ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Lifestyle

Meninas, temos que falar sobre dinheiro!

23 de setembro de 2016

Eu tenho mais uma nova musa, neste ano que já me trouxe tantas musas poderosas e inspiradoras: Denise Damiani. Bem resumidamente, a autora do novíssimo Ganhar, Gastar, Investir tem uma extensa carreira corporativa e, ao longo de anos e anos, tornou-se uma espécie de especialista na relação das mulheres com as finanças. Foi graças a essa observação e também a mais de 500 entrevistas que criou uma metodologia de consultoria financeira para elas, tema de palestras, cursos, atendimentos individuais e, agora, de seu primeiro livro.

finanças para mulheres
imagem economia feminina via Shutterstock

De fevereiro de 2015, quando li o livro Finanças Femininas e escrevi este post sobre minha trajetória de comportamentos financeiros, até agora muito pouca coisa mudou nos meus hábitos. 2015, aliás, foi o ano em que mais ganhei, mais gastei e mais perdi dinheiro – perder no sentido de assumir (altas) despesas desnecessárias que não tiveram retorno nem mesmo sentido. E pela minha total incapacidade de poupar e investir posso dizer que Denise Damiani tocou fundo na minha alma e me chacoalhou muito forte a respeito de futuro. Por isso, eu farei todo o esforço do mundo para passar uma única mensagem neste post: meninas, leiam Ganhar, Gastar, Investir!

livro Denise Damiani

Muito, mas MUITO mais que finanças, o livro é uma apresentação à origem das mais fortes crenças femininas a respeito do dinheiro. Por que não pedimos aumento (e, em geral, ganhamos menos do que os homens)? Por que não negociamos bem o valor de nossos trabalhos e serviços? Por que não somos tão cuidadosas para poupar e pensar a longo prazo? Por que gastamos de forma irracional (o famoso “vou me dar esse sapato pois trabalho tanto, eu mereço”)? Por que compramos sem planejar, sem pesquisar e sem adiar? Tudo isso tem uma resposta simples, que basicamente gira em torno de um modelo mental culturalmente imposto a cada menina. Sim, que passa de geração para geração. Que, entre outras coisas, associa assuntos financeiros a uma característica masculina e, sim, nos faz acreditar (ainda que inconscientemente) que sempre haverá alguém a cuidar da gente.

A proposta da metodologia de Denise é ensinar a cada leitora a aumentar seus ganhos, repensar seus gastos e investir para o futuro. Mas graças a muitos exemplos de casos reais percebemos que é necessário sacudir nossas crenças e sair do piloto automático. JÁ! De bônus, o livro fala também de como fazer seu trabalho valer mais, de como praticar networking de forma inteligente, de como se inspirar e produzir melhor. E ainda sobre resiliência, negociação e tudo que ter um lastro financeiro te traz de positivo. É uma libertação!

Clique aqui para garantir o seu…

Ganhar Gastar Investir

VOCÊ TAMBÉM VAI GOSTAR DE LER…

  1. Amanda Pessoa Em 23/09/2016

    Aprecio muito suas dicas de livros e virei cliente fiel da Amazon há algum tempo por sua causa também. Mas preciso dizer: a Livraria Cultura está com tudo na competição para ganhar o consumidor e tem praticado preços iguais e até menores que a Amazon. Vale olhar.




  2. erica Em 04/10/2016

    Oi Ale,
    Fiquei curiosa para ler. Principalmente para confirmar se eu realmente discordo dessa teoria. Acho muito complicado, nos dias de hoje, nessa sociedade que a gente vive que é TOTALMENTE baseada no consumo e em que nossos valores estao atribuidos ao que temos, dizer que o patriarcado é a única razao para nossos descontroles financeiros.
    Ela fala especificamente de como as mulheres consomem ou coloca também algúm dado sobre os padroes de consumo masculinos?

    Beijos


    Oi Erica,
    ele explica por que ganhamos menos, por que gastamos mais (o hábito feminino do “eu mereço”, menos racional) e, a parte que talvez se aproxime mais do que você disse, da crença que inconscientemente é passada na criação feminina que acaba nos fazendo esperar ter sempre quem cuide da gente – pai, marido, filho. Não é exatamente atribuir ao patriarcado, é uma gama de questões super ampla.
    Estou falando superficialmente, mas o livro explica e mostra casos! Eu me identifiquei muito com crenças que racionalmente eu nem percebia que tinha! Recomendo de verdade.
    bjobjo




  3. Lu Saiuri Em 04/01/2017

    Oi Ale! Já vou adquirir meu exemplar hoje! Você tem alguma dica para quem quer começar a fazer investimentos? Tenho muita vontade de ir além da óbvia caderneta de poupança, mas não sei por onde começar exatamente, Obrigada!


    O livro fala bastante sobre isso! Outra boa fonte é o site financasfemininas.com.br, dá uma pesquisada lá!
    Eu (ainda) não entendo muito de investimentos e prefiro não dar dica, mas a ÚNICA coisa que sei é que poupança é a pior opção possível, financeiramente falando!
    bjobjo




Deixe seu Comentário