ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Emprego dos Sonhos

Só vale empreender? Existe (muita) felicidade na vida corporativa

30 de novembro de 2015

Hoje fala-se tanto sobre empreendedorismo que algumas pessoas criam a ilusão de que é tudo muito fácil, e não é. Tornar-se empreendedor, além te ter uma personalidade específica (espírito de liderança, paciência, muito racionalismo e por aí vai), exige muita dedicação e comprometimento, porque além de um CNPJ você também terá uma equipe e outras mil burocracias para dar conta. Como tudo na vida, há bônus, mas também há lados não tão vantajosos.

Escritório Net a Porter

* Mariana Sabbagk, marketing digital da Chanel
O empreendedorismo é o assunto do momento e realmente há oportunidades incríveis no mercado, mas o fundamental é entender se você tem o perfil e está no momento certo da sua vida de se tornar um empreendedor de verdade. Há alguns anos, eu abri minha marca de nécessaires, a It’s Necessary, e foi um sucesso rápido e inesperado – não havia nada parecido no mercado e a receptividade foi ótima. A marca começou a crescer e chegou num ponto crucial no qual eu precisaria dar um passo maior, contratar uma equipe e tornar essa marca uma empresa de verdade, com funcionários (pois eu que fazia tudo: design, comercial, marketing, comunicação e financeiro). Foi neste momento que parei realmente para ponderar sobre a responsabilidade, prós e contras de ter uma empresa e, pelo momento em que eu estava vivendo, decidi que não era o ideal para mim. Levar a marca como eu estava levando, com os meus horários, minhas tarefas e compromissos, estava ótimo, mas com uma empresa tudo seria diferente: horários, liberdade e sobretudo responsabilidade, especialmente com as pessoas que eu precisaria contratar. Durante seis meses eu analisei muito, pensei demais e tomei a decisão de encerrar as atividades da It’s Necessary e voltar para o mercado de trabalho. Não foi fácil fechar a empresa, especialmente pelos comentários que eram tão positivos, e para voltar ao mercado eu dei vários passos para trás. Eu vi pelo Facebook que uma grande amiga de infância estava contratando uma assistente de marketing para a BO.BÔ e conversei com ela sobre a possibilidade de crescimento – como ela disse que havia a possibilidade, participei do processo seletivo e entrei na empresa, a Restoque S/A. Rapidamente, fui crescendo e, ao fim da minha jornada de dois anos e meio, deixei o cargo de Coordenadora de Marketing Digital das marcas BO.BÔ, Le Lis Blanc e John John para cuidar do e-commerce da Chanel no Brasil. Hoje tenho certeza de que fiz a escolha certa, especialmente quando ouço diversas pessoas reclamando da vida corporativa alegando que seriam felizes tendo seu próprio negócio. Essa certeza vem de saber que todas as escolhas têm seus lados bons e seus lados ruins, e que o que realmente importa é o que é mais condizente com o seu perfil e seu momento de vida. Os dois lados requerem responsabilidades e muita dedicação e isso inclui horários, colegas de trabalho e/ou funcionários, chefes e/ou sócios. E, no empreendedorismo, o fato de trabalhar para si mesma não quer necessariamente dizer que se está ganhando dinheiro para si própria – muitas vezes, e durante anos, acontece apenas o investimento e os frutos financeiros são colhidos após muito tempo. Hoje, eu posso dizer que eu amo o que eu faço, pois tive a sorte de trabalhar numa empresa em que sempre sonhei, na qual admiro a história, a filosofia e a estrutura e me identifico muito, além de estar na área digital, minha paixão (ou vício!). Mesmo trabalhando para outras pessoas, é muito gratificante acompanhar o crescimento da marca como um todo e especialmente da área de minha responsabilidade – a satisfação é a mesma. O que realmente importa é ter a maturidade para entender que tudo na vida tem seu lado bom e seu lado ruim e o importante é se conhecer e entender seus próprios objetivos para tomar a decisão certa!

Mariana Sabbagk

* Andrea Quinteiro, marketing da NK Store
Trabalho há dez anos na NK, onde sou diariamente feliz. Acredito que o ponto inicial para isso seja a admiração pela empresa e principalmente por quem a construiu, a mantém e é a alma do negócio. Essa é a base mais importante de todas as relações. Construir uma carreira corporativa e ser feliz nela exige muita dedicação, esforço, vontade de crescer e menos imediatismo do que se vê hoje em dia. É preciso vestir a camisa e olhar para o negócio como se fosse seu, já que cada funcionário tem um papel fundamental para o seu sucesso. A partir disso, o fato de trabalhar em algo que não é seu passa a ser irrelevante. A valorização interna é algo que sempre me encheu os olhos dentro da NK. Comecei na empresa muito nova e tive a possibilidade de crescer, passar por diferentes áreas, o que me permitiu trazer a visão do que eu já havia vivido para meu dia a dia atual. Isso é um ganho enorme! Essa evolução constante fez com que hoje eu tenha um papel importante em tomada de decisões e que meu trabalho colabore para o crescimento da empresa. É claro que existem os dois lados, positivo e negativo, nas duas situações, mas, mesmo para quem quer ter seu próprio negócio, acho de extrema importância ter primeiro uma carreira corporativa. Você consegue enxergar sob outro ângulo o funcionamento de uma empresa que já existe, as diferentes áreas e setores, o planejamento interno e se isso realmente serve para você. Se servir, você começará sua carreira solo com uma bagagem infinitamente mais rica.

Andrea Quinteiro

* Samantha Simon, coordenadora de moda da MKT Mix
Empreendedorismo é muito mais do que ter seu próprio negócio – é empreender de forma positiva a sua carreira, independente de ser dona ou funcionário. Sou carreirista em empresas de grande porte e tenho certeza que é a melhor escolha que pude fazer, sou muito feliz assim. Não tenho muita paciência para questões financeiras e de recursos humanos, e isso é essencial quando você se torna dona de seu próprio negócio. Sinto-me tranquila em trabalhar para terceiros.

Samantha Simon

* Luiza Souza, editora de beleza da Vogue
Desde o começo da minha carreira trabalho em empresa – já passei por menores e hoje em dia estou numa grande corporação. Em nenhum momento eu me senti menor por estar trabalhando no negócio de outra pessoa. Na verdade, acredito que sou parte de um todo e meu trabalho é vital para que essa empresa vá bem, aconteça. Não que eu me ache – ou ache que alguém seja insubstituível – mas costumo dar tudo de mim para a empresa onde estou pela confiança que me foi dada. Acho que o diferencial da empresa que estou agora, a Globo Condé Nast, é que ela valoriza os empregados e dá espaço para todos brilharem, dando créditos e encorajando que a gente apareça, faça contatos, crie novas coisas para diferentes áreas – e não fique na sombra fazendo apenas o que o job description diz. Já trabalhei em uma empresa com gestores que não valorizam o que eu fazia e era bem frustrante: esse foi um dos motivos da minha saída. Ter um gestor que você admire e que te ensina todos os dias é muito bom. Com o @advoguettes (perfil de instagram do qual é sócia), é a primeira vez que sou dona do negócio. O outro lado da moeda tem coisas boas e ruins e ainda estou começando a engatinhar neste sentido. Ter sócias é maravilhoso, mas pode gerar conflitos. Tem que ir atrás, ninguém vai fazer por você. Tem que querer muito!

Luiza Souza

* Alexandra Sanchez, coach de carreira
Certamente existem algumas habilidades (natas ou desenvolvidas ao longo da vida) que tornam o ambiente corporativo um ambiente mais propício para algumas pessoas e menos para outras. Pessoas com mais resiliência, com maior tolerância às frustrações, maiores habilidades de comunicação e mais proativas tendem a se adaptar melhor ao ambiente corporativo e, portanto, ficam mais aptas a acessar seu potencial para uma carreira bem sucedida. Mas eu defendo uma linha de pensamento que vai além dessa discussão de encontrar a carreira dos sonhos, seja ela empreendedora ou não. Acredito fortemente que a carreira – o trabalho em si – é um caminho de realização e transformação pessoal. É no trabalho (seja ele qual for) que somos estimulados a usar nossos talentos, nossa inteligência e nossa criatividade e, em minha trajetória, tenho observado que as pessoas verdadeiramente felizes são aquelas que percebem o poder de inspiração que o trabalho oferece e trabalham com engajamento e alegria. Independentemente de serem funcionárias ou empreendedoras, todas as pessoas que tive a oportunidade de observar realmente felizes e realizadas enxergam o trabalho como fonte de crescimento, como oportunidade de aprender mais sobre si próprio. Portanto, colocam, com toda energia e entusiasmo, sua contribuição em tudo o que fazem. E é esse engajamento, esse senso de contribuição, que nos faz felizes e realizados. Essas pessoas encontram no trabalho uma profunda satisfação na vida e isso não tem preço.

Alexandra Sanchez

VOCÊ TAMBÉM VAI GOSTAR DE LER…

  1. Mariana Sabbagk Em 30/11/2015

    Parabéns pelo post – é realmente o assunto do momento, e é importante lembrar que tudo na vida tem os dois lados – bom e ruim. Adorei participar e espero que ajude e inspire as leitoras!
    Beijos,
    Mari




  2. Marcia Em 01/12/2015

    Nara, excelente reportagem. Tanto você como suas entrevistadas abordaram questões super relevantes no contexto. Entre elas, destaco:

    a) “Acredito que o ponto inicial para isso seja a admiração pela empresa e principalmente por quem a construiu, a mantém e é a alma do negócio.” Na minha experiência, isso é básico: ter como referência alguém que a inspire. Sempre rendi muito mais nas empresas em que meus chefes realmente me inspiravam e eram objeto de sincera admiração de minha parte. Da mesma forma, na minha veia empreendedora, meus melhores trabalhos sempre foram para os contratantes com os quais eu me identifiquei. E há momentos em que você não se identifica nem com chefes nem com clientes.

    b) “Empreendedorismo é muito mais do que ter seu próprio negócio – é empreender de forma positiva a sua carreira, independente de ser dona ou funcionário.” Também acredito que empreendedorismo prescinde de ter ou não seu próprio negócio. É questão de postura profissional.

    Em termos de carreira, já vivi 3 faces: a de carreirista em grande empresa, a de funcionária pública (cuja dinâmica é totalmente outra) e o de empreendedora. O triste(?) é que nunca fui completamente feliz nem completamente infeliz em nenhuma delas. Sobrevivi a cada experiência. Cada uma tem seus prós e contras e fez sentido em determinada etapa da minha vida. Pois os anos passam, você aprende cada vez mais sobre si e suas prioridades mudam – por você mesmo e/ou pelo contexto em que vive.

    E, de tudo que passei e ainda passo, não posso concordar mais com o que você, Nara, escreveu: “você nunca será pago o suficiente para amar algo que não tenha sentido pra você”. Essa é a grande busca, seja em negócio próprio ou vinculado a terceiros.

    Um abraço e parabéns pela matéria. Ela conseguiu me pegar mesmo não sendo a minha pauta preferida no leque de assuntos do blog. Receba isso como um elogio, Nara.

    Márcia




  3. Rosa Rocha Em 01/12/2015

    Oi, Nara e Ale,

    Sempre me questionei sobre esta questão empreendedorismo X mundo corporativo. Creio que o empreendedorismo não é para todos, como o mundo corporativo também não. Ainda bem.

    Pela minha experiência do que já vi e ouvi nos ambientes onde transitei, sinceramente, vi pouquíssimas pessoas realmente felizes no ambiente corporativo. Infelizmente, de verdade, infelizmente, não tive a sorte de encontrar, até então, pessoas realmente felizes, realizadas e idealistas. È uma pena, por que trabalhar, não é, nem deveria ser, pensar somente em receber o salário no final do mês.

    Muito interessante a entrevista, fico feliz que as pessoas entrevistadas sejam um exemplo ao contrário do relatado acima. Alguns podem dizer, que elas tem “empregos/cargos do sonhos”, que não espelham o padrão real da população brasileira. Concordo. Mas não sei o caminho que trilharam para chegarem até aqui. É confortável dizer que alguém venceu por sorte. Assim, não temos responsabilidade. Mas isso não nos ensina nada. Só aprendemos quando enxergamos que na vitória do nosso semelhante, há suor/esforço.

    O assunto “ser funcionário x empreender” é muito complexo, devemos analisar os prós e contras de ambos os lados, a personalidade de cada pessoa, suas necessidades e momento atual e acima de tudo não julgar.

    Adorei o post e a menção do meu nome no FB.

    Bj, Rosa




  4. rosa rocha Em 01/12/2015

    Marcia,
    Gostei muito da sua resposta.
    Tenho uma curiosidade :vc saiu da carreira pública e atualmente é empreendedora. Correto? Se quiser responder, gostaria de saber como é ser funcionária pública e neste ambiente as pessoas são realizadas.
    FIcaraí feliz com sua resposta.
    GratA.
    RoSa




  5. Mariana Em 02/12/2015

    Oi, não entendi bem quem é Nara Siqueira, é uma pessoa que colabora com o blog?

    A Nara trabalha na minha equipe desde agosto, oficialmente como estagiária de jornalismo!
    bjo




  6. Marcia Em 02/12/2015

    Oi, Rosa
    Minha trajetória foi a seguinte: carreira em grandes empresas, empreendedora e funcionária pública. Saí de grandes empresas, apesar do relativo sucesso, porque a minha vida pessoal estava à deriva. A cultura das empresas em que trabalhei (mercado financeiro e comunicações) era de entrega total na pior acepção do termo. Entregava a minha vida. Anyway, fui feliz em parte do tempo. Depois, embarquei no empreendedorismo combinado a um mestrado/doutorado. O empreendedorismo teve para mim dois lados: como trabalhava por projetos, tive que trabalhar minha cabeça quando estava entre-projetos pois me culpava pelo cineminha no meio da tarde (que antes tanto desejara), achando que estava perdendo tempo e dinheiro. Mas tinha horas que não dependia mesmo de mim, era esperar o tempo de maturação dos projetos. O lado bom é que se tem muito mais autonomia de trabalho e, eventualmente, de agenda. Agora, a terceira fase – migrei para o funcionalismo público (por concurso) depois que meu filho nasceu por dois motivos básicos: precisava estabilizar a renda e ter uma agenda previsível. O fato é que consegui e digo com tranquilidade que essa escolha permitiu que eu fosse uma mãe muito mais presente de corpo e, principalmente, de alma. Isso me trouxe uma felicidade tão grande que sobrepujou qualquer infelicidade que eu tivesse no trabalho em si. Agora estou entrando em outra fase, com filho mais crescido (10 anos), e os questionamentos profissionais voltam a ter um peso maior. Respondendo à sua questão e de forma restrita à minha experiência: na média, as pessoas são envolvidas com o trabalho, mas não são realizadas. Por outro lado, muitos buscam válvulas de escape fora do expediente – pelo estudo disciplinado ou desenvolvimento de habilidades artísticas – que os tornam pessoas bem interessantes. O nível de qualificação é bem elevado (mais do que o trabalho, salvo casos específicos, realmente exige), mas a forma como o setor público é estruturada joga contra a realização pessoal.
    Desculpe a extensão da resposta, não sei se era bem isso o que você queria saber, Rosa.
    Um beijo
    Márcia




  7. Rosa Rocha Em 02/12/2015

    Márcia,

    Muito obrigada pela resposta.

    Atualmente venho pensando incessantemente em prestar concurso, creio que por meio de concurso, as funções exercidas são mais claras, a competitividade – a má competitividade – é menor, horários são respeitadas, enfim, ao que parece há mais qualidade de vida.

    Não posso parar minha vida só para estudar, minha mãe está com uma doença irreversível, os gastos que a doença trouxe são absurdos e eu que mantenho as contas da casa, ou seja, preciso continuar trabalhando, e sinceramente tenho medo de estudar muito e por muito tempo e não conseguir passar. Mas preciso tomar um rumo, decidir.

    Novamente, muito obrigada pela resposta, a maneira como você escreve é um escândalo de bem escrita (se precisar escrever desta forma para passar na prova estou perdida!), desejo muito sucesso nas suas escolhas e vida.

    Bjs, Rosa




  8. Julia Em 02/12/2015

    Márcia,
    Confesso que também fiquei interessada pela sua resposta após a pergunta da Rosa. É interessante saber o ponto de vista de quem já conheceu todos os lados. Sou advogada, tenho 26 anos e estou num intenso processo de autoconhecimento (a psicanálise tem me ajudado e muito nisso), buscando qual carreira me faz feliz. Me considero muito sortuda por ter tido minha quarter-life crisis, porque sei de muita gente que leva no automático até os 35, 40,
    50 anos e acha dificil mudar de vida após essa idade (embora eu acredite que pra mudar de vida não exista idade, compreendo que quando se tem filhos, casamento e etc a transição tenha que ser mais pensada).
    Por outro lado, as possibilidades à minha frente são tão numerosas que passei um bom tempo analisando cada uma. Muito legal saber de alguém que escolheu todas e abraçou a que mais se encaixava na sua ideia de equilíbrio. Acho que a vida é isso: experimentação.

    Um abraço




  9. Marcia Em 03/12/2015

    Alê e Nara, peço licença para escrever mais algumas palavras à Rosa e à Júlia em consideração ao comentário delas sabendo, é claro, que cabe a vocês a moderação, pois não pretendo transformar aqui um espaço particular meu.

    Rosa: sim, a má competitividade é significativamente menor (infelizmente a boa também, eis o reverso da moeda). Como os degraus salariais entre os cargos não são tão pronunciados como na iniciativa privada, pouca gente está disposta a comer o fígado do outro para ascender. Só aqueles que têm uma tara absurda por poder mas como o poder, de fato, nem é tão grande assim… sim, os horários são respeitados, a qualidade de vida é bem maior e permite que você consiga administrar melhor a sua vida off. Obrigada pelas suas palavras; desejo serenidade e discernimento nas suas escolhas e muita força para enfrentar suas batalhas.

    Júlia: minha crise veio antes do 30, assim como para você. Na ocasião, li um livro sobre crise da meia-idade(!), se não me engano escrito por um psicanalista americano, chamado A Passagem do Meio. Nem sei se editam ainda, mas catalisou uma série de mudanças que fiz na minha vida, as quais também atribuo ao processo terapêutico que já fazia àquela época. Não levei ao pé da letra tudo o que li, mas algumas reflexões foram muito positivas naquele momento (eu tinha uns 28 anos +/-). Boa sorte na sua trajetória.




  10. Luiza d'Oliveira Em 03/12/2015

    Lindo texto!
    Apesar das entrevistadas não terem empreendimentos, foi claro de ver o perfil intra empreendedor delas. Que é justamente esse, vestir a camisa da empresa onde trabalha.
    Parabéns, Nara!
    Parabéns, Ale!




  11. Luiza d'Oliveira Em 03/12/2015

    Lindo texto!
    Apesar das entrevistadas não terem empreendimentos, foi claro de ver o perfil intra empreendedor delas. Que é justamente esse, vestir a camisa da empresa onde trabalha.
    Parabéns, Nara!
    Parabéns, Ale!




  12. Adelaide Em 04/12/2015

    Sim, existe felicidade no mundo corporativo mas para mim foi de lá que nasceu a vontade de empreender. Várias, várias e várias vezes me sentia triste porque faltavam desafios, crescimento e sobrava força, talento, vontade dentro de mim. Uma coisa é certa: a experiência no mundo corporativo nos dá muita bagagem para o empreendedorismo.

    Ótimo post.

    Abraço Alê.




  13. Ana Paula Em 09/12/2015

    Nara e Ale,
    vou ser sincera, li o texto meio que por acaso, mas depois das primeiras linhas ele me prendeu de tal jeito que já li mais de uma vez.

    Estou passando por uma fase de ‘querer parar no acostamento’ (como dizia o texto dos “Se´s’. Já passei pelo mundo corporativo e há 5 anos estou em voo solo. Sinceramente, amo trabalhar, não importa pra quem. Acho que o que eu gosto mesmo é a sensação de agregar algo, de fazer meu trabalho bem e que ele seja reconhecido, afinal me dedico literalmente de corpo e alma.

    Entretanto, tenho sentido algumas frustrações no meu voo. Por mais que eu me esforce, me empenhe, busque novidades, pesquise, leia, estude, invente, parece que nada mais encanta os clientes, ou quando encanta, o efeito não é tão grande quanto eu imaginava e realmente precisava.

    Cheguei numa fase que estou desgastada física e emocionalmente. Não quero abandonar o barco porque não sou destas, e até porque o mercado ai fora não está para nem para molusco, quem dirá para peixe. rsrs.

    Não sei se depois da leitura eu tenho coragem de baixar as portas e buscar a vida corporativa novamente, mas que me acendeu uma luzinha no final do túnel (ainda que discreta) de que a gente pode dar sim a volta por cima, isto deu.

    Obrigada meninas!




  14. Mariana Em 21/12/2015

    Adorei as frases!




Deixe seu Comentário