ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Maternidade

Escolha de colégio: fatores decisivos e minha história pessoal

13 de outubro de 2014

Parece que foi anteontem que eu criei um blog para contar sobre minha gravidez. Parece que foi ontem que minhas pesquisas eram sobre teste beta HCG, sobre alimentos amigos da grávida, sobre maternidades e enxovais. Alguém anotou a placa dessa máquina do tempo que me jogou direto pro momento em que eu já preciso ir atrás de escolas para uma filha crescida?! Mas, enfim, brincadeiras à parte, o tempo voa mesmo, meu bebêzinho cresceu e eu já comecei a pensar em escolha de colégio. Detalhe: comecei a pensar achando que estava muito à frente do meu tempo (incentivada por uma amiga com filha um pouco maior que me explicou que seria mais fácil conseguir vaga no infantil 2 do que no infantil 3, como eu pretendia) e descobri que estou atrasadíssima – realmente tem gente que já faz isso desde que o bebê é recém-nascido, vi com meus próprios olhos!

Sempre achei (ainda acho, tá?!) que eu era uma mãe tranquila em relação a estas escolhas. Digo isso porque nunca pensei em decidir com base no Enem, por exemplo. Também jamais optaria por uma escola por nome, por moda, por status. Minha ideia escolar, ao menos enquanto MH é uma criança pequena, sempre foi baseada em um lugar onde ela se sentisse feliz e fosse bem cuidada. Ponto. Mas tinha em minha mente uma frase que li quando ela ainda era bebê nos comentários de uma matéria da Veja sobre educação (no site): “não quero que minha filha seja a rica entre as pobres nem a pobre entre as ricas”. Na medida do possível para uma escola particular, eu sempre desejei que ela – tal e qual foi comigo no passado – estivesse em um ambiente com diversidade sócio-econômica. Pode ser apenas uma visão deturpada e estereotipada de carioca olhando para São Paulo, mas eu temia que minha MH se visse em uma turma na qual ela é a única que não vai de helicóptero pro colégio (claro que o exemplo é um exagero, mas acho que vocês entendem meu ponto!). E, além disso, acho que conviver com o diferente, em todos os aspectos, é muito saudável – além de ser a minha experiência pessoal.
{não encontrei mais no site da Veja a matéria cujo comentário me inspirou, mas por coincidência ela me foi enviada ontem nos comentários da minha página do Facebook durante um ótimo papo sobre o tema – vale a leitura aqui!}

jardim de infância

A ESCOLHA DA ESCOLA: FATORES IMPORTANTES (& AS MINHAS PRIORIDADES PESSOAIS)
Como a sincronicidade existe, li, dias atrás na Veja Rio, uma matéria bacana sobre a busca da escola ideal. Ela apontava fatores como pedagogia, formação de professores, segurança, gastos extras e comunicação com os pais. Como dizem as duas matérias citadas, concordo que não existe escola perfeita e que cada família terá a sua ideal, com base nos próprios valores e prioridades – dificilmente uma única instituição gabaritará em todos os aspectos que você valoriza, então é fundamental fazer uma escala de importância. Juntando os textos que li e minhas próprias opiniões, listei aqui o que eu julgo importante usar como critérios de avaliação.

BASE ACADÊMICA
Existem as escolas conhecidas por todos como “puxadas” e existem as escolas que formam pessoas com graves dificuldades em gramática básica. E, no meio delas, existem milhares de opções nem cá nem lá. Eu estudei em algum ponto desse meio termo e esta seria também minha escolha para MH. Não gostaria de um colégio onde ela precise estudar desde pequena com o afinco de quem presta concurso público, acho importante valorizar outros aspectos da vida. Mas tenho calafrios de pensar em, com toda minha veia professor Pasquale, um dia ver minha pequena cometendo erros grosseiros em um texto. Gosto de escola que ensina a pensar, que forma pessoas com capacidade de argumentação e uma boa base geral. E com um ótimo português, admito!

AMBIENTE SÓCIO-ECONÔMICO
Voltando ao que escrevi lá em cima, tenho plena consciência de que quando se fala de uma boa escola particular em uma cidade como São Paulo, a questão da diversidade sócio-econômica é algo que vai até a página dois – os valores de mensalidades já fazem destas um privilégio para poucos. Mas ainda acredito, sim, que existam escolas mais elitistas do que outras. Para alguns pais, isso é uma vantagem. Para outros, como eu, não. Sem certos ou errados, apenas pensamentos diferentes. Ainda que haja uma maioria bastante privilegiada, prefiro que isso não seja estimulado na escola. Explico: acredito que haja meios de frear impulsos de ostentação e não estimular valores superficiais no ambiente escolar. E aprecio! Tenho como exemplo a minha vivência acadêmica, na qual estudava com pessoas muito ricas e levava anos pra saber que o pai era dono de x, y ou z.

CURRÍCULO
As escolas internacionais ou bilíngues cresceram muito nos últimos tempos. Quando eu era criança, não havia este costume como hoje. Tenho certeza que a fluência em língua estrangeira é cada vez mais fundamental, mas até hoje não conheci uma americana/inglesa que, na prática, tenha excelência no ensino do português. E, como disse lá em cima, essa é uma questão prioritária pra mim. Não descarto a opção, mas não é uma prioridade pra mim, pois acredito que haja outras formas de buscar a fluência em outro idioma mais pra frente (sobre esse ponto faço minhas as palavras de Gustavo Ioschpe na matéria já citada-linkada)

METODOLOGIA
Há, além da tradicional (mais comum no Brasil), escolas que seguem métodos diferentes, como waldorf, montessoriano, construtivista – neste link você vê a descrição de todos. Avaliar qual casa melhor com seus valores de educação deve ser uma questão.

DISCIPLINA
Eu estudei em uma escola na qual o aluno não entrava se estivesse sem a meia do uniforme – e o auge da transgressão era conseguir chegar sem ela no andar das salas sem que ninguém te barrasse! Obviamente passei a adolescência com certa inveja daqueles colégios chamados modernex, nos quais os alunos quase iam tomar cerveja com os inspetores nos intervalos (se é que ficava na base do quase!). Hoje, agradeço por minha mãe não ter cedido a meus apelos de mudança, porque acho que ter, na infância e na adolescência, esse lance de limites fortes é uma boa pedida (mais um alerta reforçando que tudo isso é apenas a minha opinião pessoal, com base nos meus valores). Mas, que fique claro, sem exageros militares. Definir a importância da rigidez pra você – e até se perguntar se ela é bônus ou ônus – deve ser um ponto de partida.

VALORES
Esta é a questão mais ampla, mais cheia de variáveis e, provavelmente, mais importante na soma do placar final. Leva em conta desde valores religiosos até valores éticos. Claro que nenhuma escola vai se definir como não-ética, mas essa questão será mais negritada em escolas que tenham este como um grande foco real. Criatividade, esportes, ações sociais, tudo isso pode ter mais ou menos peso em cada instituição. Coerência entre as práticas de casa e da escola é mais do que recomendada.

ESPAÇO FÍSICO
Mais uma vez, a minha experiência pessoal como aluna pauta bastante das minhas preferências. Estudei em uma escola gigantesca, com muito espaço ao ar livre, um auditório maior do que todos os teatros que já conheci e uma igreja linda e imponente. Dito isso, admito que gostaria que minha pequena tivesse o mesmo. Tenho lembranças maravilhosas ligadas a esta estrutura e acho que, indiretamente, ela colabora no processo de ensino como um todo.

CORPO DOCENTE E FUNCIONÁRIOS
Da formação à satisfação com o emprego, diferentes aspectos a respeito dos profissionais que compõem o quadro podem ser fatores importantes de decisão. E isso não se limita ao currículo dos mestres, ponto mais óbvio. Prioriza-se – ou não – uma infinidade de variedades aleatórias. Professores especializados para atividades extras e até pediatras e/ou enfermeiras de plantão podem entrar nessa conta.

Por fim saiba que, à parte de todos estes fatores, é sempre bom escolher uma lista de opções. Ao menos em grandes cidades, muitas das escolas têm filas de espera e disputados sorteios para dar conta do número de candidatos bem maior do que o de novas vagas disponíveis! Boa sorte para todas nós (menos para as que estão disputando o mesmo sorteio que eu! #brincadeira!)!

E aí, o que você leva, levará ou levou mais em conta na hora de escolher a escola do seu pequeno?!

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  1. José Américo Em 13/10/2014

    Oi, Alê! Pelo que falou sobre onde estudou, eu arrisco que foi no Santo Inácio.
    Bjo.

    Oi José!
    Não, foi no Sacré-Coeur! Mas, em termos de valores, todas estas grandes religiosas do Rio são bem parecidas, né?!
    bjo




  2. Thais Farage Em 13/10/2014

    Vou dizer que o que acho mais difícil em São Paulo é achar uma escola onde haja ‘diversidade socio econômica’. Super difícil, vejo pelos filhos das minhas amigas já que ainda tô grávida e nem comecei a pensar sobre isso. Acho complicadíssimo, não queria, por exemplo, que meu filho estudasse em uma escola onde só tenha alunos brancos, por exemplo. Ou ainda, uma escola onde ser gay seja um problema.

    Tudo indica que vou sofrer quando chegar minha hora de escolher…

    Essa também é uma GRANDE (talvez a maior) questão na minha relação de fatores prioritários e vou te dizer algo que pré-concluí: o mais importante é como a escola lida com esses valores, de um modo a, por exemplo, não incentivar uma ostentação (tenho pânico de criança deslumbrada). Não creio que nenhuma escola se assuma como incentivadora de valores superficiais, mas imagino que muitas simplesmente pulem essa questão – dando espaço para ela tomar conta. Daí o que mais vale a pena é observar a postura dos educadores quanto a isso. Na escola pela qual me apaixonei, elas contam que não permitem, nas comemorações de aniversário dentro da escola, a entrega de lembrancinhas, pois isso estava virando uma competição (a festinha mais legal era a que tinha a melhor lembrancinha) e o intuito real de festejar o amigo se perdia. Achei muito bacana e foram passagens como esta que passaram mais tranquilidade de que aquele era, sobretudo, um lugar humano. O exemplo da superficialidade é apenas uma questão entre tantas outras diversidades tão ou mais sérias, mas acredito que um lugar humano tenda a lidar da melhor maneira possível com todas elas!
    bjobjo




  3. Tatiana Em 13/10/2014

    Ale, concordo com você em muitas das suas opções. A minha filha de 2 anos está desde o berçário já numa escola grande, pois eu mudei bastante de escola (3 vezes) e acho que isso foi muito ruim. Gostaria muito que ela pudesse ficar na mesma escola por muitos anos e criar laços de amizade duradouros. Meu marido teve essa sorte e até hoje tem contato com amigos que conheceu bem pequeno.
    A escola que escolhi é cara, mas a estrutura me deixa tranquila (tem enfermaria, etc) e como ela passa o dia já faz tudo por lá: natação, inglês… Então, no fim do dia, não é tão absurdo assim. Estou bem contente com a escola e tenho tido muitos exemplos de cuidado e atenção com a minha pequena. Se você quiser uma dica, fico à disposição.
    Também sou uma carioca extraditada e é mais difícil ainda decidir, pois não temos tanto o histórico! bjs Tati




  4. leticia Em 13/10/2014

    Oi Ale! Concordo com tudo que voce mencionou! E não é fácil, pq muitos probleminhas aparecem apenas depois que a criança já está na escola… Infelizmente nenhuma será totalmente perfeita aos nossos olhares críticos de mãe! 🙂
    Se voce puder, conta para nós qual foi a escolhida?
    Bjs!!




  5. Beatriz Falcão Em 13/10/2014

    Só não entendi porque São Paulo teria menos diversidade do que no Rio de Janeiro..

    Oi Beatriz, tudo bem?!
    Como eu disse, pode ser apenas uma visão deturpada de uma carioca em SP, mas eu tenho uma impressão de que as boas escolas particulares em SP têm um quê mais elitista do que no Rio. Mas já ouvi que hoje em dia o Rio não está tão diferente, não – a questão é que eu acabo comparando com a minha experiência escolar, no século passado!!
    bjo




  6. Tatiana Em 13/10/2014

    Ale, só mais um comentário: eu acho que o RJ é bem mais elitista que SP. Como comentei acima, sou carioca tb e, diferentemente de você, acho que o RJ se divide em zona Norte e zona Sul. E agora ainda deve ter Barra no meio, pois na minha época ainda não tinha tanta gente assim (tenho 37). Cresci na Tijuca e fiz faculdade na PUC e sofri muito preconceito. A PUC era formada somente pela elite da zona Sul e o fato de morar “longe” era tão decisivo que eu acabei fazendo amizade mesmo com pessoas da Tijuca/zona Norte, como se houvesse um abismo entre nós. Lógico que conversava com todos, não era algo assim tão declarado, mas na prática não tinha mistura alguma quando se tratava de amizade fora dos muros da PUC.
    Para ter uma idéia eu já escutei em rodinhas que certos carinhas moradores de Ipanema/Leblon jamais namorariam com alguém que morasse “do outro lado do túnel”. Não posso imaginar nada tão absurdo quanto isso…

    Acho que o RJ passa essa falsa idéia de que é todo mundo igual por causa de praia e etc, mas na prática a gente sabe que morador da zona Sul e Barra reclama da praia no final de semana porque ta cheia de gente de fora e que a grande maioria só circula nesse circuito mesmo e morre de medo de ir a outros bairros.

    Aqui em SP eu não acho que exista um preconceito tão grande assim. Até porque, a cidade é tão grande que é mesmo tudo longe, tudo meio parecido e tem gente pobre/rica/classe média em todos os bairros. Claro que entre crianças/adolescentes isso deve ter um pouco mais de força, mas eu sinto bem menos forte do que no RJ.

    Faz super sentido seu comentário! E eu sou a primeira achar que posso estar enganada, pode ser uma visão deturpada minha, mas é que me choco com algumas coisas aqui em SP. Não tem esse lance geográfico tão forte como no Rio, mas tem outras questões que me impressionam um pouco. Enfim, minha ÚLTIMA intenção é ser bairrista, amo SP, escolhi essa cidade para ser a minha. Mas é que detesto frescura, ostentação etc! Mas concordo que minha impressão pode estar 100% equivocada por comparar Rio nos anos 90 com SP atualmente – a questão é o tempo, no o local!
    Obrigada pela contribuição!
    bjobjo




  7. Ana Paula Licati Em 13/10/2014

    Alê, comecei a procura para minha pequena que acaba de completar 1 ano e fiquei “chocada” que em algumas escolas aqui de SP, caso eu optasse por elas, teria que ficar em uma lista de espera para que minha filha entrasse aos 4 anos. Achei tão absurdo ! Mas ao que parece, isso é casa vez mais frequente até para os colégios “menores”. Caso eu te mande um email, vc se importaria em dizer por email , qual a escola que vc escolheu para a MH?
    Obrigada!




  8. Claudia Em 14/10/2014

    Alê, adoro vc e seu blog, mas, desculpe dizer, vc é, sim, muito bairrista. Sempre que tem a oportunidade, dá a entender que o Rio teria mais qualidades que São Paulo. Acho meio chata essa postura, tendo em vista que vc mora e fez sua vida aqui. Já faz tempo que acho isso, no entanto evitava comentar para evitar polêmicas. Não é nada pessoal, mas, por favor, leve essa minha observação em consideração para próximos posts. Um super beijo!!!

    Obrigada pela observação, vou levar em conta e ficar mais atenta! Amo SP e por mais que tenha saudade de certos aspectos do Rio não sei se faria a troca inversa (de voltar pra lá), mas talvez eu esteja transparecendo algo diferente! Valeu mesmo pelo toque de forma educada!
    bjobjo




  9. Manuela Em 15/10/2014

    Oi, Alê!

    Adorei o seu texto e me identifiquei muito com o seu momento. Meu filho fará 3 anos no início do ano que vem e desde que tem um ano frequenta uma creche/escola super pequenininha no bairro onde eu moro, Icaraí em Niterói. Gosto muito da escolinha pois tem um ambiente familiar e eu tenho total confiança no trabalho e no carinho da equipe (hoje em dia quando ele chega já diz “tchau, mamãe” rs). Mas mês que vem estou me mudando pra Goiânia porque meu marido passou em um concurso lá. Eu não conheço absolutamente nada de Goiânia e estou vivendo esse momento (drama) de escolher uma boa escola pra ele. Me identifiquei muito com os seus critérios. Acho que uma escola mais tradicional, com um bom espaço físico e uma cobrança relativamente rigorosa em relação aos estudos são fundamentais e também não gosto dessa questão do incentivo à ostentação e ao consumismo nos pequenos, o que acaba muitas vezes acontecendo nas escolas particulares mais tradicionais.
    Taí uma coisa que eu acho difícil de lidar e que até valia um post, hein? Como fazer com que nossos filhos não se sintam os únicos da escola que não tem x ou y itens da moda e por outro lado não incentivar esse consumismo irracional que tem tomado conta da juventude? Felizmente por enquanto ainda não tenho que lidar com isso, mas confesso que é algo que me assusta.
    Estou adorando os posts sobre maternidade.
    Bjs.




  10. Joice Em 15/10/2014

    Ale, creio que você encontrará muitas escolas aqui em SP, mas como uma mãe que ainda estuda, tem uma filha adolescente e um pequeno no pré (ou equivalente), tenho um item que sempre considerei.
    A localização/acesso, digo isso porque temos ótimas escolas e que em muito podem acrescentar aos nossos filhos, mas partindo do principio que 40 minutos pra ir + 40 minutos pra voltar, pra um serzinho é cansativo, e que no longo prazo causa stress e desinteresse.
    Como você sabe, não temos hora para congestionamento por aqui, então eu tive essa experiência e não foi tão boa.
    Bj




  11. dani Em 16/10/2014

    Pegando minha experiencia pessoal, quero um colegio com otima base academica e se possivel que ele fique neste colegio por todo o periodo escolar. Estudei em um colegio que na minha epoca era famoso em Ipanema, mas no fundo o ensino nao era tao forte assim. E devido algumas mudancas de cidade quando eu era bem pequena, mudei umas 4 vezes de colegio, inclusive no Rio. Achei pessimo. Nao conseguia fazer um grupo fixo de amigos, os valores das escolas e a metodologia sempre eram diferentes..um saco. Depois que me firmei neste colegio em Ipanema, fui ate o fim, mas mais uma vez entrei quando todos ja tinham suas turmas e sinceramente, apesar do nome na epoca ele nao tinha uma base academia la tao forte. Conclusao, apesar dos meus esforcos minha vida profissional nao alavancou muito. Sei que em muitos casos quem faz o colegio e o aluno, mas nao em todos. Quando somos criancas e adolescentes a ultima coisa que pensamos como prioridade e nosso futuro profissional, entao estamos ali mais por obrigacao e por isso nao conseguimos avaliar se o lugar esta bom ou nao. Acho total responsabilidade dos pais em se informar e decidir pelo filho o melhor caminho, que sem duvida o ajudara pelo resto da vida. Tenho exemplo de amigos e ate mesmo meu marido que estudaram em colegios fortes por todo o periodo escolar e sairam de la super preparados e hoje em dia estao muito bem obrigado. Entao pegando pela minha experiencia, e isso que vou querer para meu filho. Um colegio forte sim, mesmo que eu tenha que me esforcar para pagar mais por isso, com valores que eu concorde e se possivel que ele possa ficar la ate a faculdade. Para se sentir seguro ali, fazer amigos pra vida toda e seguir para uma faculdade ou para algo que lhe interesse com muita base academica. Este e meu ponto de vista. Decidi que nao vou ser flexivel com educacao. Neste ponto quero dar o melhor para meu filho nem que seja pra ter a consciencia limpa de que tentei. Muitas podem ate dizer que isso nao tem muito a ver, mas se eu pegar minha turma de colegio e a turma de colegio do meu marido por exemplo e de outras amigas que estudaram em colegios muito bons, vi uma enorme diferenca no campo profissional. Entao acho que sim, isso faz diferenca. Bjs, Dani




  12. Fernanda Fuscaldo Em 16/10/2014

    Ale, a minha filha esta com 1a e 10m, e vai oara escola com proximo ano. Para mim o qur eu procurei, matriculei-a esta semana, foi uma escola que a ensinasse a pensar e a preparasse para todas as possibilidades que o futuro possa reservar. Explico, se quiser fazer o vestibular mais dificil, eatudar fora ou uma faculdade sem grandes diaputas ela estara apta.
    Moro em Niteroi, mas estudei no Rio, como vc, minha filha estudara numa cidade diferente da qual estudei, o que faz com que a escolha obvia da escola que estudamos nao exista. Pesquisei as escolas sem esteriótipos da opiniao dos outros, fiz visitas, conversei com coordenadores, olhei o site e confiei no meu feeling. Um ponto que tambem pesou para mim foi a organizacao, escola que tem datas, planejamento, manda email, criterios transparentes de seleçao, etc (virgiana Feelings!). Bjs




  13. Renata Em 19/10/2014

    Moro em São Paulo, mas também sou de fora. Concordo 100% com suas observações e adorei o texto do Gustavo. Não tenho uma visão ainda clara de onde colocarei minha filha para estudar. Queria escutar um pouco mais sobre a sua experiência na escola que escolheu, se possível.
    Um beijo,
    Renata

    Ps: Sempre entrei nos seus sites e sempre gostei deles, mas tinha uma impressão diferente de você na época do It Girls. Acho que este é o melhor momento de sua carreira, devo dizer.




  14. Juliana Em 19/10/2014

    Excelente texto! Concordo com tudo! Bjs




  15. Tete Em 19/02/2016

    Olá,
    Mudei para São Paulo agora, sou de outro Estado, estou grávida e não conheço as boas escolas internacionais daqui.
    Gostaria muito que minha filha estudasse em uma boa escola para cursar, como eu, uma universidade americana conceituada.
    Se tiverem dicas para me dar, agradeço.




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