Tô te querendo: desejos da semana

por Alessandra Garattoni em 3 de julho de 2015
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desejos da semana

1) Jaqueta de couro preta, na Maison Honey Pie (R$ 2.800): porque, no inverno, jaquetas de couro clássicas são sempre a melhor primeira pedida!

2) Livro ‘Always Pack a Party Dress’, na Amazon (US$ 18.54): porque os livros de moda de Amanda Brooks são sempre um charme!

3) DVD ‘Vale Tudo’, na Livraria Cultura (R$ 179,90): porque deve ser uma delícia assistir, num feriadão gelado, de uma só vez, uma das melhores novelas da história da TV!

4) Assinatura Apple Music, na iTunesStore Brasil (US$ 4,99/mês): porque o novo sistema de assinatura de músicas da Apple é o máximo {eu, ao menos, já estou viciada} – é preciso atualizar o iOS/OSX, depois, por uma mensalidade, você tem acesso ilimitado a toda a biblioteca do iTunes.

5) Anel de concha, na Vanda Jacintho: porque já estou super curiosa com a linha de acessórios da marca, que será oficialmente lançada em agosto – acompanhei no instagram @vandajacinthobrand!

6) Corretivo DiorSkin Star, na Sephora (R$ 185): porque a versão corretivo da ‘base das selfies’ promete efeito naturalmente impecável – e porque eu sigo na eterna procura de um que supere o Clé de Peau pra minha pele!



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O que eu gosto no Snapchat {e minha snapper favorita}

por Alessandra Garattoni em 2 de julho de 2015
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Mídia social é tipo sushi: você talvez não goste de primeira, mas, se insistir um pouquinho, provavelmente ficará viciado! O Snapchat já é hit dos adolescentes há pelo menos dois anos, mas, nos últimos tempos, está abocanhando uma nova – e mais madura – fatia de mercado. Uso moderadamente, mas já assisto bastante e anoto várias boas dicas. E é com olhar de usuária que listo o que mais {e menos} gosto e conto quem é minha snapper favorita!

melhor do snapchat

COMO EU ENXERGO… adianto que não sou especialista profissional em mídias sociais, mas sim apenas mais uma usuária! Mas, pra mim, o snap é um mix de Twitter com Instagram. Ou seja, vídeos e imagens pontuais, com uma duração máxima definida. Da mesma forma que o Twitter limita o número de caracteres para que sejam passadas mensagens curtas {não há sentido em publicar um texto de dois mil toques em tweets seguidos, né?!}, enxergo uma razão para o limite dos dez segundos: takes rápidos variados!
AMO MUITO… quando o usuário faz o mix ideal de sua visão do mundo {aquilo que ele está enxergando no momento!}, dicas aleatórias, bom-humor e paisagens interessantes de lugares que queremos ver mais de pertinho.
NÃO CURTO TANTO… o equivalente do texto de dois mil toques postado no Twitter, ou seja, uma palestra de mil takes seguidos da pessoa conversando com a câmera. Eu sou uma fã de Periscope, vocês sabem! E acredito que se o intuito é bater um papo sem limite de segundos ele é mais indicado. Por um simples motivo: o snap corta a fala da pessoa sem dó nem piedade, daí acaba apressando-a e/ou fazendo-a repetir pra conseguir encaixar a sequência de ideias.
ALERTA-PÂNICO… em mídia social, cada um tem suas preferências e irritações, mas eu sou uma defensora do ‘VALE TUDO’ – que cada um siga quem gosta, que cada um use como prefere e que todos sejam felizes! Mas no Snap tenho um único alerta ‘NÃO PODE’! Eu sei que o trânsito de cidades como SP é um tédio, eu sei que nós, mulheres (maioria nesta rede), somos multitarefas e não conseguimos fazer apenas uma coisa por vez, eu sei que eu sou uma tia velha chata. Mas dirigir e usar o snap é MUITO perigoso {algo muito comum infelizmente} e coloca não só você, mas as outras pessoas do trânsito em risco. A pessoa para de olhar pra frente pra olhar pra câmera, reduz sua concentração no volante e, de quebra, me deixa desesperada enquanto assisto. Se tiver crianças no banco de trás então, eu fico igual aquele emoji de macaquinho tapando os olhos! Por favor, não façam isso, escutem a tia véia!
MINHA FAVORITA… acompanho pouco mais de trinta pessoas e adoro todas que sigo, como fashionismo, gabrielaganem, matranchesi, fabisaba, luizamssouza, stylemarket e cmoficial. Mas minha #1 favorita absoluta é a modelo Martha Graeff {marthagraeff}. Linda, cada dia numa cidade mais incrível do mundo, ela faz com maestria o tal mix pessoal + dicas úteis que citei no começo. Nunca é só sobre ela, mas sempre tem sua visão cheia de estilo envolvida. Indico como um ‘tem que seguir já’!

Martha Graeff
#marthagraeff



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Fao Schwarz: quando marca forte não é suficiente

por Alessandra Garattoni em 2 de julho de 2015
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Semanas atrás, acompanhamos estupefatos a notícia do fechamento da famosa FAO Schwarz, tradicionalíssima loja de brinquedos que estava em um mesmo lugar de Nova York há 145 anos – e que já serviu de cenário inclusive para vários filmes famosos. A explicação? Os altos aluguéis de Manhattan tornaram o negócio inviável.

Estamos falando de algo como um ponto turístico da cidade, um lugar que todo mundo conhece, todo mundo vai, além, claro, de uma marca super forte e aparentemente bem posicionada. O que pode ter dado errado nos balanços financeiros afinal? Marca forte não deveria ser a receita definitiva contra crises econômicas, concorrências e outros males que derrubam negócios com boas perspectivas?

branding FAO Schwarz

Sim e não respondem a pergunta final do parágrafo anterior. Claro que é {quase} impossível fazer uma análise 100% correta de fora, mas, ao que parece, a marca super forte que seria a blindagem contra a crise acabou se mostrando a origem do problema. Desejos, vocês sabem, não sustentam business plans. De certa maneira, pode ter faltado preocupação com o comercial, com as vendas, com a mudança de comportamento de consumidor. Talvez a marca tenha ficado acomodada e aparentemente protegida em sua imagem que atravessa gerações e continentes, talvez tenha se cegado apenas pelo foco em serviço e diferenciais…

Todo mundo vai, mas quantas pessoas compram? Todo mundo sonha, mas quantas pessoas consomem? Todo mundo põe na lista ‘pontos turísticos’, mas quantas pessoas deixam a lista de compras para a facilidade de receber tudo no hotel via Amazon?

Sim, a marca protege da concorrência; sim, a marca combate a decisão baseada meramente em preços. Tudo que já foi dito nesta coluna segue valendo. Mas sonhos não fecham fluxos de caixa. Desejo, aspiracional, isso deve ser um algo a mais. Não dá pra esquecer do produto nem do serviço. Marca forte ajuda e é ponto de partida para tudo. Mas a empresa deve seguir se movimentanto constantemente. Aquele fluxo de pessoas na loja certamente era incompatível com o ticket médio de vendas. Se a maioria entra, olha e sai, seu negócio tem um problema. Sério.

Não duvido que consultores muito mais experientes devem ter tentado planos B, C, D. Mas, talvez, serviços simples poderiam, sim, ter ajudado. Entregas das compras feitas na loja facilitadas e sem custo nos hotéis, como a Bed Bath & Beyond, por exemplo {aliás, em uma cidade como NY isso deveria ser praxe, pois facilita muito a vida do turista que faz compras e cer-ta-men-te eleva o ticket médio}. Levar em conta que o local era como um ponto turístico e bolar uma atração paga que ajudasse a elevar as receitas.

Quando temos um negócio, não podemos passar um dia sem pensar em como aumentar receitas. Não podemos nos acomodar com os mesmos serviços de sempre. Não podemos perder chances valiosas de, com ações simples, buscar resultados relevantes. Crie, posicione e cuide sempre da sua marca. Mas jamais deixe que isso tire sua energia do trabalho diário de olhar e melhorar seus produtos e serviços. Sonhos e desejos não bastam mais!

Em tempo: ao que se comenta, a FAO voltará a abrir as portas em outro endereço e pode ser que seja ainda mais incrível. Mas a imagem de marca construída naquele imponente endereço e as lembranças de filmes icônicos certamente não irão junto no caminhão de mudanças, infelizmente!

famosas na Fao Schwarz
Clientela estrelada: Kim Kardashian, Katie Holmes, Angelina Jolie, Victoria Beckham, e Miranda Kerr entre as mães que fizeram compras para seus filhos na FAO!

imagens: divulgação, Popsugar e Just Jared



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