Mães pelo mundo: dez perfis de instagram que merecem seu ‘like’

por Alessandra Garattoni em 27 de novembro de 2014
tags:

Algumas me foram recomendadas (inclusive por leitoras!), outras descobri quase ao acaso, mas eu sou vi-ci-a-da em seguir mães no instagram. De preferência, de diferentes cantos do planeta. No comecinho deste ano, aliás, cheguei a fazer este post com dez sugestões de mulheres que sempre postam imagens com seus filhosmas, ali, as eleitas eram blogueiras, jornalistas e it girls brasileiras ou americanas já mais conhecidas. No post de hoje, amplio um pouco o espectro, vou a países diferentes e mostro também mães que nem sempre são famosas e que, muitas vezes, acumulam (muitos!) seguidores única e exclusivamente por conta das fotos lindas que postam dos pequenos e da vida em família. Sim, quase um momento comercial de margarina em versão online…!

mães no instagram

@lenaperminova
quem: jet-setter e ex-modelo russa, casada com um bilionário e mãe de três filhos
por que seguir: tem uma rotina que inclui viagens para alguns dos lugares mais lindos do planeta e sessões de fotos para revistas – e está quase sempre com os filhos nestas situações. Fotos sem afetação nas Maldivas são compartilhadas com seus quase 800 mil seguidores

Lena Perminova

@amberfillerup
quem: americana, super novinha (23 anos) e já mãe do fofíssimo Atticus
por que seguir: é viciada em tranças em seu cabelo perfeito e posta fotos que mais parecem um editorial

Amber

@marssaunders
quem: uma texana super vida real
por que seguir: além de ter uma filha linda, vive postando fotos cozinhando cookies e bolos que nos inspiram a ir pra cozinha também

Mars

@taylorsterling
quem: fundadora e diretora criativa do portal Glitter Guide e mãe da bebê E.
por que seguir: suas fotos têm uma luz perfeita e sua casa mais parece um Pinterest vivo

Taylor

@anneschoenberger
quem: modelo brasileira – a descobri nas indicações do instagram dias antes dela dar à luz o segundo filho –, mora em Miami com a família
por que seguir: foi a grávida mais linda que já vi (por isso comecei a seguir logo que achei o perfil!) e suas fotos têm o cenário suspirante das praias de Miami com seu mar verde-água

Anne

@thislittleport
quem: canadense que na Austrália, Gaby é professora de yoga e fotógrafa
por que seguir: suas fotos – na maioria com sua filhinha – têm um quê poético mesmo em cliques super simples

thislitleport

@vanillaandlace
quem: americana, fotógrafa, dona de loja e mãe de um menininho
por que seguir: seu bebê é muito, muito fofo e as imagens misturam despretensão e senso estético na mesma medida

Vanilla

@estherbabyccino
quem: mora em Amsterdan, tem uma marca infantil e… um, dois, três, QUATRO filhos!
por que seguir: sua família grande é a típica imagem de comercial de margarina, com mesas cheias e cumplicidade entre irmãos

Esther

@lindyklim
quem: a australiana se casou com o fundador de uma marca de beleza e, hoje, é sua sócia e diretora criativa – além de mãe de seus três filhos
por que seguir: ex-modelo, sabe bem como pensar em fotos bem posadas com seus pequenos!

Lindy

@marikupfer
quem: a paulistana filha da fundadora da marca infantil que foi referência absoluta nos anos 80 (Giovanna Baby) é hoje mãe da Victoria
por que seguir: Victoria é, com seus cachinhos, uma das meninas mais lindas da timeline do meu instagram! E eu vejo tanto as fotos fofas da Mariana que, outro dia, esbarrei com ela no shopping e quase cumprimentei – só depois de uns milissegundos me lembrei que não a conheço na vida real!

Mari Kupfer



Você vai gostar também...


O que é o tal do rebrand {e quando aplicá-lo em sua marca}

por Alessandra Garattoni em 27 de novembro de 2014
tags: ,

No meio deste ano, postei sobre o início de um trabalho de branding que eu fazia em cima da minha própria marca – mais especificamente sobre a necessidade de rebranding que detectei no que eu vinha fazendo. Por ter tido, entre 2007 e 2010, um foco com conceito muito específico e definido (falando do universo das it girls), minha volta com outro intuito provocava uma confusão nas cabeças: quem me lia não entendia bem o propósito do blog e eu não sabia bem o que e como produzir e apresentar um conteúdo coerente e consistente. O branding, você já leu mil vezes aqui, não é para ser colocado em palavras, então eu sabia que precisava fazer um trabalho em cima das minhas ações. E foi o que passei a fazer, sigo fazendo e continuarei a ter em mente em cada decisão. Se nossa marca não é subliminarmente percebida e claramente entendida, diminuem as chances de atingir, envolver e fidelizar um consumidor.

Rebrand AG Branding

O QUE É O REBRAND
Em poucas palavras, rebranding é mudar o posicionamento de uma marca. É redefinir foco, reconceituá-la, alterar a lista de ações, prioridades e estratégias. É, muitas vezes, rasgar o papel e recomeçar do zero. Com frequência, envolve destruir os próprios produtos ou modelos de negócios. Sem dó nem apego. Assumindo que, em relação a posicionamento, não se comunica com palavras (o consumidor percebe mesmo as atitudes), é preciso dar as pistas corretas para que o outro leia a maneira como pretendemos ser percebidos – seja a marca em questão uma pessoa física ou jurídica.

QUANDO FAZER
Qual o intuito da sua marca? O que exatamente você tem como foco e o que exatamente pretende oferecer? Para que tipo de cliente? Quem – e por que – você quer atingir? Como gostaria de ser conhecido? Responda mentalmente estas perguntas e, em seguida, analise se o que você vem fazendo e mostrando está coerente com sua expectativa final. Muitas vezes as duas avenidas (o que quero e o que mostro) não estão alinhadas simplesmente porque você jamais havia racionalizado que tipo de marca quer ter.

SINALIZE SEM PALAVRAS
A partir do momento em que se define o novo foco da marca (ou o primeiro, caso você jamais tenha tipo um posicionamento exato), coloque-o detalhadamente em um papel. Não, não é pra mostrar pra ninguém nem para lançar um blablablá de “minha missão é tal, meu objetivo é tal, zzzzzzz”, mas para manter isso como um guia interno – para você e para quem mais atua na construção da imagem da empresa. Todas as escolhas de produtos/serviços, parcerias, ações precisam, a partir daí, ter uma ligação com a mola-mestre pré-definida por você. É dessa forma que guiamos a leitura – às vezes irracional – do consumidor {aqui mostro um exemplo de como uma marca de moda pauta todas as suas decisões em cima do que pretende comunicar}.

O SUCESSO DOS DETALHES
É preciso ser radical: cada fonte, cada cor, cada programação precisa refletir o que foi definido acima. Do atendimento ao pós-venda, passando pelo cardápio de serviços e até pela linguagem visual, todos os detalhes trabalham a favor – ou contra – da coerência e da consistência que são indispensáveis para um posicionamento correto e bem-sucedido. Olhos sempre, sempre atentos, o detalhismo é uma benção!

workshop Rio

foto Rio: Rodrigo Zorzi



Você vai gostar também...


As marcas ‘naturebas’ de beauté no Brasil

por Alessandra Garattoni em 26 de novembro de 2014
tags: ,

Não é novidade que as brasileiras estão, há tempos, entre as maiores consumidoras de produtos de beleza. De olho nessa valiosa clientela, mais e mais marcas têm desembarcado por aqui – o que, impostos de importação à parte, pode significar o fim do excesso de peso nas viagens! Entre 2013 e 2014, um movimento específico dominou este mercado: a chegada das empresas com um quê mais natural em suas fórmulas. A francesa Caudalie foi a primeira, no ano passado, e abriu portas para as mais recentes inaugurações de Lush, Body Shop e Aesop (as duas últimas apenas com lojas físicas em São Paulo, por enquanto). Sem dúvidas, são ótimas pedidas para se abastecer com os favoritos. Os meus mais-mais?!

Lush no Brasil

CAUDALIE
Há quase três anos, tenho o Beauty Elixirspray que hidrata e dá uma “acordada” na pele, além de deixar um efeito geladinho e um cheiro maravilhoso – como um dos meus favoritos de beleza. Nas últimas férias, acabei trocando meus pontos na Sephora por uma boa leva de amostras. Nem esperava nada demais e por pouco nem lembrei de experimentar, mas estou completamente apaixonada pelo sérum e pelo hidratante (com um efeito meio mousse) da linha Vinosource.

LUSH
Sem medo de exagerar, conto que o esfoliante labial Bubblegum está no meu top 3 da vez. Ele salva lábios com tendência à destruição (oi!), deixando-os lisinhos e mega, mega hidratados – sem, no entanto, trazer efeito oleoso. Como sugere o nome, cheiro e gosto são de chiclete e eu ando com medo de ter desenvolvido um sério vício! Além dele, super-recomendo a barra corporal Sand Stone, excelente pedida para quem gosta de esfoliantes mais fortes, e o milagroso creme salva-pés Fair Trade (detesto o cheiro, detesto a consistência e detesto o efeito grudento que ele deixa, mas admito que ele recupera pés ressecados já no primeiro uso).

BODY SHOP
A inglesa que é referência mundial em produtos não-testados em animais entrou no meu radar anos atrás pela admiração que eu tinha pela fundadora, uma inspiração de business. Gosto muito dos sabonetes líquidos para corpo (shower gel) e estou louca para testar o best-seller spray de vitamina C.

AESOP
A ‘Alesop’ (entenda o trocadilho neste post!) faz parte da minha rotina de beauté há mais de dois anos. A linha Parsley Seedum dos carros-chefes – é a salvação naqueles dias em que a pele está meio sem vida, sem brilho. Uso sabonete líquido, tônico e sérum, este último meu favorito para esse efeito recuperação imediata. E o cheirinho natureba é delicioso!

Sou e sempre fui chegada nessas marcas mais naturais. Pra me deixar 100% feliz, só falta a australiana Jurlique desembarcar por aqui! 



Você vai gostar também...