ALE GARATTONI

Carioca em SP, leonina, mãe da MH. Este blog é o meu hobby-recreio e aqui você vai ler posts que agradam aos olhos, à mente, à energia. Com beleza, suspiros e leveza! Cuide de sua alma e inspire-se, para ser & fazer melhor.

Maternidade

A escolha da escola: por que eu não cito nomes no blog

6 de janeiro de 2015

Em 2014, fiz posts com dicas para quem está em processo de escolha de escola para o filho. No texto, coloquei tópicos gerais que devem ser levados em conta, mas deixei bem claro que, nesse processo, não há certos, errados ou escala de prioridades definida – uso minha frase favorita, “cada caso é um caso”! Esta é uma decisão que se baseia nos valores de cada família, por isso acho impensável que uma pessoa se influencie pelas preferências de outras. E este é um dos dois motivos que me fazem não falar o nome das escolas que MH estuda ou virá a estudar.

Sim, são dois motivos. O primeiro, mais óbvio, é a questão da segurança/privacidade. Nem sempre nos damos conta de que um ambiente amistoso como um blog de maternidade, no qual trocamos figurinhas e até eventuais desabafos, pode ser lido por pessoas não tão bem-intencionadas. Mas a maldade existe e a internet é um território sem controle nem fronteiras. Por isso, acho mesmo que falar nomes de escolas de filhos (ou deixar que elas sejam descobertas por fotos de uniformes, por exemplo) é um risco absolutamente desnecessário.
{já até aproveito a me re-desculpar para quem me faz essa pergunta nos comentários, eu realmente não abro essa informação e espero que me entendam!}

escolha da escola

Agora o motivo que realmente me inspirou a escrever este post, um pouco menos óbvio. Como escrevi lá no primeiro parágrafo, a escolha da escola é – ou deveria ser – baseada nos valores da família, respeitando a tal escala de prioridades do que é mais importante ou menos relevante para cada casa. E é uma decisão MUITO séria e importante. Não é como indicar um hidratante corporal ou até um hotel para as férias, algo que por mais que possa não ser unânime não vai trazer uma consequência tão prolongada. E juntando os dois fatores (diferenças muito pessoais + consequências sérias), eu não acho responsável da minha parte levantar uma bandeira de algo, por mais que seja algo muito bom pra mim.

O que fiz para escolher a pré-escola: seguindo os conselhos do pediatra de MH, entendi que nesta fase, na qual a criança vai à escolinha basicamente para brincar, o mais importante era a distância de casa – porque a criança ainda é muito pequena e longos percursos podem estressar desnecessariamente. Em resumo, visitei todas as que ficavam pertinho de casa, observei questões básicas (instalações, segurança, higiene) e escolhi a que mais me agradou.

O que farei para escolher a escola: antes da fase da alfabetização, MH mudará para a escola definitiva – que eu ainda nem tenho ideia de qual será! O que eu observo/observarei em cada uma? Quais os valores mais fortemente defendidos. Já ouvi maravilhas e terrores de uma mesma escola (em diferentes escolas) e concluí que a interpretação de cada instituição varia de acordo com o que é fundamental para cada mãe. Por isso, decidi que, por incrível que pareça, as opiniões pessoais (gosto, amo, detesto) não vão me influenciar – por mais que eu adore uma pessoa e concorde com pontos de vista dela, não necessariamente temos/teremos a mesma prioridade nesta questão. Em resumo, ouvir o que a escola valoriza é muito mais importante do que a opinião de outra família!

Kids na escola

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  1. Márcia Lo Fiego Em 06/01/2015

    Oi Ale, estou passando por isso, minha filha vai para o primeiro ano do fundamental e a escolha foi muito difícil e continua sendo, pois apesar de estar totalmente convencida da minha escolha ainda escuto comentários tão contraditórios sobre a mesma escola qu
    e me pergunto como é possível….
    Um beijinho

    Oi Marcia,
    eu também andei ouvindo algumas opiniões contrárias pra escola que era/é minha #1 até agora! Mas analisando bem, algumas coisas que são ruins para outras famílias são exatamente as que me fizeram priorizar a escola em questão. É muito pessoal mesmo e acho que 100% de certeza – ou mesmo de satisfação – jamais teremos!
    bjobjo




  2. Juliana Em 06/01/2015

    Ale,
    O seu blog tem sido o meu favorito ultimamente. Leio tu-do aqui e adoro, mas a sua forma de escrever sobre a maternidade me encanta (sou uma nova mamãe de uma neném de 2 meses) e me ajuda bastante tb! É amorosa, empolgada mas realista e sem maiores afetações (só o suficiente :)) Muito obrigada por tudo!
    Um grande beijo…
    P.S: me emocionei com a dedicatória do texto passado para as novas mamães!! 🙂

    Uau, obrigada, fico feliz! <3
    Parabéns pela baby, essa fase é deliciosa, né?! Saudade de RN!
    bjobjo




  3. Dani Em 06/01/2015

    Ale, acabei de escolher a escola supostamente definitiva das minhas filhas, e usei como um dos critérios ouvir quem NÃO gostou das escolas. Quem tirou os filhos, quem teve problemas. Justamente para avaliar o lado “negativo” das diferentes possibilidades – e ver se este negativo (que é mais recorrente e uniforme que os pontos de vista positivos, o que eu não esperava). Achei mais produtivo que ouvir quem tem os filhos lá e está satisfeito. E também mais realista que escutar o discurso da escola. Realmente é uma decisão super complicada! Boa sorte pra gente

    Ideia bem legal, Dani! Super verdade isso.
    Tomara que façamos boas escolhas!
    bjobjo




  4. Mel Salvi Em 06/01/2015

    Alê,
    Seria interessante vc expor o método de ensino e a razão da escolha dele. Acho que é um assunto legal pra colocar seu ponto de vista.
    Bjs

    Oi Mel,
    ainda não escolhi a escola, mas muito provavelmente optaremos pelo método tradicional.
    Sobre as outras variáveis, acabei palpitando um pouco quando escrevi o post com os fatores que são levados em conta nessa decisão: http://alegarattoni.com.br/escolha-de-colegio-fatores-decisivos/
    bjobjo




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