ALE GARATTONI

Mãe da Maria Helena, profissional de branding e apaixonada por moda e beleza! Meu blog é o espaço "hora do recreio" no qual divido dicas, inspirações, apostas no universo das it girls e minha vida primeira pessoa na maternidade.

Lifestyle

A vida começa aos 40: resolvendo defeitinhos

13 de agosto de 2013

Quer empurrãozinho mais valioso para escrever sobre seu ponto fraco do que ler um texto de uma musa inspiradora confessando ter passado por algo semelhante? Foi exatamente isso que senti ao ver a matéria que minha deusa Plum Sykesquem me acompanha sabe o quanto ela inspira meu trabalho desde a criação do It em 2007 – escreveu na Vogue americana de agosto. O tema? Usar aparelho nos dentes depois dos 40!

Plum Sykes

Tal e qual aconteceu comigo (e até então eu não me sentia à vontade para escrever sobre), Plum conta que usou aparelho na adolescência, teve um sorriso consertado por alguns anos e viu tudo desandar depois – quem consegue ter disciplina de fazer a manutenção do tratamento quando se tem 15, 16 anos?! E que, aos 43, viu o que inicialmente era apenas uma questão estética se transformar em um possível futuro problema sério de saúde que poderia causar até a perda (uau!) dos dentes da frente, que tal?

Eu ainda não cheguei aos 40 (faltam 3!) nem ao ponto extremo off-estética de Plum no lance do aparelho, mas o que me leva a escrever este post hoje não é o conserto dos dentes em si. Meu foco? “Nunca é tarde para mudar algo que nos aborrece”. Como Plum pontua no texto, ela ouviu muita gente dizendo que ela era corajosa de partir para o aparelho “NESSA IDADE” – com o “nessa idade” em caixa alta! E eu parei pra pensar em como somos bobos de achar que o tempo já passou para qual-quer coisa. Seja começar um novo negócio, mudar de vida ou… consertar um defeito. Ainda bem que o ditado que diz que a vida começa aos 40 anda tão fortalecido por aí. Tenha você 20, 30, 40, 50 ou 100, permita-se: todas temos o direito de estar no nosso melhor, em tudo e sempre.

p.s. Em tempo, vou contar brevemente meu caso, um pouco mais sutil do que o da musa Plum: minha insatisfação atingiu o nível máximo na época do lançamento do meu livro, em 2011, quando não gostava nada do que via em fotos e vídeos (e, bom, nessa época, fiz muitos!). Pude optar pelo tratamento com Invisalign, ainda que esse aparelho exigissse, no meu caso, um tratamento mais longo do que se fosse pelo modelo convencional. Exigiu disciplina, exigiu inve$timento e, principalmente, exigiu tempo (foram dois anos – agosto/11 a agosto/13 – e agora me preparo para o que chamam de “fase de refinamento”, quando são feitos os ajustes finais ao longo de alguns meses). Mas tudo valeu a pena! E eu não poderia estar mais animada para chegar aos 40 com tudo em cima, também nesse quesito que, até outro dia, era uma pedra no meu sapato!

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