ALE GARATTONI

Mãe da Maria Helena, profissional de branding e apaixonada por moda e beleza! Meu blog é o espaço "hora do recreio" no qual divido dicas, inspirações, apostas no universo das it girls e minha vida primeira pessoa na maternidade.

Amo Branding

Seis habilidades indispensáveis da mãe empreendedora

12 de fevereiro de 2015

Cada vez mais vejo meu papel na internet – na vida, aliás! – como o de uma mãe empreendedora. Sei que tenho leitores que não tem nenhuma vocação para o empreendedorismo nem muito menos são ou serão mães e tento manter o espaço interessante para todos, mas o meu exemplo pessoal acaba por influenciar muitas das minhas postagens. E, por meu exemplo pessoal, entenda uma pessoa que sempre teve vontade de uma ‘carreira solo’ profissional e viu isso se fortalecer com a chegada de uma filha.

A flexibilidade e o autocontrole de ritmo do business próprio que sempre combinaram com minha personalidade se tornaram condições indispensáveis para o tipo de maternidade que eu gostaria de exercer. E foi por isso e para isso que eu comecei a criar modelos de negócios que me permitissem monetizar o que eu sei fazer. Mas se engana quem pensa que é fácil – ou mesmo que é necessariamente mais fácil do que um emprego convencional. Você pretende ter seu negócio próprio depois de ser mãe (admito que AMO quando vejo mães planejando marcas nas minhas turmas de workshop de branding!)? O empreendedorismo na maternidade exige algumas capacidades para dar certo. A elas…

empreendedorismo materno

ORGANIZAÇÃO NOTA 1.000
Para qualquer pessoa com qualquer tipo de pretensão profissional, a organização é um fator que pede nota 10. Para empreendedores? Buscar a nota 100 é preciso. Se a empreendedora for mãe, uma nota 1.000 se mostra imprescindível. Só com tudo muito bem planejado e sob-controle, dá pra girar dois pratinhos (negócio próprio e filhos, no caso!) que tanto exigem da gente.

FIRMEZA E DISCIPLINA
Quando manter o planejamento e auto-gerenciar as próprias metas depende só de você, doses extras de disciplina se fazem necessárias. Ter firmeza para cumprir o estipulado é muito importante para não deixar tudo desandar – o que pode trazer consequências muito ruins no médio/longo prazo.

TEORIA DA COMPENSAÇÃO
Quando a gente tem filhos pequenos, nem toda a disciplina do mundo garante uma caminhada sem interrupções – basta ter um bebê para a gente entender 100% o conceito de imprevisível, impossível achar que se tem controle de tudo! Mas estipule maneiras de compensar falhas, ausências e atrasos: abrir mão (muitas vezes de horas de sono, outras tantas de atividades pessoais) pode se fazer necessário.

RESERVAS E/OU SUPORTE FINANCEIROS
O começo de um novo negócio raramente é fácil e dificilmente dá frutos do dia pra noite. Para a maioria das pessoas – e para todas as mães – não dá pra deixar este lado racional de lado. Ter um suporte financeiro que banque as despesas e/ou reservas que atendam os primeiros tempos ajuda a manter o foco no sucesso de longo prazo.

SENSO DE OPORTUNIDADE
É muito, muito comum a história de mães que lançam negócios voltados para o universo de gravidez, bebês e crianças. É sempre mais fácil empreender em um ramo no qual você circule de fato e o empreendedorismo materno costuma sempre ganhar pontos com outras mães, por identificação ou empatia. Tire proveito disso. 

ESTRUTURA/AJUDA COM AS CRIANÇAS
Nem a Mulher Maravilha conseguiria ter um negócio próprio se precisasse cuidar dos filhos 24 horas por dia, sete dias na semana. As duas tarefas exigem muita energia e muita dedicação, afinal. Monte uma estrutura ou conte com ajuda de outras pessoas, de um modo que você tenha ao menos algumas horas por dia para o trabalho – ainda que não seja um horário fixo nem uma rotina diária, o importante é que você se programe bem com o que tem!

supermães Artcausa
{a imagem acima é parte da ótima coleção Supermães do Estúdio ArtCausa}

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  1. Fernanda Fuscaldo Em 12/02/2015

    Que post otimo Ale! Me identifiquei total!
    Ante da maternidade nunca havia pensado em empreender, era executiva do mercado financeiro há anos, e tinha tudo milimetricamente planejado para retornar apos licença. Mas aí vem a maternidade e nos muda, nos ensina e nos da força! Resultado, recomecei uma nova carreira do zero, como consultora de imagem e sigo fazendo malabarismos para dar conta de uma filha de 2, as consultorias, o conteúdo do site, e pressão pelo segundo filho! rs
    Um amigo me disse uma vez, que filho traz prosperidade na vida. Para os homens, talvez, mas para as mulheres traz uma garra e uma força que não poderíamos sonhar.
    bjs, adoro seus textos
    (esperando novo workshop no RJ…)




  2. Adelaide Em 12/02/2015

    Este é o meu post.
    Faltando dois anos para o meu pequeno entrar no colégio (séries iniciais) não durmo sem pensar neste assunto: empreendedorismo X a mãe que eu quero ser.
    Estou pesquisando, estudando, fazendo reserva financeira para então arregaçar as mangas e botar a mão na massa em 2017 quando o pequeno passar a ficar meio período em casa e meio período na escola.
    Que continuem esses postes.

    Bjs Ale.




  3. pamela Em 12/02/2015

    Nossa eu também me identifiquei super com a sua história!
    Eu sempre trabalhei com RH em empresas… E quando fiquei grávida da minha bebê eu sabia que ela seria a minha ultima chance de ser mãe, pois eu e meu esposo optamos em não ter mais e meu filho mais velho eu voltei a trabalhar com 4 meses.
    Depois que ela nasceu eu fiz uma boa reserva com a rescisão do meu trabalho e meu esposo me apoiou para que eu me jogasse no meu próprio negócio!!
    Hj eu sou mãe… Levo e busco na escola, ajudo na lição de casa, levo nas atividades extras, assisto TV, cuido da minha casa e ainda tenho meu trabalho que amo!! 🙂
    Mães empreendedoras sim!!!




  4. Juliana Em 13/02/2015

    Parabens pelo post!
    E inevital pensar no empreendedorismo quando nos tornamos mae! Estou refletindo pq meu bebe ainda esta pequeno, mas talvez coloque isto em pratica.
    Beijos




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