ALE GARATTONI

Mãe da Maria Helena, profissional de branding e apaixonada por moda e beleza! Meu blog é o espaço "hora do recreio" no qual divido dicas, inspirações, apostas no universo das it girls e minha vida primeira pessoa na maternidade.

Amo Branding

Por que eu troquei uma carreira em revistas para empreender

17 de março de 2015

Você é doida! Tem certeza que essa é a melhor decisão?!

Perdi a conta das vezes que ouvi a frase acima. Perdi a conta das vezes em que minhas mudanças chocavam as pessoas. Perdi a conta das vezes em que todo mundo achava que eu era, na mais gentil das hipóteses, burra! Muita gente não entende como posso/pude mudar tanto de ideia; eu nunca entendi quem se apega a projetos que dão mais resultados do que desafios. E isso não é certo nem errado, apenas mostra que as pessoas têm pontos de vista diferentes sobre uma mesma situação – e que, no meu caso, a zona de conforto nunca me deu conforto algum.

Comecei a sonhar em trabalhar em revistas quando eu tinha uns onze anos e, em vez de idolatrar bandas de música, sabia de cor e salteado o expediente da Capricho (sim, minhas ‘ídolas’ eram as editoras e, principalmente, a diretora Monica Figueiredo). Segui com essa ideia na cabeça até 2005, quando criei a tal planilha de metas e incluí desejos distantes como editar uma revista e assinar uma matéria para a Vogue. A partir daí, as coisas foram de fato se materializando: primeiro em sites, depois em colaborações, chegando a uma editoria. Assinei textos para minhas publicações favoritas e, modéstia à parte, acho que poderia ter seguido uma carreira bacana nesta área.

matéria Vogue por Ale Garattoni
{matéria Vogue Brasil/2009: por nove meses eu escrevi essa seção, que há anos era minha favorita da revista}

Mas aí eu fui jogando tudo para o alto, sem que eu mesma conseguisse entender por que num primeiro momento. Negando oportunidades, pedindo demissões, fechando para mim esta porta tão sonhada. E hoje eu sei o nome e sobrenome disso: desejo de empreender. Sim, quando a gente tem valores e crenças muito definidos (não me refiro a valores mais positivos ou menos positivos, apenas a ideias excessivamente autorais), fica difícil se encaixar em qualquer outro lugar. E foi por isso que eu troquei uma possível/provável carreira em revistas de moda e lifestyle pelo empreendedorismo.

emprego fixo x empreendedorismo

Quatro sinais de que a carreira solo talvez também seja para você…

1) VANTAGENS FIXAS NÃO SÃO POR SI SÓ VANTAGENS
Eu jamais pularia de paraquedas; meus relacionamentos pessoais sempre são super longos; não tenho vocação para investimentos financeiros de risco. Mas todo meu conservadorismo vai por água abaixo quando penso profissionalmente na troca do supostamente certo pelo supostamente duvidoso: não preciso de salário fixo, não me sinto atraída por vantagens corporativas e gosto de bater metas sozinha na raça. Algumas {muitas?!} pessoas tendem a produzir menos em situação de instabilidade ou incerteza. Pra mim, isso sempre foi apenas um incentivo a mais!

2) É FAZENDO QUE SE APRENDE
No bate-papo com leitoras na semana passada, contei que ultimamente eu mesma tenho mexido na programação do site e elas me perguntaram como eu sabia fazer isso: “tentativa e erro” é a minha resposta para muitas das coisas que faço! Amo experimentar, amo fuçar, amo aprender pela necessidade. E enquanto eu não derrubar meu servidor vou seguir achando que essa é a melhor maneira de se superar – no blog ou em qualquer tarefa!

3) FLEXIBILIDADE x TRABALHO 24/7
Ser dono de um negócio próprio pode garantir mais flexibilidade – vem daí a atual força do empreendedorismo materno, quando mulheres buscam esta opção de modo a ter mais tempo para participar de momentos da vida dos filhos. Mas empreender (bem!) significa nunca se desconectar por completo. Se seu perfil é aquele que ‘deixa a caneta cair pontualmente às 17h’, talvez a carreira solo não seja a melhor pedida.

4) A IMPORTÂNCIA DA RESILIÊNCIA
Entre 2003 e 2015, eu posso dizer que tive muitos, muitos altos e baixos na carreira. Tive e-mails com arrobas poderosos, ‘perdi’ tudo, ganhei de novo. Senti na pele a diferença de tratamento de muita gente quando eu entrava – e principalmente quando eu saía – de um cargo relevante e/ou de uma posição de prestígio. Aprendi a conviver com isso, aprendi a saber que tudo é cíclico, aprendi a exercitar minha resiliência, palavrinha fundamental para quem deseja empreender. Ahh, e ganhei um talento-bônus: reconheço interesseiros de ocasião de longe!

frase Sri Prem Baba

Eu não acho que a carreira corporativa seja para todos, eu não acho que o empreendedorismo seja para todos. São escolhas baseadas, sobretudo, na personalidade individual da pessoa. Mas, particularmente, acredito MUITO que ter uns anos de vivência profissional em outras empresas ajuda na hora de começar o seu próprio negócio.

Em tempo: na quinta-feira (19.03), eu contarei, no post semanal da coluna amo-branding, como, por que e para quem eu criei a AG Branding!

{Você conhece pessoas que vivem este duelo interno de empreender ou buscar o emprego dos sonhos?! Use os novos botões {logo abaixo do título} e compartilhe com elas – no Facebook, Linkedin, email ou Whatsapp – este link! Eu também te agradeço por me ajudar a espalhar meu conteúdo por aí.}

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  1. Flavia Em 17/03/2015

    Alê, incrível como faz parecer tão simples coisas que difíceis de serem traduzidas. Ainda divido a carreira corporativa com a empreender e não é nada fácil, e um dos aprendizados que tive a alguns anos com um colega foi o de “Ser e Estar”, ainda vou escrever sobre isso (risos), a tal da bajulação quando se está em uma posição alta e se tem algo a oferecer.

    As pessoas mudam o tom, é incrível. E você foi uma grata surpresa! Talvez por isso alinhado ao seu talento obviamente tenha tanto sucesso.

    Parabéns e bjs

    Flavia

    Sabe que esse papo de “ser e estar” foi uma das minhas grandes motivações para perceber que eu queria a tal carreira solo?! Sempre senti que, por mais poderosa que fosse a empresa/revista que eu representasse, eu apenas estava ali – e queria algo que fosse menos perecível, com o meu próprio nome (única arroba que eu sei que será sempre minha!!).
    Obrigada pelo carinho, você é demais!
    bjobjo




  2. Andrea Zubelli Em 17/03/2015

    Seus posts são inspiradores. Gosto muito da maneira que vc escreve. Participei do seu workshop de Branding aqui no Rio e foi um divisor de águas para mim. Estou no processo inicial de mudança de careira e aos 45 anos isso não é tão fácil. Na verdade, seja qual for a idade acredito que não seja tão simples… por isso toda ajuda é válida e bem vinda. Obrigada!
    PS- meu site está em construção

    Oi Andrea, uau, que honra ler isso, obrigada pelo feedback sobre meu workshop!
    Concordo com você, começos são sempre difíceis. Mas vá em frente! Boa sorte!
    bjobjo




  3. Monique Em 17/03/2015

    Você me inspira muito nesta questão do empreendedorismo. Acabei de ler no seu post tudo que passa pela minha cabeça e as pessoas ao meu redor simplesmente não entendem.

    Tenho só 3 anos de formada, sou advogada e desde que comecei a estagiar, há oito anos, achava que era isso que queria para a minha vida. Hoje tenho certeza absoluta de que é isso que eu NÃO quero. Mas é difícil. Como só tenho 25 anos, a família acha que é fase minha, que eu tenho que ter os pés no chão, que ter um negócio próprio não é tão simples quanto eu imagino, que a grama do vizinho é sempre mais verde e que eu não posso simplesmente abrir mão do meu emprego formal em escritório de advocacia para ir tentar a vida como empreendedora. Mas simplesmente não vejo propósito em continuar advogando.

    Eu, por outro lado, não aguento ficar o dia inteiro obrigatoriamente sentada na frente de um computador. Não vejo utilidade para o meu trabalho e sinto que o exercício da minha função atual não acrescenta nada na vida de ninguém, nem na minha, inclusive. A função não me inspira e não consigo me enxergar daqui a dez anos como uma advogada de sucesso. Consigo, sim, me enxergar como uma empreendedora de sucesso e me utilizar disso para inspirar outras pessoas a seguirem o caminho que elas entendem ser melhor, assim como você faz.

    Enfim, peço desculpas pelo imenso comentário, que na verdade mais serviu como desabafo. Gosto muito desses seus posts e me inspiro cada vez mais com eles.

    Obrigada por compartilhar sua experiência!
    Um beijo.

    Muito obrigada pelos elogios e pode desabafar sempre que quiser!
    Os comentários são o termômetro do interesse dos leitores pelos assuntos que escrevo, isso é muito importante pro meu trabalho!
    bjobjo




  4. Camila Em 17/03/2015

    Comecei a “ler você” faz anos, logo quando conheci o que era um blog e você tinha o It Girls. Fiquei orfã quando você decidiu fecha-lo e muito feliz quando você voltou.. comento pouco mas estou sempre aqui. Tudo isso para dizer apenas uma coisa: você me representa! #alequerosersuaamiga #aloka

    #JáSomosAmigas! ;-))
    bjobjo, obrigada pelo carinho!




  5. Fê Gonçalves Em 17/03/2015

    Ale, apenas me identifiquei totalmente no seu post de hoje, nossa escolha e perfil bateram muito!! Beijos

    Legal, Fe, obrigada pelo feedback!
    bjobjo




  6. ella Em 17/03/2015

    Ale,

    Conta pra gente sobre seu ano sabático. O que vc fez entre 2012 e 2013 e como isso te ajudou. Tá uma super onda de gente tirando esse tempo pra se encontrar profissionalmente.

    Oi Ella!
    Não foi exatamente um sabático. Eu decidi desacelerar tudo para engravidar (tenho muita dificuldade com o meio termo, é tudo ou nada!). Engravidei no meio de 2012, curti a gravidez e o primeiro ano de MH em tempo {quase!} integral. Fui seguindo o ritmo que eu achava que devia naquele momento, mas particularmente acredito que essa pausa tenha me ajudado no processo de autoconhecimento que levou às mudanças que aparecem agora!
    bjobjo




  7. Mahyna Siqueira Em 17/03/2015

    Oi Ale! tudo bem?
    Bom, é muito dificil eu comentar por aqui mas adoro seu blog e leio sempre!
    Me identifiquei muito com esse post pois apesar de estar num momento mais empreendedora (feliz e aprendendo muito, sobre mim e sobre todas coisas) às vezes me pego pensando que se tudo der certo (e vai sim!) eu nunca vou ter a chance de trabalhar nas minhas empresas dos sonhos como estilista ou diretora de estilo… mas aí penso que estou construindo uma marca tão legal (com a ajuda dos seus posts, claro) que vai chegar um dia que essas empresas vão é querer fazer parceria com a minha empresa e de uma outra forma, vou acabar realizando esse sonho 🙂

    Ah, no caso o meu lado empreendedora está focada na minha marca de lingerie: Moi lingerie, minha idéia é fazer uma lingerie muito confortável e prática para que as mulheres possam batalhar por todos os seus sonhos mas que também sejam peças bonitas e interessantes para mostrar.

    É isso.

    Muito obrigada por dividir sua jornada conosco, Ale!

    Que legal! E eu que agradeço pelo feedback!
    bjobjo




  8. Amanda Paixão Em 17/03/2015

    Alê, fico impressionada com seus posts. Sério! Cada um mais maravilhoso que o outro. Ainda faço faculdade, mas já há algum tempo a palavra “empreender” vinha martelando na minha cabeça mas não sabia como começar um empreendimento, e agora você está me ajudando a colocar em prática. Conheci seu blog enquanto buscava um perfume de vanilla (comprei o que vc indicou, da Sephora, que realmente é muito bom), e logo me encantei com tudo, passei horas lendo os posts e me inspirando com as suas palavras. Hoje em dia é o blog que eu mais acesso e o que mais me traz conteúdo de qualidade, além de inspiração, que você nunca deixa faltar em nenhum dos seus posts. Obrigada por compartilhar cada coisinha aqui. É muito importante pra mim e pra cada uma das suas leitoras. Você é inspiradora! Beijos.

    Uau! Você nem imagina como fico arrepiada de verdade de ler que inspiro as pessoas que me leem! Por mais que esse seja meu desejo e objetivo, é sempre muito especial saber que está dando certo!!
    bjobjo




  9. Daiana Henckes Em 17/03/2015

    Ale, era tudo que eu estava precisando ler… ver que não gostar muito de trabalhar corporativamente não é um problema meu, e sim que minha personalidade é diferente do que a de muitas pessoas e que isto não é ruim. 🙂

    Somos normais!! <3
    bjobjo




  10. Marcela Em 17/03/2015

    Oi, Ale, tudo bom? Sabe que eu ando pensando muito nisso? Ainda me sinto muito preso a um trabalho convencional, acredito, por medo se ficar sem uma segurança financeira. Saber que o salário vai cair sempre no mesmo dia é um alívio muito grande, verdade, mas tenho sentido muita, muita, falta de desafios profissionais e de uma carreira com a qual eu esteja completamente alinhada, tanto em quesitos éticos e morais quanto em questões como dedicação e criatividade. Tenho pensando muito em tentar empreender, mas ainda não achei a melhor ideia para isso, talvez. Mas vou continuar pensando!

    Na hora certa, você vai ter as respostas!
    ;-))
    bjobjo




  11. Kelly Agostinho Em 17/03/2015

    Oi Ale! Sou time da Camila: “você me representa! #alequerosersuaamiga”…rsrs
    Mas é verdade, você me inspira muito e é com certeza uma das minhas referências quando eu penso no tipo de profissional que eu quero ser!! Tenho 31 anos, atualmente estou em um emprego convencional, mas eu já decidi que eu quero empreender. Estou me planejando para fazer um Curso de Consultoria de Estilo – totalmente fora da minha área hoje – e seguir com o blog como minha vitrine. Ainda sou solteira, mas quando penso e ter uma família e filhos penso na flexibilidade e qualidade de vida que eu quero ter, por isso já quero começar a plantar desde agora. Me identifiquei demais com o texto e só reforçou o que eu já sabia que eu queria… Não vai ser fácil o processo de transição mas eu creio que eu chego lá!

    Obrigada pela inspiração de sempre!! beijo




  12. Déborah Alvares Em 17/03/2015

    Lendo os comentários parei pra pensar que atualmente o único blog que leio é o seu!
    Há um tempo deixei de ler blogs (por falta de tempo) e fiquei na conveniência das notinhas de Instagram e às vezes Facebook.
    Mas o seu, se não leio automaticamente (pelo cel, confesso), eu leio no email semanal!
    Você super me inspira e tem total ligação com meu fôlego extra pra começar a empreender…
    Claro que me identifico demais também por ter uma filha hoje com 1ano4meses.
    Você tá demais da conta! Não pára porque do outro lado tá inspirando um monte de gente! #tamujunto




  13. Carina Pedro Em 17/03/2015

    Ale, seu depoimento é muito inspirador! Estes altos e baixos da carreira são bem complicados, mas também nos ensinam muito. Quem está disposta a se arriscar acaba aprendendo a ser resiliente e exercitando a humildade, o que a meu ver, é ótimo para a vida em sociedade e para nós mesmas. Como você bem colocou, não é para todo mundo, mas para quem quer, exemplos como o seu motivam demais e nos trazem muitas ideias boas! Beijos!!




  14. Luciane Chueri Em 18/03/2015

    Ale, eu sou empreendedora há 12 anos. mas antes disso fui funcionária uns 15 anos em grandes corporações. O exercício da resiliência, da auto motivação e da paciência comigo mesma e com os outros, foram essenciais para eu manter a minha empresa ainda funcionando. Parabéns pelo blog e por dividir conosco suas experiências! um beijo, Lu




  15. Flavia Em 18/03/2015

    Ale,
    Muito inspirador este post !! Estou adorando te acompanhar!
    Obrigada por dividir suas experiências,
    Beijos




  16. Melissa Em 18/03/2015

    Ale, acabei de sair da faculdade de Moda e comecei a trabalhar na área de confecção… Esta sendo fundamental para mim já que percebi que ainda tenho que descobrir o que quero fazer, mas de uma coisa tenho certeza: quero ser meu próprio chefe! Vender meu tempo, ideias e ideais como forma de trabalho para os outros não me fazem feliz.




  17. Char Em 18/03/2015

    Ale, é aquilo que você já disse: não é porque eu não sou “igual” a você que você não me representa. Dois pontos que eu não me identifico são justamente esses: mãe e empreendora, o que não torna seu conteúdo irrelevante para mim. Aliás, muito pelo contrário, agrega já que é diferente.
    Mas sabe o que eu tenho sentido muita falta ultimamente? De conteúdo produzido por quem tá na vida coorporativa. Sigo alguns influencers no Linked.In mas você conhece alguém bacana por aqui com essa pegada?
    Bjs

    To tão viciada no Linkedin e na ideia dos Influencers, não vejo a hora de abrirem isso para brasileiros também! Sigo no Twitter o Ricardo Fort, VP de marketing da Visa! Ele divide uns links legais.
    bjobjo




  18. Renata Lewinski Cruz Em 18/03/2015

    Alê
    Venho passando por isso.
    Está sendo muito difícil recomeçar mas vamos que vamos!
    Fui demitida ano passado, o que não foi total ruim, pude casar com meu marido! rs Você sabe o quanto as coisas no Rj são longe e engarrafadas, trabalhava no Centro e morava em Niteroi e meu hoje marido trabalhando na Barra e morando em Curicica (Riocentro). Perdia 5 horas por dia para ir e voltar do trabalho! Acordava ele estava dormindo, ele chegava e eu estava dormindo.
    Pude retomar com minha loja de bijuteria – Jeito R e voltei com o blog que estava parado.
    Lógico que esse início é complicado financeiramente falando, há cobranças que te fazem reavaliar se vale a pena essa tentativa.

    Também to no team da hashtag! rsrsrs

    Beijao Re

    Claro que não é padrão nem regra, mas a impressão que eu tenho é que o começo é mais difícil financeiramente, mas o futuro te dá menos limitações de ganhos – o céu é o limite! Na vida corporativa (a menos que falemos de mercado financeiro e bônus que nem sei se são mais tããoão gigantes como já foram!), existe mais “teto” para ganhos do que no empreendedorismo!
    Boa sorte pra nós!!
    bjobjo




  19. Roberta Maia Em 18/03/2015

    Apenas me arrepiando com cada linha que você escreveu… Acabei de escrever um texto/relato/desabafo sobre uma vertente do Empreendedorismo que quase ninguém fala, ou pelo menos claramente, o fracasso. Assim como vc ter abandonado uma carreira promissora pode ter soado como um fracasso, eu vivi o fracasso na pele. Resiliência, sim, eu sei o que é isso.

    Se quiser ver, o texto tá lá no http://www.betamaia.com. Vai ser uma honra!

    Beijos e obrigada pela generosidade em dividir seu conteúdo com a gente!

    Roberta




  20. ariella Em 18/03/2015

    Nunca nunca pensei em empreender. Pra mim, ser funcionaria era o mais sensato e benefico. E foi vivendo e convivendo com empreendedores (e tendo filhos rs) que hoje penso muito diferente. Agora é começar a fixar metas!




  21. Juliana Mattoni Em 19/03/2015

    Ai amiga, vc esta tao madura. Eu sempre amei ler vc, mas minha identificacao com esse seu momento de vida é tanta que ler o que vc escreve tem tido uma importancia enorme! De verdade.




  22. Beatriz Lopes Em 24/03/2015

    Tenho passado por um momento assim, ainda não tenho o emprego dos sonhos, mas por ser estudante, estou sedenta por ele.
    Mas quero ter meu negócio, meu espaço no futuro pois amo fazer parte de todo o processo e aprender a me virar com aquilo. Mas sem dinheiro, fica um pouco dificil não?




  23. Janaína Sousa Em 15/02/2016

    Ale,
    Nunca comento aqui, mas diante do momento de transição que tô decidindo viver, lembrei que já tinha lido esse teu post e hoje vim em busca dele para refrescar minhas ideias e ideais do pq estou optando por não fazer mais parte da vida corporativa e ir em busca do que sempre pulsou em mim de um jeito mais forte, que é empreender.

    Li em outro post teu que às vezes é preciso impulsividade e tô tentando explicar pra mim mesma que esse é o momento de ser impulsiva, não dá mais para adiar as mudanças das quais preciso.

    Eu leio todas as tuas postagens e é incrível como tu me representa, como tu transcreve cada pensamento meu, tu faz aquilo que tu sempre fala de outras pessoas “eu poderia ter escrito isso, mas tu veio na frente e escreveu”..haha..te sigo,leio e devoro tudo do teu Insta e o quanto antes vou realizar meu sonho de te conhecer e te ouvir pessoalmente nos Workshops.

    Minha monografia na faculdade vai ser sobre Branding e preciso te ouvir para saber por qual caminho delimitá-la. Além do mais, decidi abrir meu próprio negócio de moda e preciso escolher o nicho e personificá-lo e essa é uma tarefa que tenho a certeza que tu vai ser fundamental para mim.

    Enfim, obrigada pela inspiração diária e Um Feliz 2016 pra gente,começou muito diferente! =***




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