ALE GARATTONI

Mãe da Maria Helena, empreendedora e apaixonada por moda e beleza! Aqui é o espaço no qual divido minhas inspirações, minhas referências de branding e minha vida "primeira pessoa" na maternidade.

Amo Branding

Como – e por que – definir nicho para blog: três perguntas-chave!

25 de julho de 2016

Nicho: a maior dificuldade do branding é também o primeiro passo para um posicionamento bem-sucedido de marca – e isso vale para negócios, pessoas físicas e blogs. Nas turmas dos workshops AG Branding, sempre percebo que um problema comum é encontrar o foco exato que vai definir toda a estratégia de imagem e comunicação. Foi assim, depois da primeira edição da turma para blogueiros, que surgiu a ideia de uma mini-fórmula, que une teorias de coaching a práticas de posicionamento de marca. Não se trata de uma receita mágica nem da descoberta da pólvora, mas é um passo inicial para o autoconhecimento que nos leva a descobrir nosso melhor eu, nosso diferencial, nosso ponto forte com capacidade para virar… marca-registrada!

Mais: Faça Aquilo que Você Sabe Fazer Melhor

nicho para blog

QUAL O MEU NICHO?!
Para chegar ao foco ideal, é importante conciliar o seu talento, a sua paixão e a maneira como você é lido pelos outros. Muitas, muitas vezes vem de um terceiro a resposta que nos faz perceber nosso grande dom. É esse clique que nos ajuda a fazer aquilo que fazemos melhor. E se escrever sobre sua especialidade já aumenta as chances de destaque, ter um foco específico de posicionamento (passo número um do branding) ajuda seu blog a ser referência de um nicho.

PERGUNTA #1: RUMO A SUA PAIXÃO
O que faz nas suas horas de lazer? Quais atividades alimentam sua alma, seu prazer? Sobre o que você lê por interesse pessoal? Seja específico. Não responda apenas “culinária”, por exemplo, vá mais a fundo e identifique que gosta de “pratos caseiros com ingredientes orgânicos”! Quanto mais profundo for o foco, melhor!

PERGUNTA #2: RUMO A SEU TALENTO
O que te pedem ajuda para fazer? Comece a prestar atenção no que faz os seus amigos te consultarem. Usando o mesmo exemplo acima, digamos que você é acessado quando alguém está em busca de lugares bons para comprar orgânicos e/ou de ideias para o cardápio do dia a dia das crianças. Muitas vezes nossos talentos são (para nós mesmos) tão óbvios que nem os enxergamos como algo útil e interessante para se compartilhar. Mas lembre-se que NADA é óbvio! O fácil de um é o desafio do outro – e vice-versa.

PERGUNTA #3: RUMO A SUA IMAGEM
Pergunte a amigos o que te representa. Faça pequenas enquetes com pessoas com quem convive e que te conhecem, pessoal ou profissionalmente. Busque saber o que em você é percebido como um talento, um rótulo, uma característica. Saber a imagem que já comunicamos nos ajuda no posicionamento da imagem que iremos comunicar.

PAIXÃO + TALENTO + IMAGEM: DESTAQUE NO NICHO!

Em tempo: nicho é um dos tópicos da terceira edição do workshop AG Branding para Blogs, que acontece nesta quinta-feira (28.07), em São Paulo. A turma da tarde está com vagas esgotadas, mas ainda dá pra fazer sua inscrição na turma da manhã (9h às 12h30)! Veja mais detalhes sobre a programação neste post.

imagem culinária via Shutterstock

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Amo Branding

Com quantos {e quais} profissionais se faz um branding?

21 de julho de 2016

Existe uma dúvida comum quando se fala de posicionamento de imagem: qual a diferença entre branding e consultoria de estilo? Entre branding e relações-públicas? Ou entre branding e o serviço prestado por um designer, fazendo seu logo ou cartão de visitas, por exemplo? Sim, é verdade que hoje temos – seja em fontes de referência ou em cursos/treinamentos – uma infinidade de opções específicas direcionadas a imagem de marca, pessoal ou de negócios (o texto focará mais em branding pessoal, mas vale dizer que quase todos os serviços se aplicam igualmente no branding de um negócio). Por isso, escrevo este post, para apresentar todos os profissionais que podem te ajudar no processo estratégico de posicionamento de marca pessoal!

branding pessoal
imagem: fotógrafo via Shutterstock

Deseja trabalhar seu branding? Então você pode precisar de alguma(s) desta(s) especialidade(s) abaixo*…

CONSULTORA DE ESTILO
O corte de cabelo, as roupas, as cores escolhidas, tudo em nossa imagem comunica rótulos. E a questão visual é responsável por boa parte da tal primeira impressão. Esta profissional vai te ajudar a valorizar seu estilo respeitando seu biotipo e imagem que quer/precisa passar.
AG Branding indica: Gabriela Ganem (RJ), Denise Tavares (SP)

DESIGNER
Responde por toda a comunicação visual – logo, cartão de visita, site/blog, papelaria. Investir neste serviço é mais comum para empresas e negócios, mas é igualmente válido e importante para pessoas físicas.
AG Branding indica: Raquel Leitzke, Mariana Nahoum – Cria Caso

PROGRAMADOR
Ter um blog, site ou e-commerce bem feito, sem erros de programação, com todas as funções em dia, é fundamental – esta costuma ser a porta de entrada de clientes, contratantes e qualquer pessoa que deseje saber mais sobre nosso perfil. E não precisa ser nada supersônico: o básico-simples já atende muito bem a proposta!
AG Branding indica: Joaquim Pagian

ASSESSOR DE IMPRENSA
Criar e divulgar em veículos de imprensa pautas que falem sobre você, seu trabalho e suas realizações: esta é a função do assessor. Ter boa entrada na área de mídia para a qual você se posiciona é fundamental (por exemplo, ter bons relacionamentos com editores de revistas de moda se você é um estilista).

RELAÇÕES-PÚBLICAS
Por vezes confundido com o trabalho de assessoria de imprensa, o RP cuida de tudo que envolve a imagem de um profissional/empresa. Ele pode desde organizar & fazer a lista de um evento até gerenciar uma crise, além de estabelecer relacionamentos e parcerias que são valiosas e têm sinergia com a estratégia de comunicação do cliente.
AG Branding indica: Ricardo Dale (RJ)

CO-BRANDING
Forte estratégia de posicionamento, o co-branding une duas (ou mais) marcas em uma mesma ação. Pense no evento que leva a nutricionista para dar palestra em uma loja de produtos naturais ou no projeto que coloca o livro de uma autora no carro de frequentadoras de um salão de beleza, só para citar duas ideias bem aleatórias! Essa associação compartilha clientes, conhecimento de imagem, atributos – no sentido em que um herda a confiança e credibilidade do outro.
AG Branding indica: Beta Whately – Agência Fizz

JORNALISTA/CONTEÚDO
Fotos bem tiradas, design bem feito e texto bem escrito: esta é a tríade que comunica sua imagem de marca com clareza, qualidade e profissionalismo, independente de sua área. Se não domina a escrita, aposte na contratação deste serviço na hora de montar os textos de seu site/blog e/ou qualquer outro material de conteúdo.

SOCIAL MEDIA
O que não está no Google não existe; e quem não está em redes sociais não se divulga, esta é a nova realidade século 21! Se não puder/quiser cuidar pessoalmente de suas contas, páginas e perfis, um profissional especialista vai comunicar sua imagem de marca em Facebook, Instagram, Twitter… com o bônus de, geralmente, já prestar o serviço de produção de conteúdo associado às estratégias corretas de hashtags, otimização etc.

ILUSTRADOR
Além do designer, você pode desejar usar o efeito de ilustração em sua comunicação visual. Funciona super bem para o header de um blog, para um logo ou até para a criação de um personagem fictício que dê dicas em suas redes sociais.
AG Branding indica: Nice Lopes, Joyce Veiga

FOTÓGRAFO
Em tempos de celulares com máxima resolução de imagem, todos achamos que podemos fazer nossas próprias fotos! Mas a diferença de qualidade do serviço de um profissional ao clicar seus retratos (para suas mídias e/ou para divulgação) e seus produtos e serviços (caso, por exemplo, de um arquiteto com seus projetos) soma pontos poderosos na imagem de marca que você comunicará.
AG Branding indica: Rodrigo Zorzi (SP), Fernando Godoy (NY)

VIDEOMAKER
Vídeos nunca estiveram tão em alta como ferramenta de branding pessoal. Seja um canal de YouTube consistentemente alimentado ou mini-filmes que apresentem você e sua especialidade, investir nesta modalidade ajuda a comunicar sua imagem de marca.

COACH
Se você tem dificuldade de conhecer seu propósito e seus objetivos, para assim poder traçar seu posicionamento e definir seu nicho, um processo de coaching pode ser extremamente valioso como ferramenta de auto-conhecimento. Além do coaching convencional, também podem entrar nesta categoria treinamentos específicos, como etiqueta, falar em público e qualquer outra habilidade que melhore suas capacidades.
AG Branding indica: Ana Raia (SP), Ale Sanchez (SP), Thais Roque (SP)

* É importante ressaltar que ninguém precisa contratar de uma vez todos esses serviços para trabalhar seu branding! Sempre reforço que esta é uma estratégia que pode começar com custo zero, baseada em ações simples e acesíveis a qualquer leigo que se interesse minimamente pelo assunto. O post é apenas para mostrar tudo que pode ser feito profissionalmente para trabalhar o posicionamento!

p.s. o extra “AG Branding indica” é embrião de um projeto futuro, no qual quero poder divulgar o trabalho de prestadores de serviços ligados a branding/branding pessoal nos quais tenho confiança e/ou que já trabalharam comigo. É minha meta, neste terceiro ano do meu negócio, conhecer cada vez mais pessoas nestas áreas que complementam minha função.

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Primeira Pessoa

A {minha} fórmula anti-ansiedade em 2016: livros que curam!

19 de julho de 2016

Taí um post que estava rascunhado há semanas no meu computador, com uma espécie de bloqueio criativo para ser desenvolvido. Posterguei, reconsiderei, avaliei mil vezes se deveria seguir em frente ou deletar de vez qualquer linha pré-listada. Um lado pensa que ninguém vai querer ler tamanho texto de Itu sobre mim, mas outro teme que alguém venha de fato a ler – por ser algo tão íntimo, pessoal, que expõe tanto uma vulnerabilidade. Mas a ideia de colocar para fora e, quem sabe, fazer com que as ações e referências que me ajudaram possam ajudar uma única pessoa já me sacudia suficientemente. E lá vim eu…!
p.s. leiam com carinho! 😉

Uma rápida introdução para situar o começo de tudo: em 2015, eu, para evitar “arrumações na casa”, acelerei demais, trabalhei demais, comprei demais. O resultado disso? Minha ansiedade, que sempre esteve presente na minha personalidade, foi a níveis incômodos. E foi assim que eu comecei este ano, ansiosa, de uma maneira que isso atrapalhava o foco e a produtividade. Como já comentei en passant por aqui, foi também nessa virada 2015/16 que me separei e, depois de dez anos, isso – mesmo que feito com toda a leveza e carinho – implica numa reprogramação mental. Ou seja, o primeiro trimestre desse ano foi de crescimento, desafios e autoconhecimento (este último, o antídoto que escolhi para encarar todo o resto). Como converso com amigas e sei que a ansiedade e todos os sentimentos que vêm colados nela são muito comuns nos dias de hoje, vou compartilhar aqui o que me ajudou.

fórmula anti-ansiedade

O COMECINHO DO PROCESSO: OBRIGADA, CONSUELO!
Não desejo prolongar esse assunto, mas uma separação – leve ou dura, com ou sem sentimento, querendo ou não – é sempre difícil. No meu caso, que emendei apenas relacionamentos super-longos desde os 17 anos, era um cenário novo, que pedia a tal reprogramação do cérebro. E isso sempre vai nos chacoalhar, não tem jeito. Tudo isso pra contar que lá atrás li um post sobre divórcio da ótima Consuelo Blocker que veio na hora certa e, entre todas as linhas, me marcou por três dicas que ela apresentava como parte da sua receita: terapia, ler muito e fazer muita ginástica. Troquei a terapia por coaching, ainda sigo com a parte da ginástica na lista de metas imediatas, mas me apeguei com força à leitura. Busquei essencialmente livros de mulheres fortes e inspiradoras. E, como relacionei mais adiante, cada um desses livros lidos me ajudou em uma questão!

A VIRADA DA CHAVE: PENSAMENTO TRANSFORMADOR
Entre todas as mudanças, o incômodo maior vinha da… ansiedade, claro! Taí o mal do nosso século e, com tanto estímulo e informação, a gente fica com dificuldade de manter o foco, fundamental para produzir e ficar bem no geral. Daí que li em algum lugar {e já tentei lembrar onde de todas as formas, mas memória de Dory não conseguiu!} que o nosso grande problema hoje é não querer entrar em contato com a sensação que causa incômodo. No caso, não querer sentir a ansiedade, buscar algo que a elimine como mágica. Nunca houve tantos medicamentos e medicados, os estudos comprovam. Com TODO o respeito e pedindo licença para o que é apenas uma opinião pessoal, eu hoje posso dizer que sou contra a banalização de remédios para ansiedade (atenção à palavra “banalização”, para já evitar mal-entendidos!). Eles aliviam, mas trazem dependência e efeitos colaterais, não acho que em muitos casos se justifique a causa-efeito. Por isso, ler que devemos sim entrar em contato com a dor e senti-la nos ajuda a curá-la foi libertador. Bem-vinda, ansiedade, venha aqui e vamos conversar! Foi assim que passei a, sem pressa, buscar tudo o que podia me trazer a desaceleração.

AS AÇÕES: MINHA RECEITA PESSOAL
Ao me permitir ser ansiosa para poder, então, me livrar da ansiedade, eu relaxei! e comecei a listar as mudanças que eu desejava…
* Coaching: me ajudou a fortalecer meu ideal de propósito e, assim, conseguir ser mais produtiva (produtividade é algo que tem altos e baixos e… tá tudo certo, devagar e sempre!). Também me ajudou a ser menos exigente comigo e mais gentil nas auto-narrativas. Excesso de auto-cobrança aumenta a ansiedade, sabia?
* O poder da lista: fazer a lista de pendências esvazia a cabeça e libera a ansiedade. Aí é só tratar cada tópico como único, cumprindo, pensando e ticando um por vez.
* Mudanças valiosas: buscar alimentos que nos dão mais energia, controlar os horários de sono, ter planos que te alimentam a alma (olha a planilha de metas atualizada!), controlar a reatividade e ser mais tolerante, calma, zen mesmo (um livro em especial ajudou muito nessa parte, veja mais adiante). E chá à noite é um santo remédio também, eu tenho amado o Chá da Nina, que vende na Talchá, em SP.
Também recomendo fortemente – a quem se cobra muito – a “cabular umas aulas”, se permitir mais e, mesmo com uma lista de pendências cheia, largar tudo para assistir a um filme!

AS LEITURAS: LISTA MESINHA DE CABECEIRA
Relaciono aqui um top 5 (que virou top 6 na semana passada) com livros que foram referência mais específica para o assunto tratado aqui no post!

A Arte da Arrumação: o comentadíssimo best-seller de Marie Kondo foi praticamente um ponto de partida para as arrumações – internas e externas – que precisei fazer. Há quem ame (como eu, que contei aqui!), há quem não curta tanto, mas eu acredito que se ele se encaixar no seu momento pode ser transformador (e vai muito além das lições estereotipadas de “jogar tudo fora”!). Comecei hoje a ler o novo da autora, Isso Me Traz Alegria, uma espécie de guia explicativo mais detalhado do método.

Ansiedade: um clássico sobre o tema, eu já havia lido metade um tempo atrás, mas só neste começo de ano eu resolvi reler e seguir até o fim (é leitura rápida, coisa de uns dois dias!). O livro apresenta os motivos que tornam esta geração tão ansiosa e traz sugestões rápidas para aplacar esse modo de vida.

Um Brinde a Isso: outro que eu já tinha indicado aqui, este livro conta a história de uma mulher que se descobriu forte depois dos 40. É deliciosa e apaixonante a história de Betty Halbreich, que se reprogramou depois de um divórcio e até hoje, aos quase noventa anos de idade, dá expediente como personal shopper especial na Bergdorf Goodman. Mostra como todo mundo pode mudar e tomar a dianteira total de sua vida!

GirlBoss: outro que eu já tinha começado a ler um tempão atrás, mas só nesta nova tentativa fui até o fim e consegui me inspirar com lições (acho que o livro meio que “pula capítulos” e acaba, assim, sonegando informações valiosas sobre o processo de construção do império de moda NastyGal – mas segue com dicas úteis). A maneira como a empreendedora Sophia Amoruso se reprogramou, resolveu seguir em frente com força e determinação e encara a importância da excelência no negócio sempre inspira.

Os Quatro Compromissos: no finzinho da lista, um livro que foi decisivo para que eu me tornasse mais compreensiva e menos reativa! Ele foi tema de um dos encontros mensais que minha coach-musa-guru Ana Raia promove para os ex-participantes de seus programas e, em um dia, me transformou! Tipo de livro que, se você permite, entra na sua alma e te sacode de uma vez. Até Gisele Bündchen já disse que ele ajudou em sua escalada. As lições da sabedoria ancestral tolteca se baseiam em como usamos nossa palavra e em como absorvemos a palavra alheia (“não levar nada para o pessoal”, segundo dos quatro compromissos, abriu um novo universo para mim!).

O Ano Em que Disse Sim: para terminar, um livro que li – e falei dele em todas as mídias sociais possíveis! –, amei e mais do que recomendo. Mostra como Shonda Rhimes, a poderosa criadora de Scandal e Grey’s Anatomy, mudou sua vida ao passar a dizer… sim! Perfeito para a gente observar como sair da zona de conforto e aceitar mais as oportunidades pode nos trazer resultados incríveis. Estou ainda engatinhando na “experiência do sim”, longe de ser fácil, viu?!

PRÓXIMOS CAPÍTULOS!
Alguém chegou até aqui?! Devo dizer que o primeiro semestre de 2016 valeu por uns cinco anos para mim e, embora eu ainda tenha MUITAS lições para completar, eu chego aqui bem diferente de como comecei. Satisfeita! Porque eu acredito firmemente que a gente deve buscar melhorar, crescer, aprender. Amadurecer. Daqui em diante, quero finalmente aprender a cozinhar um pouco (o que vai ajudar a melhorar minha alimentação, ainda nada exemplar), engatar na tal liberação de endorfina dos exercícios físicos e começar a meditar e/ou tentar yoga. Com essa fórmula, tenho certeza que a tal ansiedade incômoda vai ser apenas uma mera lembrança.

Se algum desses livros puder ajudar alguém, já valeu a super-exposição da vulnerabilidade!

VOCÊ TAMBÉM VAI GOSTAR DE LER…

AG para Hubby

Bandeja Preta

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Benefit GimmeBrow

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Baú da Lulu

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