ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Maternidade

Estilo de pequenos: cinco dicas para comprar de maneira eficiente

21 de julho de 2015

Era uma vez uma grávida sem a menor noção sobre o universo infantil que comprava vários vestidinhos tamanho três meses e seis meses, porque eles eram muito bonitinhos… Essa grávida era eu! Ali, no escuro, fuçando listas, pedindo ajuda de especialistas, eu não tinha ideia de peças, quantidades, prioridades. Ainda que eu sempre tenha racionalmente freado qualquer exagero, muitos dos tais vestidinhos lindos comprados na gravidez foram usados, no máximo, uma vez cada. Hoje, mais de dois anos depois, já consigo aliar o meu lado racional à real funcionalidade necessária. Gosto de ver minha baby bonitinha? Adoro! Mas vou aos poucos, porque não há como evitar o empacotamento definitivo de peças no máximo a cada seis meses (menos ainda no caso de sapatos).

moda para crianças

QUANDO COMPRAR
Essa é uma decisão pessoal e sofre influência de fatores específicos – de espaço para armazenar em casa até uma viagem que seja oportunidade para comprar melhor. No meu caso, aposto em compras maiores por estação (de uma só vez, cada vez que ela muda de tamanho), com acréscimos pequenos conforme surge a necessidade. Fica mais fácil planejar, evitar exageros e coordenar peças entre si.

O BENEFÍCIO DAS CORES
Gosto de criança com roupa de criança. Nesse ponto, aposto nas cores alegres como ponto crucial. O colorido já remete ao universo lúdico infantil e, para os pequenos, fazer misturas impensadas de cores e estampas pode ser ainda mais fofo e divertido.

FATOR-CONFORTO
Os vestidos de princesa são lindos, mas o dia a dia de uma criança pequena pede con-for-to! Eles brincam, se movimentam, se sujam – e é essa a ideia mesmo! Tecidos naturais e modelagens simples facilitam muito. O tal vestido de princesa existe, claro. Mas é mais exceção do que regra por aqui. Mesma coisa com os pés: tênis leves {já errei comprando pesados e é muito ruim pros miudinhos} e sapatilhas dão conta do recado.

CUSTO-BENEFÍCIO
Sempre digo que não há conceito mais relativo do que o caro x barato: cada um sabe quanto tem em sua conta bancária e o luxo de um pode, sim, ser o básico de outro. Para crianças, tenho em mente duas ideias. A primeira é que a peça de muitos dígitos tem seu preço triplicado quando levamos em conta que ela será usada por apenas seis meses (e não tem durabilidade ou qualidade que influencie, pois nada muda o crescimento normal do seu filho!). A segunda é que nem sempre o que parece um achado incrível é boa pedida. A pele da criança é mais sensível, então priorizar tecidos de melhor qualidade – naturais, de preferência – faz diferença, especialmente para as peças que ficam em contato direto com o corpo. No mais, use a formulinha do CPU = custo por uso. Um casacão de inverno que vai compor vários looks ao longo da estação pode merecer um investimento maior do que o vestido que vai a uma festa e olhe lá!

PEÇAS-CHAVE
No verão, mais shortinhos, camisetas de algodão, macaquinhos, Havainas e sapatilhas abertas e fechadas. No inverno, mais leggings (amo leggings, muitos leggings!), camisetas de manga longa, casaquinhos leves de botão, três tênis leves por tamanho e uns três ou no máximo quatro casacões mais pesados (moro em SP, faz frio mesmo, talvez precisasse de menos se ainda morasse no Rio). Vestidos de princesa, claro, mas poucos por temporada. E in-fi-ni-tos lacinhos, porque esses têm maior prazo de validade e ajudam muito a enfeitar os looks – a ideia dos acessórios começa cedo!

looks MH

p.s. todas as imagens são do instagram da Maria Helena @alegarattoni!

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  1. Patrícia Tabalipa Em 21/07/2015

    Concordo com todos os itens! Minha filha vai fazer 5 anos, e aprendi muito! Acrescentaria comprar em liquidação, costumo comprar quase tudo na mesma loja que venda uma marca que considero bom custo-benefício. Quando entra em liquidação elas me ligam, já compro o tamanha maior para a próxima estação.
    Beijos Patty




  2. Renata Em 21/07/2015

    Assino embaixo! Tenho procurado fazer isso com a minha filha tb (5 anos). A unica coisa q me irrita um pouco nas compras infantis é o excesso de estampas! Acho lindo, trabalho com moda então curto misturá-las, mas é muito necessário o neutro que acalma o look.




  3. Sandra Cioccari Em 22/07/2015

    Oi Alê, vou te contar minha experiência sobre o assunto do seu post 🙂

    Sobre quando comprar, eu prefiro aos poucos. Precisa? Compro! Tá começando esfriar, precisa de casaquinho, vou lá e compro um. Outro dia compro outro… pq daí as opções de combinações vão evoluindo. Além disso, quando vou em loja de criança e vejo algo que adoro muito, eu deixo… pq sempre que eu voltar vou acabar achando mais roupinhas que adoro muito (sempre tem né?) e uma hora eu acabo comprando mesmo pq agora sim ela irá usar ou eu percebo que fiz certo e não tinha necessidade. E espero muito as liquidações pra comprar aquela roupa linda que era cara e baixou….

    Sobre cores e conforto super concordo! Adoro crianças vestidas como crianças, “coloridas e desparelhadas”. Uso muuuito calça sarouel na minha Louise. Ela têm várias calças jeans (normalmente são presentes) mas uso mesmo só pra saídas. Se quero “jeans” confortável para ela, compro legging imitação jeans.

    Sobre sua ideia de CPU tb concordo! Moro na França, e pra calças mais quentinhas, casacões, botinhas, não me importo que sejam um pouco mais caro.

    Sobre peças chaves tb concordo que tem que ter, mas achei suas quantidades bem “generosas”. Como vc disse, realmente não dá muito tempo de usar tudo…. aí aqui em casa, Louise passa o inverno com 2 casacos ( se precisar lavar um, tem outro… mas um deles é sempre o principal… o secundário, principalmente no início do inverno, é uma sobra do ano passado que ainda serve… ahahah), 3 tênis? da minha parte uma botinha/tênis… O que acontece no meu caso, é que as pessoas adoram dar presentes, ai ela acaba sempre ganhando um segundo tênis.. casaco…

    Minhas peças chaves são calças (ela tem bastante pq sempre suja) e os casaquinhos pra usar embaixo dos casacões… que é o que suja e o que fica a vista quando está em lugares fechados.

    Se vc quiser ver o “estilo” da minha baby, me segue no insta scioccari.
    É fechado, é pessoal, mas vc eu aceito! 😉




  4. Marcia Em 22/07/2015

    Oi, Alê. Minha experiência: sempre aproveitei viagens para comprar roupas para o meu filho e, inclusive, trouxe roupas em tamanho maior para o futuro. Dei com os burros n´água. À medida que cresceu, passou a escolher o que gosta de vestir e a rechaçar muito do que comprei. Resultado: tenho coisas guardadas com a etiqueta da loja que ele nem chegou a usar e morro de raiva em pensar no dinheiro que gastei com roupa legal (bonita e prática) para ele. E, à medida que cresce, a quantidade de roupa necessária diminui, pois usa uniforme na escola, suja menos roupa… Errei totalmente no dimensionamento do guarda-roupa dele. Beijo
    PS: Sua MH está um graça!




  5. Rosa Rocha Em 22/07/2015

    Conforto é o item principal da vestimenta de uma criança. Tenho agonia de ver criança toda “montada” e dura porque não consegue se mexer.




  6. Juliana Em 22/07/2015

    Obrigada pelo post. Minha bebê ainda tem 9 meses mas já me vejo seguindo a sua intuição. No meu caso é mais fácil pq moro no Nordeste então temos apenas uma estação! Adoro vestidinhos charmosos, confortáveis e frescos pois aqui é quente. Em casa a minha filha fica só de fralda descartável!

    Beijão




  7. Adelaide Em 22/07/2015

    É incrível como as crianças “perdem” roupas. Para quem mora em cidade que o inverno é frio messssmo, minha dica é: aproveite sempre peças tamanho maior no final da estação. Tipo assim: no final no verão de 2015, eu aproveito as promoções, comprando roupas maiores para o meu filho usar no verão de 2016. Isso porque, a temporada outono, inverno e primavera ele vai crescer e chegando o verão vai poder usar aquelas que comprei na promoção passada. Comigo tem funcionado bem. A mesma coisa faço com os sapatos que “perdem” mais que as roupas.

    Abraços Alê.




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