ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Lifestyle

Que tal um curso sobre… felicidade?!

17 de agosto de 2017

Já tem um tempinho que ouço sobre o trabalho da jornalista Lucia Barros, que por anos e anos trabalhou em revistas femininas e hoje, especialista em mindfulness, está à frente da Bindu Escola de Valores. É dela a coautoria do ótimo Filosofia do Bem Viver, livro baseado nos princípios do Ayurveda que li recentemente e adorei. E são comandadas por ela diversas palestras sobre… felicidade!

felicidade lucia barros
imagem meditação via Shutterstock

Em pauta em seus programas, teoria e prática que falam sobre controle de stress, aumento de positividade e superação de desafios. A vida leve, que você tem lido aqui nos posts desta nova tag, é, claro, o foco principal do trabalho de Lucia – que tem base em bem estar, meditação, ayurverda e yoga. A fórmula da felicidade, dizem estudos das melhores universidades do mundo, é 50% genética, 40% hábitos diários e apenas 10% circunstâncias da vida (ou seja, ser feliz tem muito pouco a ver com seu peso, seu emprego ou sua conta bancária). E é sobre isso que vai se falar no programa Tempo de Ser Feliz: Felicidade é Ciência, que Lucia Barros comanda a partir do fim de agosto no Pausa para Prosa.

São quatro encontros que acontecem na hora do almoço em espaço na alameda Gabriel Monteiro da Silva (SP). Para mais detalhes e inscrições, envie um e-mail para pausaparaprosa@pausaparaprosa.com. Eu, que sou fã tanto de Lucia quanto do projeto Pausa para Prosa, adorei esse dueto e estarei lá! Vamos juntas?!

felicidade lucia barros


BÔNUS: LIVROS ÓTIMOS LIGADOS A VIDA LEVE QUE LI, ESTOU LENDO E LEREI!

lista de livros vida leve Ansiedade Propósito | Amar e Ser Livre | A Lei da Compensação Divina
10% Mais Feliz | O Livro do Ego | A Coragem de Ser Imperfeito | O Poder do Silêncio

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Lifestyle

Dez hábitos para cuidar dos seus cinco sentidos

15 de agosto de 2017

Definitivamente, nesta fase focada em vida leve, elegi o que considero o maior cuidado com a alma: agradar aos cinco sentidos! Este foi um dos tópicos no post que lista as 15 mudanças de rotina que melhoram a (minha) vida e também tema de um post com dicas específicas para olfato, audição e paladar. Mas a verdade é que, desde que percebi o quanto os sentidos moldam nosso bem estar, estou 100% atenta a cuidar deles diariamente. E assim nasceu o post vida-leve desta semana, com dez hábitos que agradam aos cinco sentidos. Insira-os em sua rotina, faz a maior diferença!

cinco sentidos
imagem via Pinterest, a rede social que é melhor amiga da visão!

1) Use um creme corporal com sensação, como esquentar ou gelar a pele na hora da aplicação – o gel de pernas cansadas da Granado e o Varicell vermelhinho são imbatíveis no geladinho!

2) Tenha um homespray para ser o cheirinho oficial do seu quarto – eu não vivo mais sem o meu favorito da linha dos Chakras, sobre o qual tinha postado aqui! Juro, já faz parte das minhas “compras do mês” e uso sempre ao começar e ao terminar o dia.

3) Monte aquela playlist especial só com as músicas que te deixam feliz ou te emocionam de alguma forma (emoção e não tristeza, música de fossa nem pensar!).

4) Prepare no fim de semana um kit-leitura sobre o que te interessa mesmo – não necessariamente sobre o que parece útil, importante para o seu trabalho ou relevante para se informar do que acontece no mundo, foque naquilo que te dá o maior prazer em ler!

5) Se permita comer aquele prato favorito da infância. Sem nem pensar nas calorias, por favor – o meu certamente é o pudim de leite da minha mãe!

6) Encontre sua massagem favorita, todo mundo tem uma com um tipo de toque e formato ideais. Mesmo que apenas de vez em quando, se dê de esse presente (a real é que a gente muitas vezes gasta com roupa, com comida e esquece dos cuidados com a mente e a alma).

7) Compre de novo aquele que era seu perfume favorito na época da faculdade, cujo cheiro te traz mil lembranças boas (o meu é esse!).

8) Escutar o silêncio na natureza. E não, não substitua por apps ou álbuns que reproduzem sons de chuva, cachoeira ou vento (!!!). Ao menos um parque tem aí por perto, não tem?!

9) Faça um passeio sem hora pra acabar no Pinterest e veja só imagens lindas de roupas, lugares, casas e comidas (já me acompanha por lá?!).

10) Vá hoje para a cozinha sozinha e faça pela primeira vez uma receita que você sempre quis testar – o gostinho do resultado será duplamente especial.

 

Dica bônus: sua casa deve ser seu templo dos sentidos! E dá pra fazer isso sem grandes esforços nem gastos. Coloque flores onde puder, atualize os porta-retratos com pessoas que você ama, invista em uma boa vela aromática, tenha sempre que possível um sonzinho ambiente ao fundo. E você, tem alguma dica que alegra seus sentidos para compartilhar?!

 

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Lifestyle

O que aprendi com os documentários sobre alimentação

26 de julho de 2017

É bastante provável que você já tenha assistido a algum dos documentários sobre alimentação que estão disponíveis no Netflix. Tudo indica que ao menos já te recomendaram alguma das teorias ali apresentadas. Certamente já ouviu alguém falando sobre algum deles. A verdade é que o tema da comida consciente está cada vez mais em pauta e até quem menos entendia/se interessava pelo assunto começa a se influenciar e/ou a ter mais curiosidade.

Este post não é para recomendar nem analisar nenhum em específico. Mas pode servir como ponto de partida para quem ainda não teve contato com o tema. Durante uma semana, fiz um intensivão e assisti a vários deles. Alguns, que tinham um tom mais radical e falavam muito sobre doenças, não consegui ver até o fim, pois não me identifiquei (e sou hipocondríaca assustada, admito!). Mas Food Matters, Fed Up e Food Choices me trouxeram lições muito valiosas. Ressalto que todo o meu aprendizado é fruto da minha própria interpretação e, digamos, curadoria do que fora apresentado – porque se você quiser absorver todos na íntegra vai ficar confuso, já que em alguns pontos eles têm pontos de vista opostos. Saber filtrar e eleger o que de fato é prioritário para você é fundamental.

O que é inegável e unânime? Açúcar é o grande vilão da atualidade, a alimentação plant based (baseada em vegetais, legumes, frutas e grãos) é a chave e comer “comida de verdade” (não-industrializados) sempre será a melhor escolha.

Eis o que aprendi assistindo aos documentários sobre alimentação…

documentários sobre alimentação
imagem: alimentos naturais via Shutterstock

1) Busque a alimentação plant based: pelo menos 51% do que você come deve ser comida natural, não processada.

2) Ao contrário do que se acredita, uma alimentação natural é mais barata do que uma baseada em industrializados – mas obviamente a indústria trabalha duro para nos convencer que não, afinal, ela não é lucrativa.

3) O melhor “detox” para o corpo? Água, muita água. Ela limpa tudo.

4) Exemplos alimentares passam de geração para geração – por isso, ser responsável em seus hábitos é ainda mais importante se você tem filhos.

5) 80% dos alimentos industrializados à venda têm açúcar na composição (muitas vezes disfarçado em forma de frutose, xarope de milho…). Fugir deste péssimo ingrediente não é uma questão de apenas cortar os doces.

6) Adoçantes e todo tipo de açúcar fake também provocam as reações hormonais que geram produção de insulina – em linguagem leiga, fazem ter mais fome, mais desejo…

7) Uma pesquisa assustadora: 43 ratos viciados em açúcar e em cocaína podiam escolher entre estes dois vícios – 40 foram rumo ao potinho de água com açúcar!

8) A força de vontade não basta frente a um vício. Não é racional, nosso cérebro está sequestrado.

9) Existe um jogo feio de interesses por trás da questão alimentar, que envolve grandes indústrias, a imprensa e o governo. Para saber mais sobre isso, assista ao doc Fed Up (Netflix).

10) O refrigerante é o cigarro do século 21.

11) Ovos comerciais (não-orgânicos) vêm de frangos comerciais: você definitivamente não comeria se soubesse como são criados – este deve ser um dos primeiros alimentos para se optar pelo consumo orgânico.

12) Claro que os alimentos orgânicos são melhores do que os não-orgânicos, mas a grande maioria das pessoas não pode fazer esta troca integralmente. Isso não deve ser fator impeditivo para a alimentação plant-based. Como diz o doc Food Choices, “não se deixe intimidar pelos pesticidas, excesso de foco nesta questão é desnecessário”.

Por fim, novos hábitos mudam o paladar (e os desejos). Dê o pontapé inicial, insira alimentos, sabores e receitas diferentes em sua alimentação. Por aqui, tenho estado mais focada em acrescentar (o bom) do que proibir (o ruim). E fica bem mais fácil virar a chavinha dessa forma! No mais, informe-se, busque referências, faça suas interpretações e escolhas. Lembre-se sempre que é uma responsabilidade pessoal optar pelo mais saudável – não deixe que a indústria esteja à frente desta decisão.

documentários sobre alimentação

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