ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Primeira Pessoa

Do que – materialmente – a gente precisa para ser feliz?

5 de junho de 2016

Estou há uma semana mexida com a matéria da jornalista Melissa Januzzi (de quem, aliás, eu já era fã pelo ótimo trabalho!) na edição de junho da revista Vogue. Em uma sinopse bem resumida, a carioca estava em casa quando seu apartamento começou a pegar fogo; Melissa só teve tempo de descer correndo, ainda descalça. Só um tempo depois se deu conta de que a perda era tamanha – o imóvel foi inteiramente consumido pelas chamas – que ela não tinha mais sequer um par de sapatos. Adianto (não é spoiler, está na chamada!) que o fim da história é feliz e fala de resiliência, reconstrução e… a relação com bens materiais.

Gosto muito de tirar onda de desapegada e de dizer que não há nada material em minha casa sem o qual eu não viveria. Nada aparentemente naquele rol de “o que eu salvaria de um incêndio”. Inclusive sou phd em desapegos e semestralmente faço baixas consideráveis em meu armário para doação. No ano passado, tomada pelo espírito de Marie Kondo, coloquei a casa abaixo, mandando embora tudo que não parecesse indispensável. Mas quando li a matéria de Melissa, me flagrei angustiada pensando na situação.

De repente 30

Foi quando me dei conta de que não sou 100% desapegada: posso não ser apegada a um item específico, mas quando o contexto tira todos de uma só vez a coisa muda de figura. Terminei a leitura do texto aplaudindo mentalmente a autora e me sentindo inspirada por seu exemplo de resiliência. Mas os dias que vieram depois me trouxeram reflexões – diga-se de passagem que estas reflexões são bem parecidas com a de muitas pessoas que conheço, que, mesmo sem seguirem a princípio uma filosofia de vida sustentável já se propõem a querer viver com menos e/ou a vender/doar acúmulos e peças que estão fora de uso.

De que a gente precisa para ser feliz? De quanto? Qual o limite, qual o básico necessário, qual o supérfluo? Já faz tempo que tenho comprado muito menos, me dei conta de que neste ano todinho adquiri três peças de roupa. E não passei vontade nem exatamente me privei, eu de fato não senti desejo de nada. E meu armário pode ser bem enxuto, mas ainda há MUITA coisa parada aqui dentro. Aquela peça na qual você inve$tiu mais, o item ainda com etiqueta que você ainda acha lindíssimo; a calça de couro maravilhosa (e cara!) que vestia como uma luva antes de você emagrecer e descer dois manequins, o sapato obra-de-arte que te deixa com aquele 1m90 de altura que você nunca vai assumir. Eles vão, baixa após baixa, ano após ano, ficando no fundo do acervo, já que abrir mão de um acessório é também abrir mão da história que ele eventualmente conta. Isso me incomoda.

cabides
Cabides via Shutterstock

Entre referências e reflexões sobre o tema, li este post da Barbara Resende, do blog Living Gazette. Ela narra como passou dois anos se desapegando de peças e como isso criou até um hábito de querer ver mais itens indo embora para outras mãos. A blogueira criou até uma lojinha online num site que pareceu bem bacana (aliás, achei super boa sacada e admito que fiquei com vontade de copiar a ideia, rompendo meu auto-bloqueio financeiro de vender coisas), o que por um minuto me lembrou do começo da Nasty Gal da super-empreendedora Sophia Amoruso. Até brinquei de relacionar o que eu colocaria à venda, só listando o que não sai de dentro do meu armário. Por ora, estou pensando em seguir a dica da Barbara de por tudo numa mala e deixar ali “marinando” até tomar coragem de vez. A verdade é que cada vez mais vejo que a sensação de ter menos pode ser até viciante. Tal e qual foi a mania de adquirir mais e mais em outras fases da vida…

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  1. Fernanda Em 05/06/2016

    Oi Ale!
    Texto ótimo! E estou bastante nessa vibe!
    Após o nascimento da minha filha fiquei muito mais adepta da filosofia de ter o que realmente uso!
    Passei quase dois anos sem comprar nenhuma peça de roupa (ok! Eu estava completamente mergulhada no universo maternidade!) mas agora compro com bastante reflexão e análise!

    E sou a louca da doação! Odeio acumulo de objetos e coisas sem uso! Sou extremamente organizada, e faço sempre arrumações e doações!

    Ahhh e entrei no mundo maravilhoso de venda de roupas de bebê! Faço doações e uma parte das roupas da Manu eu vendo a preços bacanas! Um ótimo modo de conseguir uma grana extra!

    Mudei muito quando me dei conta da quantidade de maquiagem que tinha e não usava! Muitos batons sendo jogados fora por causa da data de validade! Fiquei com ressaca quando fiz uma conta por alto de quanto dinheiro foi jogado fora! Agora tenho o que eu realmente uso! Porque gente, com 34 anos eu já sei muito bem que batom laranja não fica bem no meu tom de pele! Entao qual o sentido de ter 5 batons nesse tom? É muita maluquice!

    E a sensação maravilhosa de ver aquela base em pó caríssima ser usada até acabar? Sensação de dinheiro bem gasto de verdade!

    Mas ainda acho que posso melhorar! Sempre

    Beijos

    Fernanda
    Miss Laços

    Ps: em caso de incêndio o que me faria ter um troço seria o estoque de material da Miss Laços! Não quero nem pensar nisso

    É bem isso! Maquiagem também parei de comprar exatamente por esse motivo!
    bjobjo e proteja esses seus laços lindos, nem brinca!!!




  2. Paola Scott Em 05/06/2016

    Acredita que eu fiz uma lojinha no Enjoei pras coisas da minha filha ( ela emagreceu/cresceu/cansou de muita coisa), inclusive novas! Separei tudo, chamei minhas sobrinhas que separaram o que queriam, doei tudo que tinha a ver pro pessoal aqui de casa ( mas tinha muita coisa ainda !). Foi um sucesso ( e ainda é). Acabei colocando coisas minhas que estavam paradas há anos no armário . Deu certo de novo! Montei uma 2a lojinha com coisas do meu filho ( que já é um homem e não usa mais Abercrombie, por ex) e até coisas do meu marido ( que emagreceu 10 kg) entraram na dança.O legal dessas lojinhas é que muita coisa vc acaba deixando no armário pq não tem pra quem dar ( não cabe em ninguém da familia, não tem a ver com as pessoas pra quem vc doa) e aí vai acumulando.E é quase tudo novo ( só vendo o que está perfeito). Nas lojinhas vc percebe que o que vc não aguenta mais ver é novidade pra outra pessoa, sem falar que é uma maneira sustentável de consumir. Sou muito fã! Lógico que o enjoei não serve pra coisas de marca, caras. É mais pra roupa do dia-a-dia. Faz uma e vc vai se surpreender. Como vc é famosa (ui!), vc pode até entrar em contato com eles que eles fazem tudo pra vc ( pq dá trabalho). Mas eu adoro. Acredita que já fiz até amizade com “clientes”? Bjssss

    Que máximo, amei o relato! To com vontade de experimentar vender algumas coisas (acho que nunca vendi, parecia um bloqueio mesmo!), tinha “de um tudo” na minha lista imaginária de desapegos!!!
    bjobjo




  3. Rafaela Pansere Em 05/06/2016

    Oi Ale!
    Meu comentário não tem ligação com o post, apesar de ter adorado e até indicado, mas sim com uma indicação de uma pessoa que acho que você ia adorar conhecer, se é que já não conhece: Roberta Carbonari
    https://www.instagram.com/robertacarbonari/ snap: betacarbonari
    Ela poderia perfeitamente se encaixar na categoria It Girl, mas é muito além disso, é uma super mãe/esposa/empresaria/estudante, etc, é o melhor de tudo, possui uma inteligencia emocional acima de média, sério. Eu a sigo a um ano mais ou menos e a cada novo snap, me encanto mais. Espero que você goste. Ps. Eu não a conheço pessoalmente, é uma indicação verdadeira rs beijo




  4. Lericia Em 05/06/2016

    Alê! Adorei o texto e venho, aos poucos, praticando isso. Abri minha lojinha no enjoei, por enquanto vendo parte da minha coleção de roupas de ginástica! Tenho peças caras que não se acabam com o tempo, então resolvi vender! To amando a experiência. Recentemente voltei de viagem sem um item sequer de maquiagem! Acredite, isso para mim é inédito!
    Beijos




  5. Janeisa Maria Em 05/06/2016

    Oi Alê, em primeiro lugar quero te dar o feedback do novo template do blog: ficou mais incrível ainda. Eu já gostava do antigo e este ficou apaixonante de vez.Parabéns! Quanto ao desapego, pratico e muito. Já tive um blog de venda direta de minhas roupas e de minha filha, sapatos, bolsas e todos os acessórios que foi um sucesso, vendia literalemnete tudo. Porém cansei, de ter que estar fotografando cada peça, tirando as medidas: calças: cintura, quadril, comprimento do cós ao gancho, comprimento da cintura até a bainha da calça – vestidos: comprimeto do decote à bainha, cintura, busto, quadril, etc, etc e sem falar que tinha que fotografar tudo frente e costas, calcular frete, ir ao correio, embalar e postar….ufa…me deu uma canseira que aí resolvi fazer benemerência para a família (que diga-se de passagem ficou dando “vivas”). Claro, que divido e dou para quem merece, tem gratidão e cuida e neste “pacote” incluo pessoas que prestam servi’vo para mim. Querida, sucesso sempre! Bjs




  6. Renata Em 05/06/2016

    Já tive bloqueio de vender coisas usadas, superei quando entendi o conceito de sustentabilidade mesmo. Montei lojinha no Enjoei, vendi bastante coisa… Mas agora desisti e estava querendo montar um bazar onde as pessoas vissem, sentissem as coisas e comprassem. Pq infelizmente eu Enjoei do Enjoei… Rsrs além do trabalhão que da fotografar tudo, ir no correio… Vc perde uns 20% do valor que é a comissão. Vc anuncia e nunca consegue vender pelo preço que pede pois as pessoas querem
    Pagar metade do que vc está pedindo… E ainda a comissão… Como falaram aí em cima, coisas de lojas caras não vale a pena mesmo! Aí mais vale montar um bazar ou doar.
    Eu ainda não consegui comprar “só duas coisas esse ano “, Mas hj em dia só compro o que realmente veste meu corpo e meu estilo. Um dia chego lá!




  7. Bárbara Resende Em 05/06/2016

    Olha só a coincidência: hoje dividi no meu snapchat minha angústia com o tanto de roupas paradas há anos no meu armário. Depois de 3 anos me desapegando das coisas – não sinto falta de nenhuma delas – achei que não teria mais o que tirar dos cabides e gavetas. Mero engano. Nosso olho se cansa de ver as mesmas roupas. Queremos novidades. Por isso, hoje, tive vontade de me desfazer de metade dele. E tirei mais uma penca de peças. Estão já fora, para eu sentir se farão falta. Dói viu se desfazer quando parece que a gente já está no limite. Mas hoje prefiro 2 jeans ótimos, que adore, do que 6 mais ou menos. Aí vi seu post. Li concentrada quando tenho a surpesa de ser citada!! Ale, já te digo que essa lojinha virtual que criei foi um alívio, uma motivação. Vendo baratinho porque a ideia é vender mesmo e trocar mais peças por menos. Hoje, meu maior sonho é ter um armário enxuto, com personalidade. Nosso espaço é nosso limite! Super beijo e obrigada pela referência em seu blog top.




  8. Alessandra Em 05/06/2016

    Olá, Ale! Como faço para ler o texto de Melissa Januzzi? Um abraço!


    Está na edição de junho da revista Vogue, atualmente nas bancas!
    bjobjo




  9. Adriana Em 05/06/2016

    Oi, Ale!
    Não vestimos o mesmo manequim mas se acessórios e livros entrar na lista, eu to dentro pra comprar.




  10. Gabriela Lopes Em 05/06/2016

    Ótimo texto Alê. Toda vez que leio seu blog me sinto como se estivesse conversando com uma amiga.
    Sobre consumir menos: você já leu sobre o armário capsula? É maravilhoso e estou tentando aplicar na minha vida. E tem tudo a ver com consumir menos, e consumir consciente. Dá um google em capsule wardrobe.
    Beijos.




  11. Patricia Chaccur Em 05/06/2016

    Também estou nessa fase de querer ter menos, cada vez menos coisas, e nada parado no armário.
    Além das doações frequentes, tenho uma lojinha no Enjoei.
    Funciona muito bem!




  12. Marcia Em 06/06/2016

    Engraçado, Alê, que o meu caminho para reduzir o consumo passa justamente por exercitar o apego. Sempre fui muito desapegada, tendo por hábito fazer limpas razoáveis no armário e me sentindo incomodada com o quanto de $ já gastei em tudo que, sem muita dor no coração, me sinto à vontade para doar. Cada peça que sai é o retrato de algum grau de desperdício. Por isso, tenho procurado comprar menos e melhor, comprar não só com a razão (porque racionalmente precisamos de muito menos do que achamos precisar) mas com os olhos brilhando. Daí me pergunto (a louca): se eu fosse uma faraó, levaria esta peça comigo na pirâmide para usar em outra vida? Acredite, tenho comprado muito menos e estou gostando loucamente da pouca coisa que compro. Quase com a certeza (o tempo dirá) de que serão peças que gostarei de ter por muitos e muitos anos. Outra coisa – paradoxal – que ajudou a reduzir o consumismo: comprar pela internet. Compro, experimento em casa com outras peças que tenho no armário, checo o caimento e o acabamento muito melhor do que num provador de loja, vejo se não tenho nada na mesma linha e fico com a peça apenas se achar que realmente vale muuuuito a pena. Enfim, meu relato.

    Abraço (adorando o retorno mais ativo do blog)

    Márcia




  13. Fran Gabiatti Em 06/06/2016

    Estou super nessa fase de querer menos, pensando seriamente em desapegar de algumas peças e sapatos mais caros, doar outras e ter um guarda roupas capsular.

    Parabéns pelo novo layout, ficou lindoo!




  14. ANA CAROLINA Em 06/06/2016

    Quero sua lojinha no enjoei!!!! rs




  15. Cláudia Em 06/06/2016

    Quando decidi me separar, em junho de 2015, sabia que o processo até estar em um novo espaço só meu seria longo. Mas precisava fazer algo para sentir que a mudança já havia começado. Ataquei meu armário e tirei 2/3 do que havia lá entre roupas, acessórios, sapatos, bolsas, echarpes e tudo aquilo que a gente vai acumulando. Mandei tudo para um brechó e o que não vendeu, para doação.

    Sempre fui adepta do consumir pouco (roupas e sapatos, principalmente). No meu grupo, sou a que mais viajou e a que tem a alma mais leve. Ainda assim, quero me desapegar muito mais e viver cada vez mais leve 😉




  16. Fernanda Fuscaldo Em 06/06/2016

    ótimo post Ale! Eu entro no armário (sou consultora de imagem) de mulheres das mais diversas idades, estilos, profissões, e dilema é sempre o mesmo, tenho um armario lotado e nada para vestir! E isso tem haver com comprar para uma vida que a gente não tem! Parar, refletir, o que tem haver de verdade com a gente é de fato a solução!
    Compartilhei! bjs




  17. Lu Em 06/06/2016

    Ale, recentemente eu perdi a minha avó e ao mexer nas coisinhas dela em busca de lembranças para guardar me questionei muitas coisas. Ela passou por guerra antes de chegar ao Brasil e perdeu pais, irmão e a família toda, acho que os objetos e ítens pessoais devem ter sido os menos relevantes neste caso. Não quero q seja um comentário trágico, mas ao me dar conta de q ela guardava poucos ítens antigos, tudo era novo no quarto dela, das roupas às toalhas e lençois. Ela se desfazia das coisas com facilidade e gostava de tudo novo, organizado e sem excessos. Entendi então que foi obrigada a guardar as lembranças dentro dela já que não possuía nada que representasse isso e desta maneira teve uma vida rica, alegre e sem grandes dramas com coisas pequenas. Era sem saber um lindo caso de branding pessoal kkkk, conhecida no bairro todo! Acabei me alongando, mas é que me dei conta, mesmo sendo bem apegada, que o verdadeiro valor das coisas e dos momentos fica dentro de nós mesmos! (acabei ganhando de lembrança a aliança – simples – de casamento e vou guardar dentro d mim p sempre!).




  18. rosa rocha Em 06/06/2016

    Que lindo!
    O que verdadeiramente possuímos mora dentro nós. Não hã item material que tenha maior significado que a lembrança de um momento feliz, ou de uma superação, o enfretamento de um momento dificil.
    Bj.




  19. rosa rocha Em 06/06/2016

    Na minha opiniao há uma questão que ainda não foi mencionada sobre o hábito de comprar em demasia que é : necessidade psicológica de pertencimento e aprovação. Precisamos TER para assim acharmos que poderemos SER.
    Bj.




  20. Viviane Em 06/06/2016

    Concordo, Renata. Também Enjoei do Enjoei. Da um trabalhão danado, muito desgaste, Correios que extraviam encomendas, pessoal quer pagar valor muito baixo… também estou fechando a minha lojinha do Enjoei e preferindo doar e ou vender para brechós. E quando a gente começa a desapegar, dá um alívio, a gente se sente mais leve. Doei e vendi coisas em excelente estado, que fiquei me perguntando: “por que mesmo comprei isso?” As vezes a gente embarca numa onda do consumo, do impulso, do desejo, e quando vê aquela peça nao tem nada a ver com você ou com seu estilo de vida. Hoje ainda cedo a alguns impulsos, mas estou mais consciente do que comprar, do que será realmente útil, do que se adequar à minha vida. No fundo, descobri que preciso de bem pouco materialmente para viver. Essas descobertas não tem preço.




  21. Maki Em 06/06/2016

    Ale, eu ando pensando muito nisso. O quanto a gente precisa mesmo pra ser feliz? A conclusão a que cheguei, é que tudo o que eu ‘tenho’, na verdade, não é meu. São só ferramentas que eu utilizo para alcançar uma meta verdadeira. É uma lição que tenho aprendido aos poucos, mas quando a gente percebe o quanto a vida em si é abundante e que a todo momento a gente tem tudo o que precisa, fica bem mais fácil entende porque esse desapego não é um bicho de sete cabeças!




  22. Bruna Em 08/06/2016

    Alê, adorei seu texto! Me identifiquei muito com essa questão do desapego, visto que de tempos em tempos faço muitas baixas. Atualmente, não tenho mais estoques com milhares de esmaltes, maquiagens e etc, compro e uso o necessário e nossa como a gente fica leve! Tenho também aquela regrinha de ouro: para um item novo entrar, um antigo precisa sair e doo/presenteio 100% das coisas, nunca vendi. Mas, estou até pensando em me informar pra vender algumas peças.
    Aproveitando adoro seu blog!




  23. Ana Paula Em 10/06/2016

    Oi Alê, não consigo abrir o link para o post da Barbara Resende – dá erro (link não encontrado/indisponível). Como consigo chegar até ele?

    Beijos,
    Ana.


    Oi Ana! Pelo que vi o blog (todo) está fora do ar, mas o link do post é esse – quando voltar vai funcionar! bjobjo




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