ALE GARATTONI

Mãe da Maria Helena, profissional de branding e apaixonada por moda e beleza! Meu blog é o espaço "hora do recreio" no qual divido dicas, inspirações, apostas no universo das it girls e minha vida primeira pessoa na maternidade.

Lifestyle

Para quem ama leggings!

14 de outubro de 2016

Uma historinha rápida para situar a dica: no Planeje 2016, workshop que ministrei em dezembro passado, ganhei uma legging da marca de uma das participantes. Não sei por que, mas só agora fui usar pela primeira vez – dia desses, li no instagram das @justrealmoms que maternidade é “quando trocar o pijama de flanela por uma legging preta significa se arrumar!” {e não poderia ter me identificado mais!}. Voltando à estreia da peça… foi amor à primeira vista e uma maravilhosa surpresa. Explico! Além de vestir super bem, acho que foi a primeira vez na vida que uma legging foi até o fim da minha perna e ainda sobrou tecido. Sim, como sou alta, já me habituei às leggings que param na canela.

instagram Just Real Moms

Fui atrás da ficha completa. A marca se chama Djezzy, a minha legging é esse modelo “cós largo” e, mais uma boa surpresa, os preços são super bons. Um único defeito? Tal e qual a grande maioria dos pequenos e-commerces, existe uma barreira no preço de frete, que achei alto para São Paulo – especialmente quando levamos em conta o preço da peça (se compramos algo mais caro, um frete de R$ 50 reais pode quase passar despercebido, mas quando é um item que custa praticamente isso é filosoficamente desconfortável pagar tanto pela entrega). Não é, enfim, um defeito da marca, pois esse é o grande desafio de todo pequeno empreendedor que vende online hoje e não tem um volume de pedidos que o permita barganhar melhores condições em transportadoras.

Ainda assim, deixo a dica da marca Djezzy {aqui o site}, cujo produto tem ótimo custo-benefício!

Djezzy

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Lifestyle

Rotina de produtos de beleza #De-Repente-40 – o rosto 

10 de outubro de 2016

Desde que este blog surgiu, você já leu por aqui algumas vezes este post IntoTheGloss inspired, com os eleitos da (minha) rotina de produtos de beleza. Pois bem, eis a edição #DeRepente40 deste formato, agora que estou no que considero a fase mais disciplinada de cuidados com a pele – há exatamente um ano não tomo mais sol no rosto e passei o último verão no Rio com filtro 90! Nas próximas semanas, estenderei essa tag a posts sobre produtos para corpo, lasers faciais e o comentadíssimo VelaShape 3, que estou testando e já adianto que é sur-pre-en-den-te no tratamento contra celulite.

beleza rosto

Fato número 1: a chegada aos 40 pede, sim, mais atenção à pele. E existem muitas questões – como manchas ou as primeiras marcas de expressão – que não se resolvem sem a ajuda de tratamentos mais potentes. Mas, ao mesmo tempo, é mais do que possível conseguir ótimos resultados mantendo a rotina certa. Um bom dermatologista é investimento que não se deve dispensar nesta fase, pois apenas um especialista consegue prescrever certos ativos. Eu já postei sobre isso, mas vale sempre repetir que há quatro anos a dra. Renata Oshiro cuida de mim e, ainda que minha pele nunca tenha sido exatamente difícil, eu enxergo um verdadeiro antes e depois das consultas de rotina e dos tratamentos que conheci graças a ela.

Dito isso, admito que 90% do que uso no rosto hoje é manipulado pela dra. Renata especialmente para mim. Resisti muito a deixar os produtos industrializados, mas percebo com clareza a diferença que faz ter itens sob medida para sua necessidade. Hoje, nem me imagino usando outra opção. Minha rotina, no entanto, inclui oito extras e são esses que recomendo aqui!

eleitos de beleza
(1) Onofre; (2) Zona Cerealista; (3) Amazon; (4) Sephora
(5) Lush; (6) Onofre; (7) Onofre; (8) Onofre 

Tenho entre meus manipulados um sabonete-esfoliante, um tônico, um hidratante para o dia, um creme para os olhos, um ácido e um hidratante para noites alternadas. Estou comprando todos na Dermaflora, uma farmácia de manipulação que ganhou minha fidelidade porque atende via Whatsapp (!!!). Mas, fora eles, eu considero o Cicaplast o melhor produto já inventado para hidratar o rosto. Uso em noites pós-laser ou pós-peeling, além de optar por ele uma vez por semana na hora de dormir para uma hidratação mais potente {minha pele é normal e eu moro em uma cidade com clima seco, não sei como ele funciona em outros perfis}. Uma ou duas vezes por semana, estou seguindo uma dica caseira que li de uma modelo coreana: limpar a pele com óleo de coco. Coloco uma quantidade generosa, massageio e tiro bem, sem deixar excesso. Nestes dias, troco meu sabonete habitual pelo ótimo Bioderma Sébium aplicado com o Clarisonic – a dupla faz uma limpeza mais intensa.

Pra completar a lista de indicações, o esfoliante labial Lush Bubblegum, que uso (e indico) há anos. Tento usar pelo menos três vezes por semana, ele resgatou meus lábios que viviam descascando. Arremato usando uma camada grossa de Creme Nivea – aquele tradicional da latinha azul – e hoje posso até usar batom matte se eu quiser (algo impossível tempos atrás). Por fim, estou usando religiosamente há pouco mais de um mês dois produtos de tratamento: o Benefit Browvo! e o Latisse. A promessa deles é fazer crescer, respectivamente, a sobrancelha e os cílios. Já percebo os resultados iniciais, mas prefiro deixar passar mais um tempinho antes do veredito definitivo. Voltarei a falar deles em breve, ok?!

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Amo Branding

Quando redes sociais podem ser negativas para imagem pessoal

23 de setembro de 2016

Aperte o play no vídeo acima e me diga: você se apresentaria assim, como o famoso personagem Super Sincero, em um dia normal no seu trabalho? Pois saiba que muita gente anda fazendo o equivalente ao se expor em redes sociais!

Hoje em dia, todo mundo fala do lado bom de ter perfis em mídias digitais (eu, inclusive). São inúmeras vantagens – a visibilidade, o acesso a pessoas-chave, a possibilidade de comunicação. Mas é preciso citar dois pontos. Com estas ferramentas em mãos, todos somos formadores de opinião, seja em um universo de 50 amigos pessoais ou de infinitos seguidores desconhecidos. E todo mundo quer opinar sobre tudo. As duas coisas são boas, mas, juntas, podem resultar em combinação explosiva.

Redes sociais ainda são novas e todo mundo erra, é natural. Que atire a primeira pedra aquele que não tem um passado reclamão no Twitter ou uma falta de filtro na postagem de fotos no Facebook. Mas, uma década depois da febre do Orkut, já dá para ao menos começar a entender o funcionamento. E ignorar esta necessidade pode trazer danos significativos a sua imagem de marca pessoal.

redes sociais negativas
imagem dislike via Shutterstock

A gente não sabe onde vão parar os prints do que publicamos. A gente não sabe o que vai ser tirado de contexto. A gente não tem entonação como no ao vivo na mesa de bar. Aquela opinião mais inflamada, aquele julgamento que saiu no impulso, aquela palavra pesada que jamais falaríamos no cara a cara, tudo isso pode (e provavelmente irá) ser usado contra os autores do post. Nem sempre por maldade, às vezes é só um reflexo inevitável mesmo – sempre lembro do caso de uma menina que me pediu emprego quando eu trabalhava em revista, mas vivia falando mal de mim na internet para quem quisesse ouvir (poxa, sou humana, dava pra ter boa vontade em abrir esse currículo?).

A gente nunca sabe o dia de amanhã, pra que cuspir pra cima? Veja bem, o problema não é dar opinião. O cuidado é com palavras grosseiras, com comportamento reclamão compulsivo, com pratos cheios pra mal-entendidos e com rótulos negativos que grudam na testa.

A comparação lá no início do post tem essa razão: não adianta dizer que “as pessoas só mostram o lado bom nas redes e você é ‘verdadeiro’ e não vai viver nessa mentira”. Não se trata de viver uma mentira! Trata de se preservar, se auto-editar e deixar de perder oportunidades ou de se queimar a troco de nada. Na dúvida, a pergunta para si antes de se expor em polêmicas é “vale a pena?”. Se a resposta for sim (por exemplo, para defender uma causa na qual acredita demais e/ou para apresentar algo que possa acrescentar para outros), vá em frente. Com educação, com gentileza, com limite. E, principalmente, com respeito ao diferente. Se for só um daqueles nossos dias de mau-humor ou se a consequência não compensar a causa, conte até dez e feche a janela. Você vai se agradecer por isso no médio e no longo prazos.

 


 

Este é o último post da categoria Branding que você lê por aqui! Neste fim de setembro, o amobranding.com.br se muda para dentro do novo site da AG Branding, com postagens todas as quintas-feiras. A separação vai deixar as duas marcas e os dois blogs mais definidos, mais organizados, mais redondinhos – este aqui volta a ser um espaço de recreio, tal e qual na época do It, que tal?! Por falar em mudança e na resistência que ela causa, o post de estreia da nova fase será justamente sobre rebranding, o reposicionamento de imagem de marca! Siga o instagram @agbranding e/ou assine a newsletter lista de avisos AG Branding para ser avisado da estreia. Mal posso esperar por todas as novidades deste fim de 2016!

Redes sociais, rebranding, excelência, branding pessoal, mídias sociais, erros de branding e cases de sucesso estão na pauta do workshop Princípios de Branding para Empreendedores – posicionamento de marca para pequenos empreendedores, profissionais liberais e blogueiros –, que rola na manhã da próxima quinta-feira (29.09) em São Paulo. O módulo especial de Branding Pessoal já tem vagas esgotadas, mas ainda restam três últimos lugares na turma de Empreendedores, que garante um bom panorama geral sobre branding (tem inclusive um mini-tópico sobre Pessoal, para ideia geral deste tema). Para programação, detalhes e inscrições, clique neste link.

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