothies naturais
O tradicional sorvete, repleto de açúcar e corante, pode ser substituído por frutas batidas no liquidificador com iogurte sem lactose, iogurte natural desnatado, água de coco e chás.

* Troque seu salgadinho industrializado por… maçã desidratada/chips de couve
Quer um snack para o lanche da tarde? Aposte em couve assada! Fonte de fibra e ferro, a couve pode ser incrementada com temperos, depois é só colocar no forno e pronto. A maçã desidratada também pode ser uma opção. Fonte de fibras, ela estimula a flora intestinal, além de conter antioxidantes que protegem o organismo dos radicais livres.

SERVIÇO
Consultório Isabel Jereissati
tel.: (21) 3986-2777

Candice Swanepoel
inspirou-se?! 😛

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Lifestyle

Você já ouviu falar em síndrome de burnout?

3 de agosto de 2015

A primeira vez que ouvi a palavra ‘burnout’ foi no começo de 2012, em uma palestra sobre equilíbrio. Não estava exatamente vivendo uma época profissionalmente atarefada, mas me identifiquei com alguns sintomas mesmo assim. Três anos depois, comecei a me sentir perseguida pelo conceito, que tem sido tema recorrente de matérias em revistas de negócios e, neste mês, chegou inclusive às páginas de uma publicação de moda feminina. Numa dessas sincronicidades inexplicáveis, a lista de sintomas pulou na timeline do meu Facebook horas depois de mais um papo com duas amigas sobre o nosso pânico irracional de doenças – somos um trio que escuta sobre um caso raro e já começa a ter todos os sintomas, o que nos acalma é saber que, usando lógica e estatística, é pouco provável que sejamos três moças saudáveis à beira da morte por doenças raras.

Brincadeiras à parte e voltando à relação que li no Facebook depois do tal papo em que uma tinha dores musculares e a outra, distúrbios digestivos, lá estavam todos estes sintomas. De dor de cabeça a pouca energia, de crises de asma a pressão alta, de tremores involuntários a palpitação, infinitas questões físicas são apontadas como sintomas de burnout. Isso sem falar nas já mais conhecidas reações, que incluem ansiedade, mudanças de humor e insônia. Tudo produzido basicamente pelo nosso cérebro esgotado.

A princípio, a tal síndrome era relacionada a profissões com alta exigência física e/ou emocional, como médicos, policiais e assistentes sociais. Na sequência, passou a ser rotina em grandes empresas, na qual profissionais encaram horas e horas de expediente sob forte pressão. Em tempos de internet e exposição a excesso de estímulos, me arrisco a dizer que o burnout não poupa mais ninguém. É o mal do século.

Arianna Huffington
ilustração de Arianna Huffington por Jimmy Turrell para Bloomberg.com

Arianna Huffington, a poderosa criadora do The Huffington Post e vítima de um colapso em consequência desta sobrecarga, aponta em seu ótimo livro A Terceira Medida do Sucesso que “nossa busca por sucesso profissional tem nos levado ao fracasso como seres humanos”. E é com base nessa procura do bem-estar que seu best-seller alerta sobre os riscos do stress, da rotina sem limites e… do vício em smartphones. Quem, hoje, consegue ser imune a estas três questões?

Nos exigimos demais, temos aprendido que esse é o normal. Queremos a excelência máxima – e isso não é pecado, desde que se limite a hora do trabalho. Queremos estar conectados 24 horas do dia, sem deixar o telefone de lado nem em momentos necessários de introspecção. Sentimos a ansiedade nos dominar se a bateria {do aparelho} apita, se o wi-fi falha, se o 4G se apaga.

O burnout não é mais a síndrome de determinadas profissões, de determinados cargos hierárquicos, de determinadas exigências extremas. Ele é parte de toda uma nova geração, que não sabe mais como fazer para desligar o próprio botão.

Burnout
imagem via Shutterstock

Workaholic? Sou workaholic, carnavaholic, sambaholic, familiaholic. Sou uma pessoa que só sabe conversar sobre trabalho? Não. Quando estou trabalhando, estou trabalhando. Quando estou festejando, estou festejando. (…) Trabalhar é um valor.
Nizan Guanaes

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