Sim, sou uma mãe real – e você também é!

por Alessandra Garattoni em 28 de janeiro de 2015
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Desde que Maria Helena nasceu eu descobri que os textos de maternidade em primeira pessoa são os que mais amo escrever. Em primeiro lugar porque eu sou mãe-coruja (essa expressão é quase uma redundância, né?!) e gosto de compartilhar minhas experiências. Mas o que eu também percebi é que escrevendo sobre minhas escolhas, decisões e pensamentos de mãe eu consigo fazer uma espécie de auto-análise e entender melhor que mãe eu de fato sou.

Ale e MH

Precisei de pouco tempo para entender que – por mais que todo mundo tenha sua fórmula infalível ou sua receita tiro-e-queda – a maternidade não é uma ciência exata com regras, certos ou errados. Que cada mãe é uma mãe e todas são iguais e diferentes na mesma medida. Percebi que não desejo ir além do que posso ir, que sou e sempre serei a melhor mãe que eu posso ser para minha filha. E que não, eu não busco nem jamais buscarei a perfeição, até porque não sei se acredito nela. Não nesse universo!

Eu fui uma mãe de primeira viagem que não sabia a diferença entre cueiro e fralda, que deu Google quando a vendedora me perguntou quantos culotes eu levaria, que sofreu muito quando descobriu que a amamentação não era tão fácil como até então imaginado. Mas nisso tudo o maior aprendizado veio depois de uns meses: foi quando eu percebi que a força que nasce junto com o bebê nos modifica e empodera pra sempre. Pra tudo.

Menos culpa; mais instinto; menos dúvida; mais segurança; menos teoria, mais mão na massa. A gente se surpreende quando assume essa maneira de enxergar a vida e a maternidade. “Não existem mães perfeitas, apenas mães reais”, diz o slogan da recém-lançada linha Baby Dove. E o conceito da campanha {aperte o play abaixo, esse vídeo me emociona todas as vezes} não poderia combinar mais com tudo que já publiquei sobre minha maneira descomplicada e sem julgamentos de exercer meu papel de mãe.

Tal e qual já escrevi em textos sobre culpas, dificuldades, vitórias e experiências pessoais em geral, Baby Dove acredita que, se você sabe que está oferecendo o que tem de melhor, pode se sentir mais livre e segura pra fazer do seu jeito. E eu amo essa ideia de endossar a liberdade materna (#ConfieNoSeuJeito) e encorajar todas nós a simplesmente fazermos da nossa maneira. Única, pessoal, intransferível e muito, muito real!

Baby Dove

Com este post (#publi), aproveito para anunciar minha parceria com Baby Dove. A partir de hoje e pelos próximos seis meses, a marca é patrocinadora oficial do alegarattoni.com.br. Para conhecer a linha completa de produtos e saber mais sobre a campanha, clique aqui!



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Leituras de janeiro: quatro novas marcas de moda para conhecer

por Alessandra Garattoni em 27 de janeiro de 2015
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Neste mês consegui ler – ou ao menos folhear com atenção – quase todas as revistas brasileiras de moda. Tenho por hábito marcar e guardar o nome de marcas novas que aparecem nas páginas das minhas leituras, para que eu possa conferir as mais interessantes. Feito isso, selecionei quatro que acredito que estarão cada vez mais nos nossos radares. Vale conhecer!

CABANA
A nova marca foi lançada por Manuela Amaral Rodrigues, ex-diretora-criativa da Huis Clos, empresa na qual começou ainda como estagiária. A coleção é recheada de peças básicas com um quê criativo na medida – os chemises de linho são desejo imediato!

Cabana
{foto por Renata Chede}

BALLETTO
O ballet nunca esteve tão em alta – em parte por conta da moda recente do ballet fitness, que tem levado moças crescidas de volta aos uniformes charmosíssimos da dança. Admito que parte do meu desejo de aderir ao movimento é pura vontade de usar estes bodies e saias lindos, como os criados por esta nova marca especializada no assunto.

Balletto

STORIA LAB
O coletivo de criadores que inclui a modelo Michelli Provensi (#SouFã!) assina uma linha criativa que inclui ótimas camisetas – incluindo a modelagem muscle tee que eu mais amo no momento!

Storia Lab

GALA BASIC WEAR
Camiseta de malha é uma coisa tão básica e comum que parece fácil de achar em qualquer esquina. Mas viciadas nesta peça como eu sabem que não é bem assim: boa modelagem e material de qualidade acabam se mostrando ainda mais importantes nesse caso! Provavelmente por isso, amei o conceito desta maca, que oferece seis modelos, seis cores e corte impecável em todas elas. Quero experimentar já, pelo vídeo abaixo o caimento é mesmo excelente.



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Mamãe, conta aí: Duda Maia

por Alessandra Garattoni em 27 de janeiro de 2015
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Eu trabalhava em uma revista e me escalaram para ir até um restaurante nos Jardins entrevistar uma it girl (era minha especialidade, afinal!) que tinha acabado de chegar em São Paulo depois de uma temporada estudando moda na Europa. De cara, o papo fluiu super bem e seguimos sempre nos falando – quando lancei meu livro em Brasília, sua cidade natal para onde ela acabou voltando, Duda foi uma anfitriã impecável! Desde aquele nosso primeiro papo, sempre enxerguei-a como uma cidadã do mundo, que já tinha morado em várias cidades do planeta apesar da pouca idade, e como uma empreendedora nata, que estava sempre criando algo bacana.

Uns bons anos se passaram e hoje acho que temos ainda mais em comum. Duda lançou sua 5561 brandboutique, empresa de comunicação, marketing e branding que atende marcas de moda de Brasília. E, branding e empreendedorismo à parte, também nos ‘unimos’ pela maternidade recente – no caso dela ainda mais recente, já que o fofo João Felipe completa seis meses nesta semana. Conta aí, Duda…

Duda Maia

* O que toda mãe sabe, mas não conta (e a gente só descobre depois de dar à luz)?
Que você é capaz de ter sentimentos nunca antes imagináveis. Aquele amor que todo mundo já fala – então até temos uma vaga ideia –, mas com um misto de sentimentos que realmente só se descobre após dar a luz.

* Se você fosse garota-propaganda de um produto baby, qual seria?
Não vivo mais sem: sabonete Granado (melhor cheiro, limpa bem rápido sem muito esforço e não irrita o bebê), pomada A+D (melhor textura e nunca deixou JF ficar assadinho, quase um milagre!), bodies da Carter’s, (duram muito, são práticos e deixam eles sempre confortáveis). Mas o que eu realmente seria garota-propaganda é do carrinho que escolhi, o Bugaboo Bee: muito prático, tamanho ideal, fecha de maneira super fácil, e já passou por teste de viajar comigo para cidades como São Paulo e Rio – onde dependemos de taxi e eu sozinha com o JF consegui me virar super bem, fechando e abrindo sem ajuda! Acho que toda mãe precisa de um carrinho com essa praticidade, para tornar a vida social com o bebê mais fácil!

* O que você faz quando quer se desligar um pouco da vida corrida de mãe?!
Trabalho! Optei por não parar de trabalhar, devido ao estágio em que minha carreira estava, e foi uma ótima opção, pois me ajuda muito a me desligar da vida corrida de mãe! Soluciono uma correria com outra, mas super me ajudou a lidar com toda a novidade da maternidade. 

* O que (em você) te surpreendeu depois que virou mãe?!
Que conseguimos nos multiplicar cada vez mais. Dias antes do parto tive crises de pânico pensando que não ia dar conta de tudo e, com a chegada do João Felipe, parece que dou conta de ainda mais! Quando eles chegam, parece que nos tornamos muito mais fortes, nos superando a cada dia.

* Você morou em várias outras cidades, em diferentes países, e voltou para sua cidade antes de ser mãe. Consideraria experiências de mudanças com filho pequeno ou as raízes falam muito mais alto nesta fase?
Consideraria super! Com a chegada dele, com certeza as decisões são tomadas de uma maneira mais racional e as raízes – estar perto da família – contam muito. Mas quero que meu filho seja do mundo, assim como eu! Se eu tiver a oportunidade de levá-lo para uma experiência dessas, com certeza o farei. Acho que, mesmo pequeno, essa troca de culturas agrega muito ao crescimento!

* Qual o melhor de Brasília para fazer com bebês?
O CCBB daqui tem uma ótima programação voltada para crianças  É um programa super gostoso, pois eles prestam muita atenção nos quadros, nas formas etc. Outro programa perfeito para fazer com os babies é o piquenique no Jardim Botânico – dentro do parque, tem um café super gostoso que criou esse “formato” de piquenique, com toalhas e mesas baixas espalhadas no meio das árvores, mas com uma boa estrutura para irmos com bebês e crianças!



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