ALE GARATTONI

Mãe da Maria Helena, profissional de branding e apaixonada por moda e beleza! Meu blog é o espaço "hora do recreio" no qual divido dicas, inspirações, apostas no universo das it girls e minha vida primeira pessoa na maternidade.

Lifestyle

Coach de vida saudável, você precisa de uma!

2 de janeiro de 2017

Você precisa. Eu preciso (muito!). Todos nós precisamos. É um sinal dos novos tempos, de muitos produtos industrializados e poucas horas livres. Quem, afinal, nunca ficou confuso ao entrar no corredor de itens fit do supermercado? Ou se sentiu em dúvida ao ler um rótulo? Porque barrinhas de cereais nem sempre são as amigas da sua dieta, como antigamente se acreditava. E, principalmente, porque cada vez mais se descobre que nesse mundo sem glúten, sem lactose, sem açúcar, levam a melhor mesmo os produtos sem tanta química. O famoso “abrir menos, descascar mais”, que o autor Michael Pollan prega.

E é nesse intuito, de ajudar a separar o joio do trigo (ops, trigo?!) na alimentação, que surgem cada vez mais profissionais especializadas como “coach de vida saudável”. Não são (necessariamente) nutricionistas, não estão focadas em dietas nem muito menos em calorias, seu intuito é basicamente ensinar como uma alimentação mais natural traz benefícios para a vida e para a saúde de uma pessoa.

coach de vida saudável
imagem: comida saudável via Shutterstock

PARA UMA CONSULTORIA COMPLETA
Um processo de coaching, uma ajuda na hora da lista de supermercado, um treinamento na cozinha ou uma montagem de cardápio: a lista de serviços de Larissa Colombo tem opções para todos os gostos! Formada pelo Integrative Nutrition, maior e mais conhecida escola de formação de health coachs do planeta, ela promete uma vida mais leve, feliz e saudável. Para conhecer seu trabalho, esse é o site oficial.

PARA AS MÃES DE CRIANÇAS PEQUENAS
Mari Moutinho é mãe, chef e defensora da alimentação como cura – ela própria é a comprovação da teoria, pois mudou sua saúde como, como ela diz, comida de verdade! Sua filha Bia, de recém-completados dois anos, mostra como os pequenininhos podem – e devem – se habituar a suco verde e viver sem industrializados. Já são mais de dez mil seguidores reunidos em seu perfil de instagram, no qual ela divide receitas e um estilo de vida 100% saudável para mães & filhas.

PARA APRENDER A POR A MÃO NA MASSA
Em cursos temáticos que vão desde a introdução à alimentação saudável até a preparação de queijos veganos, a chef Patricia Helu passeia pela escolha ingredientes e promete desmitificar a dificuldade de cozinhar – ela garante, com sua didática, que todos podem se aventurar no fogão! Patricia está à frente também dos retiros Ashta, viagens que unem yoga, meditação e culinária em cenários tranquilos (#meta2017!).

 

Quer dar a largada com um programa de purificação? O roteiro de 21 dias preparado pela professora de Yoga Mayara Beckhauser, do YogIN App, e pela nutricionista Fernanda Scheer é completíssimo e aborda não apenas a alimentação, com uma dieta vegana e alcalina, mas também a limpeza de alma – os vídeos sobre ego e sobre crenças limitantes da May são trans-for-ma-do-res!

Tudo acontece online e é super organizado, com listas de compras e receitas enviadas semanalmente, sempre intercaladas com vídeos e outras referências úteis para quem deseja uma nova fase livre de toxinas, de ansiedade, de excessos. Sob medida para quem colocou a vida mais saudável na lista de metas 2017, a próxima edição começa dia 16 de janeiro. Vale acessar yoginapp.com/programa-purificacao-total para saber mais detalhes!
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Primeira Pessoa

A {minha} fórmula anti-ansiedade em 2016: livros que curam!

19 de julho de 2016

Taí um post que estava rascunhado há semanas no meu computador, com uma espécie de bloqueio criativo para ser desenvolvido. Posterguei, reconsiderei, avaliei mil vezes se deveria seguir em frente ou deletar de vez qualquer linha pré-listada. Um lado pensa que ninguém vai querer ler tamanho texto de Itu sobre mim, mas outro teme que alguém venha de fato a ler – por ser algo tão íntimo, pessoal, que expõe tanto uma vulnerabilidade. Mas a ideia de colocar para fora e, quem sabe, fazer com que as ações e referências que me ajudaram possam ajudar uma única pessoa já me sacudia suficientemente. E lá vim eu…!
p.s. leiam com carinho! 😉

Uma rápida introdução para situar o começo de tudo: em 2015, eu, para evitar “arrumações na casa”, acelerei demais, trabalhei demais, comprei demais. O resultado disso? Minha ansiedade, que sempre esteve presente na minha personalidade, foi a níveis incômodos. E foi assim que eu comecei este ano, ansiosa, de uma maneira que isso atrapalhava o foco e a produtividade. Como já comentei en passant por aqui, foi também nessa virada 2015/16 que me separei e, depois de dez anos, isso – mesmo que feito com toda a leveza e carinho – implica numa reprogramação mental. Ou seja, o primeiro trimestre desse ano foi de crescimento, desafios e autoconhecimento (este último, o antídoto que escolhi para encarar todo o resto). Como converso com amigas e sei que a ansiedade e todos os sentimentos que vêm colados nela são muito comuns nos dias de hoje, vou compartilhar aqui o que me ajudou.

fórmula anti-ansiedade

O COMECINHO DO PROCESSO: OBRIGADA, CONSUELO!
Não desejo prolongar esse assunto, mas uma separação – leve ou dura, com ou sem sentimento, querendo ou não – é sempre difícil. No meu caso, que emendei apenas relacionamentos super-longos desde os 17 anos, era um cenário novo, que pedia a tal reprogramação do cérebro. E isso sempre vai nos chacoalhar, não tem jeito. Tudo isso pra contar que lá atrás li um post sobre divórcio da ótima Consuelo Blocker que veio na hora certa e, entre todas as linhas, me marcou por três dicas que ela apresentava como parte da sua receita: terapia, ler muito e fazer muita ginástica. Troquei a terapia por coaching, ainda sigo com a parte da ginástica na lista de metas imediatas, mas me apeguei com força à leitura. Busquei essencialmente livros de mulheres fortes e inspiradoras. E, como relacionei mais adiante, cada um desses livros lidos me ajudou em uma questão!

A VIRADA DA CHAVE: PENSAMENTO TRANSFORMADOR
Entre todas as mudanças, o incômodo maior vinha da… ansiedade, claro! Taí o mal do nosso século e, com tanto estímulo e informação, a gente fica com dificuldade de manter o foco, fundamental para produzir e ficar bem no geral. Daí que li em algum lugar {e já tentei lembrar onde de todas as formas, mas memória de Dory não conseguiu!} que o nosso grande problema hoje é não querer entrar em contato com a sensação que causa incômodo. No caso, não querer sentir a ansiedade, buscar algo que a elimine como mágica. Nunca houve tantos medicamentos e medicados, os estudos comprovam. Com TODO o respeito e pedindo licença para o que é apenas uma opinião pessoal, eu hoje posso dizer que sou contra a banalização de remédios para ansiedade (atenção à palavra “banalização”, para já evitar mal-entendidos!). Eles aliviam, mas trazem dependência e efeitos colaterais, não acho que em muitos casos se justifique a causa-efeito. Por isso, ler que devemos sim entrar em contato com a dor e senti-la nos ajuda a curá-la foi libertador. Bem-vinda, ansiedade, venha aqui e vamos conversar! Foi assim que passei a, sem pressa, buscar tudo o que podia me trazer a desaceleração.

AS AÇÕES: MINHA RECEITA PESSOAL
Ao me permitir ser ansiosa para poder, então, me livrar da ansiedade, eu relaxei! e comecei a listar as mudanças que eu desejava…
* Coaching: me ajudou a fortalecer meu ideal de propósito e, assim, conseguir ser mais produtiva (produtividade é algo que tem altos e baixos e… tá tudo certo, devagar e sempre!). Também me ajudou a ser menos exigente comigo e mais gentil nas auto-narrativas. Excesso de auto-cobrança aumenta a ansiedade, sabia?
* O poder da lista: fazer a lista de pendências esvazia a cabeça e libera a ansiedade. Aí é só tratar cada tópico como único, cumprindo, pensando e ticando um por vez.
* Mudanças valiosas: buscar alimentos que nos dão mais energia, controlar os horários de sono, ter planos que te alimentam a alma (olha a planilha de metas atualizada!), controlar a reatividade e ser mais tolerante, calma, zen mesmo (um livro em especial ajudou muito nessa parte, veja mais adiante). E chá à noite é um santo remédio também, eu tenho amado o Chá da Nina, que vende na Talchá, em SP.
Também recomendo fortemente – a quem se cobra muito – a “cabular umas aulas”, se permitir mais e, mesmo com uma lista de pendências cheia, largar tudo para assistir a um filme!

AS LEITURAS: LISTA MESINHA DE CABECEIRA
Relaciono aqui um top 5 (que virou top 6 na semana passada) com livros que foram referência mais específica para o assunto tratado aqui no post!

A Arte da Arrumação: o comentadíssimo best-seller de Marie Kondo foi praticamente um ponto de partida para as arrumações – internas e externas – que precisei fazer. Há quem ame (como eu, que contei aqui!), há quem não curta tanto, mas eu acredito que se ele se encaixar no seu momento pode ser transformador (e vai muito além das lições estereotipadas de “jogar tudo fora”!). Comecei hoje a ler o novo da autora, Isso Me Traz Alegria, uma espécie de guia explicativo mais detalhado do método.

Ansiedade: um clássico sobre o tema, eu já havia lido metade um tempo atrás, mas só neste começo de ano eu resolvi reler e seguir até o fim (é leitura rápida, coisa de uns dois dias!). O livro apresenta os motivos que tornam esta geração tão ansiosa e traz sugestões rápidas para aplacar esse modo de vida.

Um Brinde a Isso: outro que eu já tinha indicado aqui, este livro conta a história de uma mulher que se descobriu forte depois dos 40. É deliciosa e apaixonante a história de Betty Halbreich, que se reprogramou depois de um divórcio e até hoje, aos quase noventa anos de idade, dá expediente como personal shopper especial na Bergdorf Goodman. Mostra como todo mundo pode mudar e tomar a dianteira total de sua vida!

GirlBoss: outro que eu já tinha começado a ler um tempão atrás, mas só nesta nova tentativa fui até o fim e consegui me inspirar com lições (acho que o livro meio que “pula capítulos” e acaba, assim, sonegando informações valiosas sobre o processo de construção do império de moda NastyGal – mas segue com dicas úteis). A maneira como a empreendedora Sophia Amoruso se reprogramou, resolveu seguir em frente com força e determinação e encara a importância da excelência no negócio sempre inspira.

Os Quatro Compromissos: no finzinho da lista, um livro que foi decisivo para que eu me tornasse mais compreensiva e menos reativa! Ele foi tema de um dos encontros mensais que minha coach-musa-guru Ana Raia promove para os ex-participantes de seus programas e, em um dia, me transformou! Tipo de livro que, se você permite, entra na sua alma e te sacode de uma vez. Até Gisele Bündchen já disse que ele ajudou em sua escalada. As lições da sabedoria ancestral tolteca se baseiam em como usamos nossa palavra e em como absorvemos a palavra alheia (“não levar nada para o pessoal”, segundo dos quatro compromissos, abriu um novo universo para mim!).

O Ano Em que Disse Sim: para terminar, um livro que li – e falei dele em todas as mídias sociais possíveis! –, amei e mais do que recomendo. Mostra como Shonda Rhimes, a poderosa criadora de Scandal e Grey’s Anatomy, mudou sua vida ao passar a dizer… sim! Perfeito para a gente observar como sair da zona de conforto e aceitar mais as oportunidades pode nos trazer resultados incríveis. Estou ainda engatinhando na “experiência do sim”, longe de ser fácil, viu?!

PRÓXIMOS CAPÍTULOS!
Alguém chegou até aqui?! Devo dizer que o primeiro semestre de 2016 valeu por uns cinco anos para mim e, embora eu ainda tenha MUITAS lições para completar, eu chego aqui bem diferente de como comecei. Satisfeita! Porque eu acredito firmemente que a gente deve buscar melhorar, crescer, aprender. Amadurecer. Daqui em diante, quero finalmente aprender a cozinhar um pouco (o que vai ajudar a melhorar minha alimentação, ainda nada exemplar), engatar na tal liberação de endorfina dos exercícios físicos e começar a meditar e/ou tentar yoga. Com essa fórmula, tenho certeza que a tal ansiedade incômoda vai ser apenas uma mera lembrança.

Se algum desses livros puder ajudar alguém, já valeu a super-exposição da vulnerabilidade!

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Lifestyle

Seis dicas para reduzir a ansiedade

23 de março de 2016

É impressionante como a ansiedade, definitivamente, está presente na vida de TANTA gente nos dias atuais. Estamos nos acostumando a ser ansiosos e nem nos damos conta da quantidade de efeitos colaterais que isso traz – insônia, dores musculares, dor de cabeça e perda de memória, apenas para citar alguns da enorme lista apresentada no ótimo Ansiedade, de Augusto Cury, livro que TODO MUNDO deveria ler! Foi lendo a publicação que montei uma espécie de auto-prescrição para minha essência ansiosa, agora compartilhada aqui…

ansiedade
imagem: ansiedade via Shutterstock

1) Não usar aparelhos eletrônicos em excesso à noite: tenho uma amiga que, ao anoitecer, desliga tudo; numa única noite em que consegui seguir essa regra já senti que dormi bem melhor – é meta fazer disso um hábito definitivo.

2) Não dormir ao lado de aparelhos eletrônicos, em especial o celular: as pessoas nem têm mais relógio ou despertador no quarto, já que o telefone celular acaba cumprindo essa e outras funções; a verdade é que com o vício ali à mão fica bem mais difícil de não entrar naquele looping de uma última olhadinha nas redes sociais na hora de fechar os olhos e/ou na mania de ler os e-mails praticamente antes de abrir o olho, o que acelera qualquer um – vale a pena comprar um radio-relógio vintage para evitar esse mau hábito!

3) Selecionar a quantidade de informação consumida: entre livros, revistas, redes sociais, links e mais links, consumimos MUITA informação diária. Muito mais do que precisaríamos consumir. O livro Ansiedade já aponta que pessoas comuns têm, hoje, muito mais repertório acumulado que grandes pensadores e teóricos tinham no século passado – e nem por isso se produz materiais mais relevantes. Fazer uma espécie de curadoria do que se vai adquirir como informação ajuda a fazer uma higiene mental que favorece a criatividade.

MAIS: Você Já Ouviu Falar em Síndrome de Burnout?

4) Fazer exercícios físicos ao menos quatro vezes por semana: dez entre dez pessoas que inseriram a prática de atividades físicas em suas rotinas garantem que melhora o sono, a saúde, a mente; espero em breve poder fazer coro a este time!

5) Criar rotinas e horários para atividades, sempre: ficar perdido sem saber por onde começar paralisa e traz mais ansiedade; liste suas atividades, separe as obrigações habituais em blocos definidos do seu dia (responder e-mails, responder mensagens no celular, escrever, fazer reuniões, ler…) e estabeleça rotinas em sintonia com suas metas. A produtividade e a predisposição à ansiedade agradecem.

6) Esvaziar a mente e dar pausa em estímulos, uma espécie de pré-meditação: para quem ainda tem dificuldade em aderir ao estado de meditação, simples paradas de cinco minutos esvaziando a mente já ajudam a oxigenar o cérebro; em um dia a dia rodeado por estímulos, se desligar é preciso!
{este último tópico veio do grupo Como Saber Viver, que a coach Ana Raia ministra mensalmente para ex-participantes de seus outros programas}

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