ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Lifestyle

À moda das meninas do Yoga: quatro marcas de roupas-desejo!

27 de julho de 2017

Por mais desapegada e minimalista que se esteja, ao entrar no mundo da Yoga é difícil não querer aderir também ao estilo das praticantes mais assíduas. Saem shorts, tops, tênis pesadões; entram os collants, leggings compridos de cintura alta, polainas (alegria extra para as nostálgicas dos anos 80!). Os tecidos são mais levinhos, as cores são mais contidas. A moda já percebeu isso e cada vez mais surgem marcas apostando nessas combinações. Algumas tinham como foco roupas para ballet e danças em geral, mas as peças atendem perfeitamente aos movimentos das iogues – e não por acaso já se tornaram uniformes extra-oficiais de várias adeptas da prática. Resista se puder!

meninas do Yoga
imagem: Yoga via Shutterstock

2PEACE2DANCE
Apesar de ter nascido com foco em peças para ballet – e dentro do Anacã, um espaço de aulas de dança –, a marca é perfeita para as moças iogues mais cheias de estilo. Tem uma modelagem naturalmente chique que deixa qualquer look elegante já na largada!
Aposte: a linha de collants é bem incrível, dá vontade de ter um de cada! E eles fazem par perfeito com as polainas super atuais, sem carinha de “saí dos anos 80”!
Item-desejo: o collant Sophie marinho, de mangas longas e recorte nas costas, é perfeito nestes dias mais frios!
No instagram: @2peace2dance
Onde vende: tem um ateliê em Pinheiros e o próprio e-commerce no site oficial. Vi algumas peças também no Una Yoga!

2peace2dance

PADE D
A marca, também com inspiração no universo do ballet, nasceu porque suas sócias não encontravam peças confortáveis para os passos de dança. O estilo vai além das aulas e cabe até no dia a dia off-exercícios!
Aposte: nos maxitricôs e moletons, para chegar e sair de suas práticas.
Quem usa: Camila Espinosa e Renata Fischer Fernandes são parte do time de musas oficiais da marca {as #garotapaded!} e fazem também as vezes de garotas-propaganda das coleções.
Item-desejo: a legging Jazz vinho, com recortes na lateral e detalhe na cintura alta.
No instagram: @pa_de_d
Onde vende: em seu espaço no Jardim Paulista (SP) ou online no Shop2gether.

Pade D

Pade D

YOGINI
Ao contrário das outras citadas aqui no post, esta nasceu com a essência das yoginis até no nome! Foi criada, por sinal, quando sua fundadora se apaixonou pelo universo da Yoga e quis traduzir em peças para quem pratica. Tem desde o tapetinho até roupas para usar “além das posturas”!
Aposte: nos tricôs fininhos e no tapetinho Eco, primeira peça indispensável para quem vai praticar Yoga.
Quem usa: Teca Toscano e Paulinha Oliveira estão sempre vestidas de Yogini dos pés à cabeça em seus eventos da Wings!
Item-desejo: o conjunto de legging e body Celine, em camurça nude.
No instagram: @yoginibrasil
Onde vende: além de seis lojas próprias em São Paulo, vende online no site oficial.

Yogini

Yogini

BALLETTO
Peças tecnológicas e modelagem impecável: essa é a proposta da marca de ballet que nasceu em 2014. A coleção é completíssima e, para as mamães de mini-bailarinas, inclui também Balletto Bambini, linha infantil assinada por Mariana Kupfer.
Aposte: na linha Bio Attivo Anticelulite, que promete (com comprovação por estudos) redução dos sinais de celulite, aumento da elasticidade da pele, redução da fadiga muscular, aumento da performance esportiva e equilíbrio térmico.
Item-desejo: o casaqueto de matelassê rosa, para sair da aula em grande estilo!
No instagram: @BallettoOfficial
Onde vende: tem uma flagship na Vila Nova (SP), uma loja no shopping Cidade Jardim e o e-commerce próprio, além de uma seleção disponível no Shop2gether.

Balletto

Balletto

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Lifestyle

O que aprendi com os documentários sobre alimentação

26 de julho de 2017

É bastante provável que você já tenha assistido a algum dos documentários sobre alimentação que estão disponíveis no Netflix. Tudo indica que ao menos já te recomendaram alguma das teorias ali apresentadas. Certamente já ouviu alguém falando sobre algum deles. A verdade é que o tema da comida consciente está cada vez mais em pauta e até quem menos entendia/se interessava pelo assunto começa a se influenciar e/ou a ter mais curiosidade.

Este post não é para recomendar nem analisar nenhum em específico. Mas pode servir como ponto de partida para quem ainda não teve contato com o tema. Durante uma semana, fiz um intensivão e assisti a vários deles. Alguns, que tinham um tom mais radical e falavam muito sobre doenças, não consegui ver até o fim, pois não me identifiquei (e sou hipocondríaca assustada, admito!). Mas Food Matters, Fed Up e Food Choices me trouxeram lições muito valiosas. Ressalto que todo o meu aprendizado é fruto da minha própria interpretação e, digamos, curadoria do que fora apresentado – porque se você quiser absorver todos na íntegra vai ficar confuso, já que em alguns pontos eles têm pontos de vista opostos. Saber filtrar e eleger o que de fato é prioritário para você é fundamental.

O que é inegável e unânime? Açúcar é o grande vilão da atualidade, a alimentação plant based (baseada em vegetais, legumes, frutas e grãos) é a chave e comer “comida de verdade” (não-industrializados) sempre será a melhor escolha.

Eis o que aprendi assistindo aos documentários sobre alimentação…

documentários sobre alimentação
imagem: alimentos naturais via Shutterstock

1) Busque a alimentação plant based: pelo menos 51% do que você come deve ser comida natural, não processada.

2) Ao contrário do que se acredita, uma alimentação natural é mais barata do que uma baseada em industrializados – mas obviamente a indústria trabalha duro para nos convencer que não, afinal, ela não é lucrativa.

3) O melhor “detox” para o corpo? Água, muita água. Ela limpa tudo.

4) Exemplos alimentares passam de geração para geração – por isso, ser responsável em seus hábitos é ainda mais importante se você tem filhos.

5) 80% dos alimentos industrializados à venda têm açúcar na composição (muitas vezes disfarçado em forma de frutose, xarope de milho…). Fugir deste péssimo ingrediente não é uma questão de apenas cortar os doces.

6) Adoçantes e todo tipo de açúcar fake também provocam as reações hormonais que geram produção de insulina – em linguagem leiga, fazem ter mais fome, mais desejo…

7) Uma pesquisa assustadora: 43 ratos viciados em açúcar e em cocaína podiam escolher entre estes dois vícios – 40 foram rumo ao potinho de água com açúcar!

8) A força de vontade não basta frente a um vício. Não é racional, nosso cérebro está sequestrado.

9) Existe um jogo feio de interesses por trás da questão alimentar, que envolve grandes indústrias, a imprensa e o governo. Para saber mais sobre isso, assista ao doc Fed Up (Netflix).

10) O refrigerante é o cigarro do século 21.

11) Ovos comerciais (não-orgânicos) vêm de frangos comerciais: você definitivamente não comeria se soubesse como são criados – este deve ser um dos primeiros alimentos para se optar pelo consumo orgânico.

12) Claro que os alimentos orgânicos são melhores do que os não-orgânicos, mas a grande maioria das pessoas não pode fazer esta troca integralmente. Isso não deve ser fator impeditivo para a alimentação plant-based. Como diz o doc Food Choices, “não se deixe intimidar pelos pesticidas, excesso de foco nesta questão é desnecessário”.

Por fim, novos hábitos mudam o paladar (e os desejos). Dê o pontapé inicial, insira alimentos, sabores e receitas diferentes em sua alimentação. Por aqui, tenho estado mais focada em acrescentar (o bom) do que proibir (o ruim). E fica bem mais fácil virar a chavinha dessa forma! No mais, informe-se, busque referências, faça suas interpretações e escolhas. Lembre-se sempre que é uma responsabilidade pessoal optar pelo mais saudável – não deixe que a indústria esteja à frente desta decisão.

documentários sobre alimentação

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Lifestyle

Cabelo da vez: o corte em camadas voltou!

25 de julho de 2017

Tendências capilares vêm e vão… Quem não aderiu ao corte médio que teve Olivia Palermo como sua legítima representante anos atrás? E como esquecer a fase da franjinha, que pegou de jeito até a mais resistente? A verdade é que há um bom tempo os fios retos dominavam a preferência em todos os comprimentos. Mas isso começa a dar sinais de mudança e os cortes em camadas assimétricas – que eram praticamente a única opção nas décadas passadas – voltam com força total.

corte em camadas thassia naves

Na semana passada, Renata Souza, do Spa Dios, compartilhou a mudança nos cabelos de Thassia Naves. Nas palavras da cabeleireira, o corte aumenta o movimento dos fios. Quem também opta pelo comprimento irregular é Daniella Sarahyba, que busca mais leveza no visual. Já em Nova York, é a musa health coach Melissa Wood que desfila com seu cabelão enorme repicado. Ah, e atenção: embora as três citadas no post sejam do time dos longos, o efeito funciona bem também nos médios. Vale uma busca inspiracional no Pinterest!

corte em camadas Melissa Wood

corte em camadas Daniella Sarahyba

Daniella Sarahyba

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