ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Lifestyle

O que aprendi com os documentários sobre alimentação

26 de julho de 2017

É bastante provável que você já tenha assistido a algum dos documentários sobre alimentação que estão disponíveis no Netflix. Tudo indica que ao menos já te recomendaram alguma das teorias ali apresentadas. Certamente já ouviu alguém falando sobre algum deles. A verdade é que o tema da comida consciente está cada vez mais em pauta e até quem menos entendia/se interessava pelo assunto começa a se influenciar e/ou a ter mais curiosidade.

Este post não é para recomendar nem analisar nenhum em específico. Mas pode servir como ponto de partida para quem ainda não teve contato com o tema. Durante uma semana, fiz um intensivão e assisti a vários deles. Alguns, que tinham um tom mais radical e falavam muito sobre doenças, não consegui ver até o fim, pois não me identifiquei (e sou hipocondríaca assustada, admito!). Mas Food Matters, Fed Up e Food Choices me trouxeram lições muito valiosas. Ressalto que todo o meu aprendizado é fruto da minha própria interpretação e, digamos, curadoria do que fora apresentado – porque se você quiser absorver todos na íntegra vai ficar confuso, já que em alguns pontos eles têm pontos de vista opostos. Saber filtrar e eleger o que de fato é prioritário para você é fundamental.

O que é inegável e unânime? Açúcar é o grande vilão da atualidade, a alimentação plant based (baseada em vegetais, legumes, frutas e grãos) é a chave e comer “comida de verdade” (não-industrializados) sempre será a melhor escolha.

Eis o que aprendi assistindo aos documentários sobre alimentação…

documentários sobre alimentação
imagem: alimentos naturais via Shutterstock

1) Busque a alimentação plant based: pelo menos 51% do que você come deve ser comida natural, não processada.

2) Ao contrário do que se acredita, uma alimentação natural é mais barata do que uma baseada em industrializados – mas obviamente a indústria trabalha duro para nos convencer que não, afinal, ela não é lucrativa.

3) O melhor “detox” para o corpo? Água, muita água. Ela limpa tudo.

4) Exemplos alimentares passam de geração para geração – por isso, ser responsável em seus hábitos é ainda mais importante se você tem filhos.

5) 80% dos alimentos industrializados à venda têm açúcar na composição (muitas vezes disfarçado em forma de frutose, xarope de milho…). Fugir deste péssimo ingrediente não é uma questão de apenas cortar os doces.

6) Adoçantes e todo tipo de açúcar fake também provocam as reações hormonais que geram produção de insulina – em linguagem leiga, fazem ter mais fome, mais desejo…

7) Uma pesquisa assustadora: 43 ratos viciados em açúcar e em cocaína podiam escolher entre estes dois vícios – 40 foram rumo ao potinho de água com açúcar!

8) A força de vontade não basta frente a um vício. Não é racional, nosso cérebro está sequestrado.

9) Existe um jogo feio de interesses por trás da questão alimentar, que envolve grandes indústrias, a imprensa e o governo. Para saber mais sobre isso, assista ao doc Fed Up (Netflix).

10) O refrigerante é o cigarro do século 21.

11) Ovos comerciais (não-orgânicos) vêm de frangos comerciais: você definitivamente não comeria se soubesse como são criados – este deve ser um dos primeiros alimentos para se optar pelo consumo orgânico.

12) Claro que os alimentos orgânicos são melhores do que os não-orgânicos, mas a grande maioria das pessoas não pode fazer esta troca integralmente. Isso não deve ser fator impeditivo para a alimentação plant-based. Como diz o doc Food Choices, “não se deixe intimidar pelos pesticidas, excesso de foco nesta questão é desnecessário”.

Por fim, novos hábitos mudam o paladar (e os desejos). Dê o pontapé inicial, insira alimentos, sabores e receitas diferentes em sua alimentação. Por aqui, tenho estado mais focada em acrescentar (o bom) do que proibir (o ruim). E fica bem mais fácil virar a chavinha dessa forma! No mais, informe-se, busque referências, faça suas interpretações e escolhas. Lembre-se sempre que é uma responsabilidade pessoal optar pelo mais saudável – não deixe que a indústria esteja à frente desta decisão.

documentários sobre alimentação

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Lifestyle

Depois daquela planilha: novos planos, leituras, inspirações

20 de junho de 2017

Quando escrevi sobre planilha de metas pela primeira vez, neste post há mais de cinco anos, eu ainda não conhecia a filosofia do coaching (que prega muito a organização de objetivos por escrito) nem muito menos sabia sobre as comprovações de eficácia ligadas a neurociência ou física quântica. Também nunca segui técnicas – lembrando que a minha primeira, batizada de Planilha 2011 (ano final das metas em questão), foi escrita no fim de 2005. Meu processo era e segue sendo intuitivo, pessoal, sem influências de especialistas no assunto, algo que hoje já existe. Mas essa primeira experiência e esse primeiro post comprovam: eu fiz e funcionou demais! Não por acaso, me tornei fiel a esse hábito…

novos planos
imagem Yoga via Shutterstock

Um fato curioso é que todas as minhas planilhas até aqui eram muito voltadas para o profissional, um claro reflexo da demora em iniciar minha carreira e, depois, das pausas e mudanças de rota que atrasavam as conquistas desejadas. Até que veio 2016, ano de muitas mudanças, que me despertou para a necessidade de evolução em diferentes aspectos – da relação com dinheiro à relação com saúde, passando também por inteligência emocional, resiliência, reatividade. E quando eu aterrissei em 2017, na minha planilha de metas só havia espaço para objetivos pessoais.

Mais – Planilha de Metas: o Business Plan da Pessoa Física

E foi nesse cenário que eu entrei de férias da programação da minha AG Branding e mergulhei em novos estudos, referências e inspirações – porque eu sou nerd e é com muita leitura o meu jeitinho de me reprogramar! Em pauta por aqui, novos hábitos de exercícios e meditação, uma transformação semi-radical na alimentação e cuidados voltados a energia e autoconhecimento. Com certeza isso tudo vai influenciar também o conteúdo que compartilho aqui no blog – depois de quase 13 anos blogando é natural que meus espaços reflitam diferentes fases, afinal!

INTENSIVÃO PRÓ-ENERGIA
Cada vez mais me dou conta de que a gente cuida de cabelo, de dieta, de escolha de look, mas acaba esquecendo de ter cuidado com a própria energia. Sempre acreditei muito nisso, mas naquele lance do piloto automático o hábito acabava se sobrepondo ao ideal. Mais do que nunca nessa era de tantas opções e informações, se você deseja cuidar da sua energia, recomendo três passos básicos:
Detox digital – reduza, apenas reduza! Não precisa fazer nada radical. Eu acabei deletando minha conta de Whatsapp e muitos amigos ficaram preocupados, achando que eu poderia estar brava com alguém ou com algum problema! E eu desisti dele apenas porque entendi que, PARA MIM, havia ali mais ônus do que bônus. Cada um vai saber suas prioridades e seus limites.
Consumir conteúdo produtivo e leve. Dos perfis que segue no insta ao que assiste na TV ou lê em livros, edite seu repertório. Evitar ver notícias ruins especialmente no fim do dia, perto da hora de dormir.
Cerque-se de pessoas e inspirações que estejam na mesma frequência. No meu caso, ando buscando – no virtual e no real – referências voltadas aos temas que são o meu objetivo da vez, especialmente meditação e alimentação. Inspirações sempre ajudam e, claro, informam os leigos!

MINHAS INSPIRAÇÕES
Melissa Wood: a health coach de Nova York – que eu conheci quando postei sobre seu casamento no ano passado – é uma pessoa iluminada! Do repertório que compartilha em seu site (bem “for dummies” tipo eu!) às referências que mostra em seu instagram, passando pela sua alegria única no Stories, amo consumir seu conteúdo. Ela é minha musa # 1 do momento!
May Beckhauser: no ano passado, quando eu ainda lutava para superar minha ansiedade (tarefa cumprida!), postei sobre o Snapchat da May, professora de Yoga que também tem um repertório maravilhoso. Agora sigo acompanhando-a no insta e apenas amo quando ela compartilha no Stories seus pensamentos sobre qualidade de vida e autoconhecimento.
Teca Toscano: também professora de Yoga, ela divide pensamentos e repertório em seu instagram Stories. Participar de uma de suas aulas semanais no Parque do Povo está na minha listinha de metas da vez!
Marcia de Luca & seu livro Filosofia de Bem Viver: neste meu novo pacote de interesses, ando flertando com a ayurveda, filosofia da qual a Marcia é uma referência. Este seu livro, minha leitura da semana, é um ótimo panorama sobre o assunto.
Camila Espinosa & seu programa Alimentando a Alma: recém-formada na mesma escola de health coaching da minha musa Melissa, a Cami estreou um programa que mixa teorias de alimentação saudável com parte prática da execução de receitas, em parceria com a chef Nininha Sigrist. Estive na primeira edição e a próxima, em julho, será sobre açúcar – o mal do nosso século! Já disse a ela, estou na torcida para que ela passe a compartilhar mais dicas também nas redes sociais.

Melissa Wood
Melissa Wood, minha musa da saúde e bem estar!

E NA PLANILHA DE METAS, AFINAL?
Fazer da meditação um hábito natural (ainda to no princípio do princípio, longo caminho pela frente!), reduzir ao máximo o uso do celular (ainda voltarei ao Startac, juro!), começar yoga (nesta semana vou conhecer um espaço, no qual já marquei de fazer também uma massagem ayurvédica), ter uma alimentação 51% plant based (se eu contar que na minha casa não tem mais Coca-Cola, quem me conhece vai saber que estou focada – não estou proibida de beber refrigerante, apenas não tenho mais em casa, como hábito!) e… blogar mais*. Já faz tempo que identifiquei que produzir conteúdo é minha verdadeira paixão e eu estava em contagem regressiva para estes três meses de férias, nos quais pretendo estar bem mais por aqui! ;-))
* quando falo que vou blogar mais não quer dizer que será sobre esse tema pessoal! It girls, moda, besteirinhas e dicas aleatórias seguem como assunto central do blog!

UPDATE: os posts desta série – alimentação, yoga, meditação… – ficarão reunidos na tag vida-leve aqui no blog!

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Lifestyle

Quer cumprir metas?! Eis o workshop que vai preparar sua mente!

30 de maio de 2017

Quem já acompanha meus posts aqui no blog e nas redes sociais já me viu falando sobre Ana Raia, a coach que – além de minha musa-guru-inspiração há cinco anos – é uma referência absoluta na área no país. Já participei de seus dois programas de coaching (escrevi sobre como o You in Action e o Paixão em Ação fizeram diferença em minha trajetória) e vivo na cola dela para estar na plateia de suas palestras e apresentações. Quem a conhece sabe: seu conteúdo e sua energia são absolutamente viciantes!

workshop Ana Raia

Eu já estava mesmo em abstinência da minha “dose de Ana Raia” e vibrei mais ainda quando li o tema de seu próximo workshop. Você também sente que planeja mais do que cumpre? Percebe que muitas das suas metas acabam meio empacadas? Vê o foco sumir quando você mais precisa? #TamoJunto! Por mais disciplinada e determinada que uma pessoa seja, é fato que cumprir promessas rumo aos objetivos é tarefa pra lá de desafiadora. Como coach, a Ana identificou esse padrão comum (ufa, não estou só!) e reuniu, então, ferramentas que nos ajudam a interromper essa dificuldade.

Ao longo de um sábado (10.06) a edição especial do workshop Como Saber Viver vai apresentar ferramentas, reflexões, técnicas e conceitos de reprogramação da mente. Na programação, foco, garra, resiliência, persistência e outros temas, tudo para que a gente entenda melhor o funcionamento do próprio cérebro e alcance objetivos com mais rapidez, gastando menos energia. Eu fui uma das primeiras a me inscrever (sempre bom relembrar que este é um post 100% espontâneo!) e considero esse assunto tão valioso que recomendo de verdade que você também venha!

Detalhes e inscrições estão disponíveis neste link.

workshop ana raia

imagem Ana Raia via Farfetch

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