31 dias no Rio: cinema gratuito no Festival do Rio

por Alessandra Garattoni em 10 de outubro de 2015
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A primeira quinzena de outubro é marcada por mais uma edição do Festival do Rio, época em que a cidade se transforma na capital mundial do cinema e exibe centenas de filmes de mais de 60 países. Entre mostras, sessões com convidados e encontros entre nomes importantes da área, há, na programação, um destaque pra lá de democrático: a exibição gratuita de filmes em diferentes pontos da cidade, da Zona Sul ao Centro. A produção do Programa Gratuito fica a cargo de Rodrigo Barbieri.

Festival do Rio

As últimas oportunidades das exibições sem cobrança alguma acontecem neste fim de semana – os filmes brasileiros Os Cara de Pau e Qualquer Gato Vira Lata 2 têm sessões, respectivamente, neste sábado (10.10) em Paquetá e neste domingo (11.10) em Pedra de Guaratiba. Para checar a programação completa e todos os detalhes, este é o site oficial.

Festival do Rio

Em tempo: os apaixonados por cinema encontram ainda a mostra A Magia Eterna do Cinema no CCBB {para quem não é da cidade, vale dizer que o lugar sempre, sempre merece a visita!}, na rua Primeiro de Março, 66, no Centro. A exposição, com fotos do francês Stephan Zaubitzer, reúne registros dos grandes “palácios” de cinema espalhados pelo mundo. Em cartaz até o dia 30 de novembro.

Festival do Rio

imagens: divulgação Festival do Rio



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Tô te querendo: os desejos da semana (com um quê 31 dias no Rio!)

por Alessandra Garattoni em 9 de outubro de 2015
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to te querendo

1) Bepantol em spray, na Onofre (R$ 23,18): porque o produto que virou queridinho das apaixonadas por novidades de beauté acaba de ganhar prática versão em spray!

2) ShowerGel, na The Body Shop (R$ 42,00): porque tudo da marca inglesa é delicioso e um novo shower gel sempre deixa o banho bem mais gostoso!

3) Livro Malala, a Menina que Queria Ir Para a Escola, na Amazon (R$ 24,84): porque é a versão livro infantil da famosa – e inspiradora – história da menina paquistanesa que apenas queria frequentar a escola!

4) Bolsa de palha personalizada, na Carol Arrigoni (sob consulta): porque em mês 31 dias no Rio até a wish-list precisa de um exemplar de produto-mania da vez entre as cariocas!

5) Scarpin clássico, na Schutz (R$ 300,00): porque é o pretinho básico que toda mulher precisa para aquele dia levanta-look – e ele levanta até o duo jeans e camiseta, viu?!

6) Salada no pote, na Saladinha Gourmet (R$ 12,00): porque depois de ver a indicação no Facebook de uma amiga em comum, me apaixonei e virei cliente fiel do negócio de Tatiana Rocha. Em São Paulo, as encomendas são feitas às sextas-feiras e entregues no domingo à noite (sem cobrança de frete em alguns bairros e há também a opção de retirada no Itaim). A partir de segunda leva de pedidos, com a devolução do vidro, o valor cai para R$ 10. Estou vi-ci-a-da na de frango, mas há também a opção de atum e macarrão. Apresentação impecável (olha um bom branding aí!), salada super gostosa e opção maravilhosa para almocinho saudável no meio do dia no escritório. Recomendo!



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Uma mensagem de empreendedora para empreendedores

por Alessandra Garattoni em 8 de outubro de 2015
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A coluna de branding hoje tem um tema diferente do habitual. Não deixa de falar de posicionamento de marca, não, porque tudo isso está inteiramente ligado à imagem da SUA marca, pessoal e profissional. Mas o que eu senti vontade de publicar hoje, aqui, agora, é uma mensagem de uma empreendedora – com acertos, erros, ambições e muitos propósitos que guiam – para outros tantos empreendedores. Atenção: empreendedores não são apenas empresários. Não são apenas donos de negócios. São pessoas (meio loucas!) com missões muito definidas (e às vezes mais loucas ainda). São pessoas que nunca se encaixaram no modelo convencional, pelo simples motivo de quererem espalhar a própria cultura empresarial: eventualmente antes mesmo de saber que era esse o nome do que eles queriam espalhar. São pessoas que acham que suas ideias podem mudar a vida de outras pessoas e até do mundo. Elas só querem fazer diferença, deixar marcar, ajudar. E é pra essas pessoas que escrevo…

um senhor estagiário
obsessão da vez: o escritório da personagem de Anne Hathaway em Um Senhor Estagiário

1) Não ache nada. A gente ‘dá com os burros n’água’ quando resolve achar que sabe o que nosso consumidor quer. Ouça-o. Literalmente. Atentamente. Deixe-o falar. Aceite feedbacks, críticas, opiniões que te mostram que o caminho certo talvez seja o oposto. Formal ou informalmente, pesquise o seu cliente.

2) Não se acomode com os mesmos produtos e/ou serviços. Tem que criar coisa nova o tempo todo. Tem que mexer naquilo que já parecia redondo. Se você tiver a tal cultura organizacional, isso não vai afetar em nada sua imagem de marca. Mas cliente gosta de novidade e o mercado se sacode quando você conta uma coisa nova. Pense em revista de fofoca: o povo compra mesmo quando algo de muito diferente está na capa.

3) Não se compare o tempo todo. Ter inspirações, modelos que impulsionam, referências, ok. Mas quem vê cara não vê fluxo de caixa. É injusto (com você) se colocar pra baixo porque a grama do vizinho tá verde e bem regada enquanto a sua tá meio detonada. Melhore a irrigação da sua, claro, sempre. Mas evite a comparação que só serve pra te por pra baixo e até, eventualmente, para te fazer pensar que é hora de desistir.

4) Não acredite em tudo que vê. Muitos jobs são em troca de portfólio (ou seja, de graça!), muitos seguidores de instagram são das lojas filipinas, muitas matérias são pagas com verbas que sabe lá de onde sairão.

5) Não desanime a cada tropeço. Se foram pouco éticos com você, se trataram seu tempo como algo menos, se tiveram pouca gratidão, consideração, respeito, o carma ruim é deles. Cuide do seu. Não reaja.

6) Não se acomode. Quando o mar está muito calminho, quando o fluxo de caixa anda nos ritmo previsto, quando o produto está se auto-vendendo, saiba que são maiores as chances da nova onda vir, tal e qual no mar. Esteja preparado para jamais sentar e pedir uma água de coco enquanto empreende – esta não é uma escolha para quem busca calmaria.

7) Não deixe de ser correto. Cabe aqui a velha frase de efeito ‘o errado é errado mesmo que todos estejam fazendo; o certo é certo mesmo que ninguém faça’. A conta chega, no sentido literal ou figurado. Os maiores vencedores do empreendedorismo mundial costumam bater na tecla da ética e isso não deve ser casual.

8) Não se tranque num bunker, por melhor que você seja. Esteja apto a estabelecer parcerias com pessoas que admira e que tenham ideais parecidos, esteja disposto a correr atrás para mostrar suas ideias, esteja preparado para levar nãos e seguir insistindo.

9) Não tenha medo de dar passos. Como postei no instagram @agbranding dia desses, ‘o medo mata mais sonhos do que o fracasso jamais conseguirá matar’. Tem que investir, tem que insistir, tem que inventar. Quando o desânimo bater na porta, se permita um dia (no máximo) de introspeccção e vá a luta. Com ainda mais garra, vontade e criatividade do que antes. A reclusão temporária pode ser MUITO positiva, mas ela precisa agir como mola e não como hábito confortável.

10) Leia sobre a economia, acompanhe os cadernos de política, se inteire sobre a crise. Mas não tanto. Esse lixo tóxico só vai trazer desânimo e incerteza para o seu real propósito.



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