ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Primeira Pessoa

Quando minha carreira começou a acontecer…

14 de maio de 2015

Dias atrás, compartilhei meio por acaso no meu instagram @alegarattoni um trecho do vídeo sobre maternidade que gravei para o @coracaodemae em que eu citava a importância que conciliar a Ale mãe e a Ale profissional tem para mim. E compartilhei porque até eu me assusto de ver como, mesmo depois de tantos atrasos, erros e tropeços, mesmo depois de ter sido a última das amigas a encontrar uma profissão, eu consegui encontrar minha vocação, construir uma carreira e ter um prazer indefinível em trabalhar duro – aliás, é algo que assusta a mim e, pelo visto, a todos que me conhecem há mais de doze anos!

Mas voltando ao vídeo e à razão pela qual postei: quis, mais uma vez, acalmar quem vira e mexe fica desanimado por achar que nunca vai construir uma história profissional (e, mais do que cobrado pelo mundo, é cobrado por si próprio), como eu achava. Muita gente se sentiu acolhida com essas palavras, que não são auto-ajuda, mas uma experiência real, de uma pessoa real, com uma trajetória real. E eu me inspirei a escrever sobre isso um pouco mais a fundo, naquele esquema de #Post-De-Itu que só vai fazer sentido para quem está precisando ler isso, para quem está passando por isso. Longe de mim ser dona da verdade ou inventar fórmulas, mas se esse texto ajudar UMA pessoa, se essas palavras inspirarem UM leitor, o post já terá cumprido sua missão. Senta que lá vem história…

Já contei mil vezes que me formei sem ter feito um estágio e sem ter a menor ideia do que eu ia ser quando crescer – nem SE eu ia crescer um dia, literalmente. Vivia de curso em curso, estudava muito {e hoje sei como isso ajudou! Estudem, leiam, construam repertório!}, mas carreira que é bom… nem sinal. Ficava constrangida quando me perguntavam se eu “estava procurando alguma coisa”, morria de vergonha quando o papo entre os amigos desviava para os assuntos profissionais de todos e, com 23, 24 anos, achava de verdade que eu tinha perdido o bonde. Aí, um dia, eu tive a virada de chave.

Todo mundo tem a virada de chave e ela pode vir das mais diversas maneiras. A minha foi um e-mail pé na bunda {sim, término de namoro longo por e-mail, em 2002, sempre muito à frente do meu tempo!} que, entre as muitas linhas, dizia coisas como “seu emprego dos sonhos não vai bater na sua porta, se você não está satisfeita com sua (não) vida profissional, levanta e vai fazer alguma coisa pra mudar isso, você tem muito potencial, mas prefere viver acreditando que não consegue nada porque ninguém te dá uma chance…” e mais um monte de verdades assim. O cara desvirtuou totalmente do tema término de namoro (cadê foco, cadê branding?!), mas fez, ali, com esse tapa bem dado na cara, um dos maiores favores que alguém já me fez na vida. Eu ainda levei um ano para assimilar o tal e-mail – que, admito, guardei até a penúltima troca de laptop, uns poucos anos atrás –, mas ele virou minha mola propulsora. Ele virou meu mantra, meu chicote, minha definição de meta. Aquela chamada pra briga, pra luta, pro desafio. E ele me abriu os olhos para raciocínios duros, porém reais, que mudaram todo o resto da minha vida:

* Ninguém te dá chance. Você faz as suas chances.
* Seu sucesso é seu, seu fracasso é seu.
* Terceirizar as culpas de dificuldades é o caminho mais fácil; mas não resolve nunca nada.
* Quem quer faz! E ação REAL tem consequência real (o lance é que às vezes a gente acha que tá fazendo ações reais, mas elas não são – eu me achava super esforçada por enviar CVs aleatórios para pessoas que eu não conhecia).
* Pare de procurar o emprego dos sonhos e comece a buscar o emprego que te leve, UM DIA, pra perto dos seus sonhos.
* Nenhum emprego é pior do que emprego nenhum.
* Se comunique, aproveite as oportunidades, por mais subliminares que elas sejam.
* Ninguém tira nada de ninguém, tudo está aí disponível pra todo mundo, em abundância. Você não se deu mal porque sua vizinha de mesa na faculdade se deu bem.
* Tem gente que tem tudo e não vai a lugar nenhum; tem gente que não tem nada e conquista o mundo. Isso deve dizer alguma coisa, né?!
* Arranjar desculpas para não realizar é mole e quando você se dá conta tá ali vivendo a vida no auto-consolo com álibi pro fracasso.

No momento em que consegui meu primeiro emprego de gente grande, aos 27 anos, eu passei a ser a funcionária que ganha salário de estagiário e trabalha com garra de CEO. Eu fiz e refiz minhas planilhas de metas. Eu acertei e errei muito, muito mesmo, mas nunca mais parei de tentar alguma coisa. Eu passei a sentir prazer na inquietação de ir um pouquinho mais à frente. Eu parei de pensar em empregos dos sonhos e passei a sonhar com empregos pra pensar – pensar em aprender, em conhecer, em crescer. Com humildade e muito mais trabalho chato do que legal. Eu cavei minhas oportunidades. E, não por acaso, a energia mudou.

A vida começa quando a gente para de inventar desculpas. A vida começa quando a gente para de se vitimizar. A vida começa quando a gente chama pra si a responsabilidade. A minha começou quando eu comecei a competir comigo mesma – e apenas comigo mesma –, numa vontade sem fim de fazer melhor do que já fiz. Fórmula? Nunca, eu não teria tal pretensão. Mas as maiores vítimas que conheço são as que se apegam ao mimimi, à música triste, ao discurso ensaiado da culpa de fulano, à justificativa eterna de que se tivessem “pai-rico-contatos-influentes-chance-dada” tudo seria diferente. Repito: profissionalmente ninguém dá nada pra ninguém e pouca gente está disposta a ajudar de graça. É tudo uma troca. É muito comum entrevistar pessoas e ouvir das próprias que elas deveriam ser escolhidas para o emprego porque é o sonho delas trabalhar ali, porque elas amam aquela área, porque elas desejam xyz. Empregador não é gênio da lâmpada e, noves fora, o que seu chefe quer é alguém que facilite a vida dele, que acrescente ao negócio, que trabalhe duro de verdade. Em troca ele te dá a oportunidade, a vaga, a chance. Troca, entende?! E isso serve pra tudo quando a gente fala de vida profissional. O cliente, a divulgação, a indicação e a recomendação vêm como consequências, nunca como causas. É duro, mas se chama mundo real dos adultos que não são nossos pais.

Esse é mais um daqueles textos viscerais, que vêm mais da alma do que do racional. Que eu escrevo mais como terapia do que como post público. Que eu penso (prefiro pensar!) que ninguém vai ler de verdade. Mas que, no fundinho, sou só eu brincando de voltar no tempo e dando um sacode na Alessandra de 23 anos. Antes que ela precise escutar tudo isso de alguém, por e-mail, no meio de um pé na bunda!

keep working

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  1. Sara Ferreira Em 14/05/2015

    PARABENS pelo texto! Seguramente vai ajudar muita gente! De tempos em tempos, precisamos ler essas coisas!
    Sua história é linda, dá pra perceber que a coragem sempre habitou o seu coração.
    Abraço,
    Sara




  2. Priscila Em 14/05/2015

    Show, show, show!!! Amei cada palavra, cada virgula escrita! Parabéns Alê!!!




  3. Priscila Em 14/05/2015

    Amei seu texto Ale. Estou com 25 anos e sinto que estou longe de onde gostaria de estar, mas ler seu post me ajudou.




  4. Vera Em 14/05/2015

    Você me chicoteou toda hein Alê! Obrigada!




  5. Camila Em 14/05/2015

    Eitaaaaa, chicotada! Você me representa, dona Alessandra!




  6. Jaque Mendes Em 14/05/2015

    Eu estou nessa fase em que estou vendo a vida a passar e de que nunca vou me realizar profissionalmente. Eu estou dando pequenos passos em direção ao meu sonho mas parece que nunca vou chegar lá!




  7. Larissa Em 14/05/2015

    Boa noite Ale, gostaria de dizer que admiro muito o seu trabalho e agradecer pelo tema do post. Estou com 23 anos, sou formada em Design de moda e nunca estive em um emprego que realmente estivesse dentro do que eu busco para mim, passei o último ano trabalhando na área de vendas por precisar de dinheiro mas estava sempre muito infeliz, hoje estou desempregada a procura de uma oportunidade, concordo com tudo o que você disse e não quero ser o tipo de pessoa que vive de desculpas para estar onde está, mas realmente não sei o que eu poderia fazer para alcançar meus objetivos, eu estou atenta a todos os meios de me manter informada nas vagas disponíveis, mando muitos currículos, inclusive para vagas de menos reconhecimento por ter consciência de que nada cai do céu, porém já cheguei a ser dispensada de seleções por ser mais qualificada do que a vaga exigia, me tornando aos olhos do recrutador uma opção menos viável. Me encontro muito “perdida” profissionalmente e não sei mais como buscar o que quero, as vezes não sei nem mais o que eu tanto quero. Obrigada por compartilhar essa fase da sua vida, de alguma maneira me faz pensar que nem tudo está perdido.




  8. Livia Em 14/05/2015

    Nossa Ale que texto bacana. Me identifiquei muito com a sua história porque vivi algo parecido, e na verdade ainda estou “me encontrando” profissionalmente. É quase que um alívio saber que pessoas como você, com a carreira consolidada, também podem ter vivido experiências profissionais ruins antes de chegar onde estão. Porque como você disse no texto, a gente sempre acha que o problema é com a gente e que a grama do vizinho é mais verde, mas não sabemos o quanto ele trabalhou pra conseguir isso.
    Obrigada por compartilhar com a gente.
    Beijos




  9. Nathalia Braga Em 14/05/2015

    Sempre escrevendo o que eu preciso ler..

    Eu reli o Emprego dos Sonhos essa semana! Lembro que me fez tão bem quando eu comprei, estava precisando dessa dose extra de maneiras reais de se construir uma carreira, e amo me inspirar na sua!

    Recomendo pra todo mundo nessa fase “terminei a faculdade o que eu faço da vida agora?”, você nasceu pra ensinar Ale!

    Beijo beijo




  10. Ana Paula Em 14/05/2015

    Adorei o texto! Eu confesso que as vezes tenho essa péssima mania de me “vitimizar” e inventar desculpas para tudo. Preciso lutar arduamente para mudar meu quadro profissional, pois nada cai do céu! Abraços




  11. Renata Lewinski Cruz Em 14/05/2015

    Uauuuu! Sem palavras Ale! Conforta saber q pessoas bem sucedidas tambem passaram por isso!
    Muito sucesso!!!
    Beijao Re




  12. Brunela Sossai Em 14/05/2015

    Olá Alê ! Texto incrível ! Parabéns ! Só quem passa por isso sabe o quanto visceral ele é . Eu sou formada em odontologia , trabalhei na área por 10 anos ,mas nunca me senti realizada profissionalmente, me sentia totalmente perdida e deprimida por estar trabalhando com algo que não me dava prazer e essa situação me incomodava muito.Era super dedicada ao meu consultório , aos meus pacientes , vivia fazendo cursos e nada mudava , pelo contrário, a cada novo curso concluído, uma nova frustração , uma nova cobrança , uma nova enfermidade. Vivia doente : sinusite , rinite , cervicalgia, cefaléias horríveis , labirintite. Tive meu segundo filho, e as coisas pioraram, fiquei sem ajudante em casa, não conseguia sair para trabalhar porque não tinha com quem deixar as crianças. Quando as coisas se acertaram e eu consegui voltar a trabalhar, já não dava mais conta de ir (a insatisfação piorou) e meu trabalho que eu sempre tentei fazer com perfeição já não era mais o mesmo . Eu decidi então parar de reclamar e agir ! Comecei a fazer curso de design de jóias e ourivesaria , vendi meu consultório e decidi que em 2014 iria dar esse tempo pra eu pensar na vida . Hoje em 2015, estou tentando tocar meus projetos timidamente, confesso que já fui bem mais corajosa e que as vezes eu tenho recaídas e fico pensando se eu fiz a coisa certa , mas eu acho que sim e com quase 35 anos , estou tentando começar uma nova carreira ! Não foi fácil, não está sendo fácil, mas eu penso que o pior de tudo seria passar uma vida sem ter tentado! Um grande beijo e fica com Deus !




  13. Jessica Macedo Em 14/05/2015

    Eu li! haha
    Ale, eu precisava ler isso hoje! Tenho estado desanimada esses dias por estar desempregada (há pouco tempo), isso tem me feito mal e estava me lamentando.
    Mas hoje resolvi mudar! Chega de pensar nas coisas ruins, que poderiam ter sido, chega de acreditar nas mentiras que vem na mente!

    Vamos construir, sonhar, planejar, CRIAR!

    Obrigada pelas palavras! Acompanho você há um bom tempo e te admiro muito!

    Grande beijo!




  14. Brunela Sossai Em 14/05/2015

    Complementando, estou na fase de “eupresa” e tentando organizar minha rotina rsrsr bj grande




  15. Iara Em 14/05/2015

    Só para deixar registrado que eu li inteiro!!! Sua escrita é agradável e suas ideias são expressadas de forma objetiva.




  16. Luana Caroline Lima Em 14/05/2015

    Alê, texto maravilhoso. Eu amo meu trabalho e sou muito feliz com as escolhas que fiz. Tive uma crise há uns 3 anos atrás mas, eu percebi que precisava era de uma nova postura e não uma nova profissão. Hoje mesmo eu escrevi sobre enfrentar os medos e não assumir nunca uma postura de vítima, tudo tem seu tempo certo. Hoje eu meu coração está dividido entre esse momento ótimo da minha carreira e a vontade de ser mãe… Seu vídeo foi muito bom pra mim, estou pensando sobre isso no momento. Beijos, você sempre arrasa muito.




  17. Paola Scott Em 14/05/2015

    Exatamente. A gente se auto-sabota demais. Eu sempre digo pros meus filhos: não se garantam só pela inteligência que vcs têm. Esforço é fundamental e compensa muitas falhas , até um pouco de inteligência. Então não achem que só pq vcs são inteligentes vão chegar longe sem se esforçar…
    Bjs




  18. Paolla Roriz Em 14/05/2015

    Ale, como sempre uma inspiração! Texto incrível, lição maravilhosa. Sei bem como é difícil (ainda to nessa fase) descobrir o que quer ser quando crescer. Faço faculdade de nutrição, mas sempre curti a área da moda. Penso em criar um blog, mas rola a insegurança, a falta de tempo etc.




  19. Bruna Gullaci Em 14/05/2015

    Alê-do-céu! Você não tem noção do quanto você já me ajudou na área profissional, sem saber você é a minha coaching desde o meu primeiro emprego. Um dia quero poder te encontrar e agradecer por doar tanta experiência e bons conteúdos para pessoas que vc nem conhece. Você faz o bem e nem sabe a quem. Muito obrigada por tudo! Beijos de uma grande fã.




  20. HELOISA DOURADO Em 15/05/2015

    Como disse uma leitora aí em cima, fui chicoteada sem dó nem piedade (rs) e quer saber? Obrigada. De coração. Acho muito generoso e corajoso da sua parte dividir com a gente questões tão íntimas e (muitas vezes) complicadas. Tem sido tão raro, no meio de tanta ostentação e falsidade, pessoas que se dispõem a publicar falhas, dúvidas e (por que não?) derrotas nas redes sociais. Vc me inspira. Beijos mil!




  21. Adelaide Em 15/05/2015

    É aquele post que vem como vento por trás de mim e me empurra a continuar os rabiscos do ensaio de mini empreendedora.

    Show de bola Alê.
    Bjs bjs




  22. Anne Lise Em 15/05/2015

    Incrível




  23. Ale que texto maravilhoso. Impossível não acordar para a vida com tais palavras!! Vou guardar-lo, para quando estiver meio desmotivada voltar a ler. Nunca é tarde para começar um novo projeto e viver novas experiências. Estou iniciando minha nova carreira, pois estou na minha segunda graduação e que sempre foi meu sonho, a arquitetura e esse texto me impulsionou a continuar na missão, rsr… Muito bom começar o dia motivada por um texto assim! Que sua inspiração e sucesso aumentem a cada dia, pois eu me tornei sua seguidora e estarei na torcida sempre! Bjs e um ótimo dia!




  24. Marcela Em 15/05/2015

    Alê, que post maravilhoso! Era exatamente o que eu precisava ouvir. Me deu uma leveza que você não tem ideia, ainda mais porque estou num momento de questionar absolutamente tudo na minha vida. Muito obrigada!




  25. Gabriela Em 15/05/2015

    Amei seu texto, realmente não podemos esperar que as oportunidades sejam dadas de graça.




  26. Tamires Em 15/05/2015

    o que posso dizer?? simplesmente obrigada!




  27. Monique Em 15/05/2015

    Obrigada pelo tapa na cara. Inclusive o e-mail término foi um tapa na cara pra mim também, ele não falou pra mim, mas senti como se tivesse falado. Comecei a trabalhar aos 18, tenho 26. Sou advogada e sempre trabalhei na area, passei pelas mais diversas areas do direito achando que um dia iria me encontrar em alguma delas e quando finalmente consegui trabalhar na area que julgava ser a dos meus sonhos adivinha o que aconteceu? Odiei. Concluí, portanto, que não vou me encontrar em nenhuma área porque odeio direito. Isso me dá um mini desespero porque fico pensando que joguei 8 anos fora, com trabalho, faculdade, pós, mil cursos que jamais poderão ser aproveitados porque o que mais eu posso fazer além de ser advogada? Não sei fazer mais nada. Pânico.
    Tenho muita vontade de empreender mas não sei por onde começar.
    Obrigada pela inspiração!!

    beijo




  28. Fê Gonçalves Em 15/05/2015

    Essas são aquelas verdades que todo mundo precisa escutar um dia. Nada nessa vida é fácil, seja no âmbito profissional ou pessoal. Para alcançar tem que batalhar, suar, “sangrar”, como dizia um professor meu da faculdade. Choca, mas é verdade, é realidade. Se fazer de vítima não vai adiantar nada. Pinta a cara e vai pra guerra! Você quer, está segura que é isso que quer? Vai atrás, pesquise, estude, fale com outras pessoas, apareça! Muito bom, Ale, vou me segurar aqui senão farei outro post dentro do seu post…rs…é que esse assunto rende uma ótima conversa!! Beijinhos




  29. Flora Em 15/05/2015

    É muito bom ler isso, de verdade!




  30. Thaynara Em 15/05/2015

    Oi Ale, belo texto!
    Eu estava precisando ler este texto e muitas outras pessoas também. Acho que comparando, eu estou no momento anterior a que você recebe o e-mail do seu ex namorado.
    Sei que vou encontrar meu caminho, mas enquanto não acho vou seguindo seus conselhos.
    bjos<3




  31. Beatriz Lopes Em 15/05/2015

    Parabéns, você conseguiu tocar + 1 pessoa Ale!!!
    Eu me identifico muito com seus textos em primeira pessoa. E esse então: meu pânico e tristeza quando me perguntam se eu estou procurando alguma vaga é o mesmo! Venho fazendo “bicos” e digo que continuo enviando os famosos currículos aleatórios. Há 7 meses atrás, fiz um processo de coaching que me ensinou a ser direta no que quero e a ir em busca do emprego que eu sonho, mas depois de 2 entrevistas frustradas, voltamos a estaca 0 sabe?
    Seu texto me lembrou muito o que eu preciso fazer agora.

    Obrigada! E muito sucesso!!!




  32. Marcia Em 15/05/2015

    Ótimo texto, aliás como todos em Primeira Pessoa. Minha história é diferente e não sei se vou soar amarga em meu depoimento.
    Decolei razoavelmente cedo, tive uma trajetória boa aos olhos dos outros, mas que a mim dizia menos. E com um agravante: me consumia de tal forma que minha vida pessoal estava indo para o buraco.
    Depois que meu filho nasceu, priorizei a maternidade, fiquei um ano como “mãe integral”, mudei de emprego e meio que desisti de vez de encontrar-me profissionalmente. Tenho um trabalho que não me realiza (apenas suporto e olhe lá), mas que me garante materialmente e que, em termos de carga horária, me permite dedicar-me mais ao meu filho.
    Fico pensando se não desisti cedo demais, se não deveria ir atrás de algo que me deixe mais feliz. Mas, sendo bem honesta comigo mesma, não sei se seria feliz bancando a decisão de impor a mim e ao meu filho a perda da condição material para começar do zero em algo que nem sei exatamente o que é. Porque, sinceramente, não acho que a minha insatisfação profissional impõe um ônus enorme a mim e a minha família. Há casos em que o impacto é devastador e que a pessoa tem mesmo que ir atrás de uma mudança. Eu tento administrar o meu desconforto diário. Há épocas que consigo (nem chego a senti-lo); em outras, consigo menos.
    Enfim, meio que lancei a satisfação profissional para perda total e tento ver a felicidade no que tenho de bom fora do meu trabalho (uma vida pessoal mais equilibrada)e mesmo nele (trabalho, por sorte, com pessoas muito legais, que tornam o meu dia mais fácil). Se estou errada, não sei… Talvez seja uma fatura que mais à frente a vida me cobre. Ou não.
    Como vi que o tema despertou muito interesse e que há muitas leitoras angustiadas com a questão, resolvi dividir a minha vivência e tentativa contínua.
    Boa sorte a todas e que encontrem seu caminho na vida, seja ele qual for.




  33. Pá. Em 15/05/2015

    Alê, adoro seus textos viscerais!
    A minha trajetória é bem diferente… Comecei cedo, aos 16 anos, as 25 cheguei onde jamais imaginaria, aos 28 era diretora e me descobri master infeliz. Comecei de novo, como trainee mesmo, batalhei novamente, cheguei lá mais uma vez e… não era o que eu queria. Só agora, aos 32, percebi que o problema nunca foi externo, sempre foi meu. As cobranças são minhas, o traço workaholic é meu… Com essa consciência, percebi que o que me desanimava é a impossibilidade de conciliar vida pessoal (leia-se a maternidade que venho postergando há tempos) com a maneira como eu levava minha carreira. Decidi mudar parâmetros, equilibrar os demais aspectos da vida e começar a programar a vida para uma futura gestação que vamos começar a tentar no próximo ano.
    Me orgulho pra caramba de tudo que fiz, do que conquistei mas, simplesmente, não serve mais para mim ser aquela pessoa. E, honestamente, não vejo problema em começar de novo, por outros caminhos, em busca do, tão difícil, equilíbrio.
    Beijos, Pá
    @papaombo




  34. Francine Garbelotti Em 15/05/2015

    Obrigada
    Tenho 29 anos e me mudei para sao paulo fazem 15 dias. Resolvi arriscar tudo e mudar de rumo na carreira. Sou consultora de imagem e stylist. Amo esta profissao e por isso, por mim, me joguei.
    Confesso ficar em casa traçando metas e objetivos têm me deixado um tanto nervosa, mas ler isso e os textos de branding no seu site me ajudam a manter o pique e o foco.
    Com fé em Deus e pé na tabua terei exitos e te encontrarei numa oportunidade para agradecer pessoalmente!




  35. Marina Gomig Em 17/05/2015

    Perfeito! Pra ler, reler e refletir! Obrigada.




  36. Carol Pamplona Em 17/05/2015

    Já li tantas coisas legais nesse blog e sempre que volto encontro inspiração. Acredito realmente que o caminho certo é o caminho que a gente faz. Obrigada pelas palavras. Excelente para começar a semana com foco, fôlego e na atividade, rs. Beijos <3




  37. Bruna Em 18/05/2015

    Ale,

    Obrigada pelas palavras, obrigada por compartilhar conosco essa parte da sua vida. Adorei e servirá como inspiração pra mim.

    beijosss




  38. Ariadnne Em 18/05/2015

    Genial!!!! Amei o texto. Foi um super “acorda pra vida, menina.” kkkk
    É impressionante como tem coisas que a gente sabe, mas que precisam ser ditas pra que a gente caia na real e se toque que o mundo é a gente que faz, não é papai, nem mamãe que vão fazer com que a gente seja feliz e realize nossos sonhos.

    Alê, adoro seu blog, sempre leio, mas nunca escrevo. ;x
    Acho que dessa vez me identifiquei tanto que resolvi deixar meu comentário.

    Beijos. Até o próximo post. ;D




  39. Renata Em 19/05/2015

    Alê,
    é exatamente o que eu preciso.
    Palavras certas, não para conforto, mas para me empurrar.
    Obrigada!
    Beijos




  40. Luciana Em 19/05/2015

    Texto maravilhoso e inspirador!!Vou passar aqui para ler,todo dia…pra deixar de mimimis na minha vida.!




  41. Luiza Oliveira Em 21/05/2015

    Ale, seu texto cumpriu o propósito! Muito inspirador. Obrigada por dividir sua história. 🙂




  42. Alexandra Em 21/05/2015

    Oi Alê! Tenho 40 anos e a três resolvi mudar de área e buscar algo que me dê prazer. Confesso que neste período fiquei mais de vítima da “não oportunidade” mas agora estou focada e pronta pra buscar meu lugar ao sol.
    Teu post me ajudou bastante. Bora sacudir a poeira e trabalhar muito.
    Obrigada!




  43. Natalia Em 22/05/2015

    Impresso,e guardado na bolsa para o emprego dos sonhos e para a vida! Obrigada Ale!




  44. Ana Fidelis Em 22/05/2015

    Oi Ale, tudo bem?
    Ler esse texto pessoal seu foi como um tapa na minha cara rsrs, sim eu precisava ler esse texto.
    Tenho 22 anos e vivo de mimimi, mas lendo o texto eu percebi que quando eu busquei, quando eu fiz uma ação REAL eu conquistei algo REAL, então eu percebi que os mimimis são meras desculpas esfarrapadas que eu dou pra mim mesma pra me convencer de que não sou capaz, mas todo mundo é capaz, basta querer e correr atrás.
    Obrigada Ale por me dar esse tapa cara que eu tanto precisava, obrigada por me fazer acordar pra vida.




  45. Maysa Leão Em 23/05/2015

    Alê,

    Sabe aquele texto que a gente deseja ter escrito? Esse é um deles! Totalmente verdadeiro, necessário e altamente eficaz, porque chacoalha quem merece ser chacoalhado. Dá para lê-lo milhões de vezes, ainda aprender alguma coisa. É o tipo de post que pode mudar uma vida inteira! Parabéns por ser assim, obrigada por compartilhar!!!

    Bjo bjo bjo! Maysa Leão




  46. Tha e Thi Em 12/06/2015

    Não consigo parar de ler seus post!!!




  47. Joana Luiz Em 21/06/2015

    Ale,
    Não existem limites, para além dos que temos na nossa cabeça. Há quem diga que é clichê, mas para tudo, seja mudar de emprego, criar um negócio, dar uma volta ao mundo ou correr uma maratona, acreditar e querer muito é uma grande parte do caminho. E ter um plano.
    E mesmo que estejamos sempre insatisfeitos, sempre em busca de sonhos longinquos, no caminho acabamos por fazer cair estes limites que sempre nos prenderam.
    Obrigada pelos seus posts que todas as semanas nos incentivam a continuar o trabalho e a busca pelos nossos objectivos.
    Beijo,
    Joana




  48. Vanine Moraes Em 17/08/2015

    Obrigada pelo texto!
    Era o que precisava ler 🙂




  49. Camila Em 24/12/2015

    Alê,post excelente como sempre!
    Se eu te contar que eu só agora aos 30 anos resolvi assumir a resposabilidade pelos meus sonhos e pela minha carreira,você acredita?!
    Meu chacoalhão foi meu filho de 03 anos que veio sem nenhum planejamento,virou minha vida de ponta cabeça e hoje é minha maior motivação para o “mais”.
    Fazer 30 anos também virou a chave,sabe?
    Ficou claro que ficar esperando que tudo dê certo,que eu alcance o sucesso que sempre almejei não rola.
    É preciso ação.É preciso clareza,planejamento,metas e foco para fazer tudo acontecer.

    Bjs




  50. Rafaela Lima Em 24/12/2015

    CARAMBA! Ale, você deu não só um sacode na Alessandra de 23 anos, mas um super sacode na Rafaela de 15. Obrigada, obrigada e obrigada. Obrigada por ter me feito , aos 11 anos ao ler o seu livro, ter convicção de que trabalhar com moda era o que eu queria (não por querer ser uma It Girl, de forma alguma. Mas por querer um dia chegar a escrever com tanta propriedade e desenvoltura como vi você fazer com aquele livro.) Obrigada por ter me ensinado , com todo esse tempo lendo tudo o que você escreve, que o caminho para o sucesso não é fácil, não é mole e nem simples. Mas que ele existe, e é com muita coragem, esforço e trabalho duro é que se chega lá. E obrigada por esse texto, e por todos os outros que assim como esse, me deram aquele friozinho na barriga, aquela coisinha no coração que dá a sensação que isso foi escrito pra mim, para eu ler hoje e colocar em prática hoje também. Você é demais! Beijão




  51. Isa Nascimento Em 26/12/2015

    Alê, você é sempre muito inspiração para mim! Adoro vir aqui e ler seus textos porque eles me incentivam demais e correr atrás e estou precisando mesmo de uma virada de chave.
    Beijos,
    Isa




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